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sexta-feira, 6 de julho de 2012

CARRO FORTE É ATACADO E VIGILANTE COM EXPLOSIVO NA PERNA - CAMPINAS



06/07/2012 10h05 - Atualizado em 06/07/2012 11h02

Carro-forte é atacado e vigilante tem bomba presa ao corpo em Campinas

Quadrilha incendiou caminhões e houve tiroteio em alça da Anhanguera.
Acesso a anel viário está isolado para que o Gate retire o explosivo.

Do G1 Campinas e Região

Policiais ao lado de vigilante, que tem explosivo preso na perna (Foto: Bruna Stuppiello/G1)Policiais ao lado de vigilante, que tem explosivo preso na perna (Foto: Bruna Stuppiello/G1 Campinas)
Um funcionário de um carro-forte é mantido com um explosivo preso à perna na alça de acesso da Rodovia Anhanguera pelo Anel Viário Prefeito Magalhães Teixeira, em Campinas (SP), na manhã desta sexta-feira (6). As informações são da Polícia Militar. A área está isolada para os trabalhos do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), que chegou por volta das 10h45. Há congestionamento na Anhaguera e no anel viário, nos dois sentidos.
O supervisor da empresa de segurança estava com o explosivo preso ao corpo, segundo o comando da PM no local. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Serviços de Carro Forte (Sindforte), que representa a categoria, a família do supervisor que está com a bomba presa ao corpo foi mantida refém em outro local na noite de quinta-feira (5). Ele foi trabalhar com o explosivo amarrado na perna sem avisar os outros três vigilantes que estavam no mesmo carro.
Na alça de acesso da Anhanguera para o anel viário, seis assaltantes usaram dois caminhões para bloquear o trânsito, incendiando-os. Os vigilantes tentaram reagir e houve tiroteio. Dois seguranças ficaram feridos com estilhaços de bala e um não foi atingido, ainda de acordo com a polícia. Todos foram atendidos por equipes de resgate a passam bem.
Os ladrões fugiram pelo Anel Viário Magalhães Teixeira para a Rodovia Dom Pedro I sem levar o dinheiro. O helicóptero-águia da PM faz buscas pelos criminosos. O vigilante que está com o explosivo conversa com os policiais, segundo o major Marci Elber. "O objetivo da operação é a vida dele", diz Elber. Às 11h, o Gate colocou uma máscara de oxigênio no vigia e iniciou os trabalhos para desarmar a bomba. Um aparelho celular está preso ao explosivo.
Por volta das 10h45, a família foi liberada na região do Jardim Satélite Iris, em Campinas, de acordo com o major da PM.
Caminhão incendiado em ataque a carro-forte em Campinas (Foto: Bruna Stuppiello/G1Campinas)Caminhão incendiado em ataque a carro-forte em Campinas (Foto: Bruna Stuppiello/G1Campinas
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http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2012/07/carro-forte-e-atacado-e-vigilante-tem-bomba-presa-ao-corpo-em-campinas.html

domingo, 5 de fevereiro de 2012

LULA E A GREVE DA PM NA BAHIA

Coluna do Augusto NunesVEJA
Lula: ‘A PM pode fazer greve. O governo quis passar a impressão de que, sem policial na rua, todo baiano é bandido’

Lula acusou o governo da Bahia de ter provocado saques, arrastões e outros formas de violência, durante a greve da Polícia Militar, para que os líderes do movimento suspendessem a paralisação.  “Acho que, no caso da Bahia, o próprio governo articulou os chamados arrastões para criar pânico na sociedade. Veja, o que o governo tentou vender? A impressão que passava era de que, se não houvesse policial na rua, todo o baiano era bandido”.  Segundo o chefe do PT, nenhuma greve pode ser considerada ilegal. “‘A Polícia Militar pode fazer greve”, afirmou. “Minha tese é de que todas as categorias de trabalhadores que são consideradas atividades essenciais só podem ser proibidas de fazer greve se tiverem também salário essencial. Se considero a atividade essencial, mas pago salário micho, esse cidadão tem direito a fazer greve. Na Suécia, até o Exército pode fazer greve fora da época de guerra.”
O parágrafo acima foi extraído sem retoques de uma reportagem publicada em 26 de julho de 2001 pela Agência Folha, quando o palanque itinerante passou pela cidade gaúcha de Santa Maria. Entrevistado pelos jornalistas Luiz Francisco e Léo Gerchmann, fez declarações que não perdem o prazo de validade. Se valiam para o então governador César Borges, então no PFL, valem para o companheiro Jaques Wagner. É ele o culpado por tudo. Pelo menos na opinião de Lula.
Em 2001, o então deputado Jaques Wagner não só endossou o palavrório do chefe como resolveu nomear-se PM honorário, ajudando os grevistas com dinheiro e discursos. Neste fim de semana, Wagner mostrou que a cabeça do governador não tem parentesco com a do parlamentar. Passados dez anos e meio, mudou de pista bruscamente. Ele agora acha que é a PM que está por trás da onda de homicídios, saques e atentados que varre as principais cidades da Bahia.
“Não tenho dúvida de que parte disso é cometido por ordem dos criminosos que se autointitulam líderes do movimento”, descobriu o detetive de chanchada. “É uma tentativa de criar desespero na população para fazer o governo sucumbir, uma tentativa de guerra psicológica”. Conjugados, os falatórios do ex-presidente e do governador informam que a culpa muda de lado conforme a situação do PT. Se o partido está na oposição, a culpa é do governador adversário. Se está no poder, é dos grevistas.  Lula e Wagner merecem lugares cativos na confraria dos campeões do oportunismo irresponsável.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

