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sábado, 23 de junho de 2012

I WANT TO DIE IS MY WILL! ( EU QUERO MORRER, É A MINHA VONTADE! )


Eles querem decidir como morrer

Quatro brasileiros contam por que se inscreveram numa clínica de suicídio assistido

FELIPE PONTES


Raquel (nome fictício), 68 anos, aposentada (Foto: Rodrigo Schmidt/ÉPOCA)


Raquel (nome fictício), uma aposentada paulistana, fala da própria vida com orgulho. “Aproveitei minha juventude, peguei muito sol, viajei pelo mundo, namorei, casei, tive duas filhas maravilhosas, me divorciei e trabalhei duro”, afirma. Aos 68 anos, mora sozinha num bairro nobre de São Paulo. Caminha diariamente, para ver a vizinhança e para não conviver com a bagunça que a reforma de sua cozinha anda provocando. Raquel é organizada. Dentro de um armário, na sala de estar, guarda uma pasta com instruções que poucos amigos seus conhecem e pouquíssimos se comprometeram a cumprir. Lá está escrito o destino que Raquel arquitetou para si: viajar até a Suíça, onde médicos, enfermeiros e psicólogos a aguardam numa clínica. Ela espera ser examinada e, uma vez aprovada, receber um copo com um barbitúrico misturado a 100 mililitros de água. A bebida, de gosto amargo, descerá em poucos goles. Cinco minutos depois, virá o sono. Em meia hora, promete a clínica, a senhora satisfeita com a vida estará morta. Há quatro anos, Raquel pagou R$ 400 para associar-se à Dignitas, organização suíça que cobra cerca de R$ 15 mil para ajudar pessoas a se matar. Entre os 6.261 inscritos, de 74 países, há dez brasileiros. Quatro deles revelaram a ÉPOCA por que decidiram planejar a própria morte.
capa da edição 736 - Eles querem decidir como morrer (Foto: revista ÉPOCA/Reprodução)
Na reportagem de capa da edição que chega às bancas e aos tablets (baixe o aplicativo) neste sábado, conheça a história dessas pessoas e como funciona a clínica especializada em morte. 
Sob que condições – se em alguma – seria moralmente aceitável que um ser humano tirasse a própria vida? Tal questão intriga filósofos desde a Antiguidade e persiste como tema de debate intelectual até os dias de hoje – a ponto de o escritor francês Albert Camus, um dos grandes pensadores do século XX, ter dito que o suicídio constitui a questão central de qualquer sistema de pensamento. Em outro texto da edição desta semana, o físico Stephen Hawking fala a ÉPOCA sobre sua aposta na vida: "Encerrar a própria vida seria um grande erro. Sempre é possível triunfar".

Argumentos na tela: filmes que discutem o suicídio assistido
  • Mar adentro (2004)
    Retrata a história verídica do marinheiro espanhol Ramon Sampedro (vivido por Javier Bardem), que ficou tetraplégico após mergulhar no mar e bater a cabeça num banco de areia. Fisicamente incapacitado de se matar, por cinco anos lutou na Justiça espanhola para fazer suicídio assistido. Derrotado, implora ajuda aos amigos. 
  • Menina de ouro (2004)
    A personagem Maggie Fitzgerald (papel que rendeu o Oscar a Hillary Swank), de família pobre, conquista a felicidade ao se tornar boxeadora. Durante um combate, Maggie quebra o pescoço e fica tetraplégica. Sem condições de lutar, ela pede que seu treinador, Frankie Dunn (Clint Eastwood), a mate como um gesto de carinho.
  • Você não conhece o Jack (2010)
    Conta a história de Jack Kevorkian (interpretado por Al Pacino), médico americano conhecido como Doutor Morte. Kevorkian, que lutou para tentar legalizar o suicídio assistido nos Estados Unidos, desafiou as cortes do país ao ajudar seus pacientes terminais a morrer na década de 1990. O médico passou oito anos preso por assassinato.
      

