REGIÃO
O VALE
August 17, 2011 - 04:26
Auditor morre na Dutra

VÍTIMA DENUNCIOU CORRUPÇÃO NA RECEITA FEDERAL DE OSASCO
João Paulo Sardinha
Bom Dia São José
O auditor da Receita Federal Jorge Luiz Miranda, que trabalhava na Delegacia da Receita em São José dos Campos, foi encontrado morto no Rio de Janeiro, possivelmente por ter denunciado em Osasco, sua cidade de origem, um esquema de corrupção que teria provocado um prejuízo aos cofres públicos de R$ 3 bilhões.
Ele denunciou a atuação de uma quadrilha de auditores, que supostamente fazia vista
grossa em fiscalizações e passava informações privilegiadas para empresas de Osasco. A partir daí, começou a ser ameaçado.
Graças à denúncia de Miranda, a Polícia Federal passou a investigar a quadrilha. Mas o auditor ameaçado foi obrigado a se transferir para São José, em janeiro deste ano. Atuou no local até maio, quando pediu licença médica por ‘motivos pessoais’.
Pouco tempo depois, em 15 de maio, Miranda morreu. Sua Chevrolet Montana bateu em um ônibus na Via Dutra, quando ele voltava do Rio de Janeiro para São José dos Campos.
A Polícia Federal de São Paulo abriu inquérito para investigar as causas da morte do auditor. O processo é sigiloso.
“Convivemos pouco com ele. Era um funcionário exemplar. Nunca falou que vinha sendo ameaçado de morte ou algo assim”, disse o delegado-adjunto da Delegacia da Receita Federal de São José, Rogério Hino.
Bom Dia São José
O auditor da Receita Federal Jorge Luiz Miranda, que trabalhava na Delegacia da Receita em São José dos Campos, foi encontrado morto no Rio de Janeiro, possivelmente por ter denunciado em Osasco, sua cidade de origem, um esquema de corrupção que teria provocado um prejuízo aos cofres públicos de R$ 3 bilhões.
Ele denunciou a atuação de uma quadrilha de auditores, que supostamente fazia vista
grossa em fiscalizações e passava informações privilegiadas para empresas de Osasco. A partir daí, começou a ser ameaçado.
Graças à denúncia de Miranda, a Polícia Federal passou a investigar a quadrilha. Mas o auditor ameaçado foi obrigado a se transferir para São José, em janeiro deste ano. Atuou no local até maio, quando pediu licença médica por ‘motivos pessoais’.
Pouco tempo depois, em 15 de maio, Miranda morreu. Sua Chevrolet Montana bateu em um ônibus na Via Dutra, quando ele voltava do Rio de Janeiro para São José dos Campos.
A Polícia Federal de São Paulo abriu inquérito para investigar as causas da morte do auditor. O processo é sigiloso.
“Convivemos pouco com ele. Era um funcionário exemplar. Nunca falou que vinha sendo ameaçado de morte ou algo assim”, disse o delegado-adjunto da Delegacia da Receita Federal de São José, Rogério Hino.
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