REINTEGRAÇÃO: CENAS QUE NÃO QUEREMOS VER EM S. JOSÉ DOS CAMPOS/SP

A retirada de moradores que invadiram um terreno particular, no interior de São Paulo, terminou em confronto com a polícia. Cerca de duzentas famílias viviam na área, que virou uma favela, em Ribeirão Preto

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

ATENTADO EM FRENTE AO BATALHÃO DA PM EM S. JOSÉ DOS CAMPOS/SP


REGIÃO
Jornal O VALE
September 21, 2011 - 04:06

Bandidos atiram contra carro em frente ao Batalhão da PM

Atentado em frente ao batalhão em SJC
Aaron Kawai
Corregedoria da Polícia Civil está apurando a suspeita de participação de policiais civis no atentado
Filipe Rodrigues
São José dos Campos

A Corregedoria da Polícia Civil apura a suspeita de participação de policiais civis em um atentado contra o autônomo J.R.D.T, de 26 anos, na tarde de ontem em frente ao Batalhão da Polícia Militar, na região central de São José.

A vítima estava em um Gol azul e foi atingida de raspão no braço após ser perseguida desde o Vista Verde, na zona leste, até a entrada do Batalhão, onde buscou socorro.

A rota de perseguição incluiu até a via Dutra. Os bandidos atiraram pelo menos seis vezes contra o carro.

Os atiradores fugiram, mas câmeras, que ficam em frente ao Batalhão, podem ter flagrado toda a ação e contribuir para identificar o carro usado pelos bandidos.
Após receber tratamento no pronto-socorro da Vila Industrial, T. foi ouvido pela Polícia Civil e deve receber uma segurança especial.

Perseguição. Em depoimento à Corregedoria, a vítima afirmou que saía de sua casa, no Vista Verde, quando viu dois homens armados correndo em sua direção.

Ele fugiu e os homens entraram em um Celta Prata para persegui-lo. A vítima entrou na Dutra sentido São Paulo e, no km 147, entrou em São José.

Neste momento, por volta das 14h30, os bandidos fizeram vários disparos contra o carro. Foram pelo menos seis tiros, sendo que um acertou a vítima e outro furou o pneu do Gol. Os outros atingiram a porta do veículo.

O homem parou o carro na porta do Batalhão e pediu ajuda aos policiais.

A Polícia Científica esteve no local e um laudo deve ser disponibilizado em 30 dias.

“Pela consulta que fizemos, a vítima não possui passagem pela polícia e o carro está com a documentação em dia. Enquanto era atendido, ele disse que não conhecia os atiradores e que foi um assalto”, diz o tenente Antero Alves Baraldo, chefe de comunicação da PM.

A avenida Benedito Matarazzo, que dá acesso ao Batalhão, foi bloqueada parcialmente gerando lentidão àqueles que deixavam a Dutra.

Investigação.Para o delegado corregedor Antonio Álvaro Sá de Toledo, ainda não é possível precisar se há participação de policiais civis, mas há indícios, que serão apurados.

“As informações estão muito esparsas. Há muitos fatos, mas faltam pontos para ligá-los. Nenhuma hipótese está sendo descartada.”

O delegado assistente da seccional de Jacareí, Talis Prado Pinto, esteve no Batalhão e acompanhou a apuração. Ele não se pronunciou e o delegado corregedor não informou se algum policial de Jacareí figura entre os suspeitos.

“Precisamos ouvir testemunhas, aguardar mais provas e esperar, principalmente, pelo laudo da perícia”, diz Toledo.

Caso não haja participação de policiais, o caso irá para a DIG (Delegacia de Investigações Gerais).

Investigador segue iternado na UTISão José dos Campos

O investigador Jacques Soares Oliveira, 40 anos, continua internado em estado grave, na UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) do hospital municipal de São José.

Vieira, que trabalha na Ciretran (Circunscrição Regional de Trânsito) de Jacareí, levou dois tiros na cabeça na madrugada de sábado quando chegava em sua casa, no Jardim Imperial, zona sul de São José.

Até o momento, ainda não há pistas do atirador ou do que tenha motivado a tentativa de homicídio.

Duas cápsulas de um revólver calibre 45 foram encontradas dentro do carro da vítima, o que indica que os disparos foram feitos à queima-roupa e de dentro do veículo. Na segunda-feira, a Polícia Civil começou a colher depoimentos de parentes e amigos.

Entenda o caso
AtentadoUm homem sofreu uma tentativa de homicídio em frente ao Batalhão da Polícia Militar, na região central de São José

Apuração
O caso está sendo investigado pela Corregedoria da Polícia Civil, que investiga se teria havido a participação de policiais na tentativa de homicídio

DepoimentoAo ser ouvida, a vítima afirmou que foi seguida desde que saiu de sua casa e acha que os bandidos tentavam roubar seu carro

AcompanhamentoO delegado assistente da Seccional de Jacareí esteve no local do crime ontem e acompanhou os depoimentos; apesar disso, a Corregedoria não informou se há suspeita de que o crime tenha ligação com algum policial de Jacareí