sábado, 22 de outubro de 2011

CUIDADO! IMAGENS FORTÍSSIMAS - CHINESES DEIXAM MENINA ATROPELADA DUAS VEZES ABANDONADA NA RUA




Internacional

Menina chinesa atropelada e ignorada morre em hospital 

A menina chinesa que foi atropelada duas vezes e ignorada por pedestres teve morte cerebral nesta sexta-feira (21) no hospital onde estava internada. As imagens do acidente circularam na internet durante esta semana, deixando a população indignada internacional indignada.
No vídeo, a menina Yue Yue foi atropelada por uma van, que fugiu sem prestar socorro. Após o acidente, pelo menos 18 pessoas passaram pela vítima acidentada e não prestaram socorro. Como se não fosse o suficiente, Yue Yue foi atropelada uma segunda vez por um caminhão que passava pelo local.
Cuidado, este vídeo tem imagens fortes:
As imagens foram flagradas pela câmera de vigilância do mercado e veiculadas pela rede de televisão local TVS. De acordo com a emissora, a menina andava pelo mercado onde seus pais têm uma loja. Depois de ser atropelada pela segunda vez, a criança foi movida para o canto da rua por um recolhedor de lixo que notou o acidente. 
A história ganhou repercussão na internet e deixou internautas revoltados. Na rede social Weibo - equivalente ao Twitter no Brasil - muitos levantaram a discussão sobre as questões sociais na China, afirmando que o país vem se tornando um "mundo sem moral". 


quarta-feira, 31 de agosto de 2011

CHINA - SUBORNO E TRÁFICO DE INFLUÊNCIA = MORTE



Ex-diretor da China Mobile é condenado à morte por aceitar suborno




Li Hua, ex-presidente da China Mobile na província de Sichuan, região sudoeste da China, foi condenado à morte --a pena pode ser comutada por peisão perpétua-- pelo Tribunal Popular da cidade de Panzhihua, informou a agência Xinhua nesta quarta-feira.
Esta sentença, que habitualmente é trocada por cadeia perpétua se o acusado tiver bom comportamento nos dois anos seguintes, condena Li por aceitar subornos no valor de 16,48 milhões de iuanes (US$ 2,58 milhões) e tráfico de influência.
O fato de o acusado ter se entregado e devolvido o dinheiro procedente dos subornos não serviu como atenuante.
Fontes da China Mobile consultadas pela agência Efe se recusaram a avaliar o caso de "um trabalhador que já não pertence à companhia e que, portanto, não conserva nenhum vínculo com a China Mobile".
Esta condenação se soma às do ex-subdiretor-geral da companhia, Zhang Chunjiang, e do também diretor Shi Wanzhong, condenados nos mesmos termos este ano.
Segundo o site da revista "Fortune", a companhia de telecomunicações chinesa ocupa o 77º posto entra as maiores empresas do mundo e durante os últimos dez anos esteve entre as 500 mais importantes em nível global.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Produtor de Amy coloca na internet versão inédita de 'Some Unholy War'

Salaam Remi trabalhou com a cantora nos álbuns 'Frank' e 'Back to Black'; ele disse ter perdido 'uma irmã'

24 de julho de 2011 | 18h 11
estadão.com.br
Texto atualizado às 18h59
Brian Kersey/AP/Arquivo/5ago2007
Brian Kersey/AP/Arquivo/5ago2007
Amy Winehouse em Chicago
LONDRES - Uma versão inédita da canção "Some Unholy War", de Amy Winehouse, pode ser ouvida pelos fãs da cantora, que morreu no sábado. O produtor Salaam Remi, que trabalhou com Amy nos dois álbuns da cantora, "Frank" (2003) e "Back to Black" (2006), divulgou pela internet a versão inédita.
Pela sua conta no Twitter, Remi escreveu que ficou "de coração partido quando Amy omitiu essa versão de 'Unholy War' de 'Back to Black' por que ela disse (que não colocaria)". A foto usada no perfil do produtor, tanto no Twitter como no Facebook, mostra Amy tocando guitarra, com fones de ouvido.

Foto usada por Remi nos perfis dele no Twitter e no Facebook
Até o momento, a versão inédita da canção já foi ouvida pelo menos 3,3 mil vezes, de acordo com os números da própria página do produtor, na qual ele disponibilizou o arquivo.
Segundo a Efe, Remi lamentou a morte da cantora, dizendo ter perdido "uma grande amiga e irmã". No Twitter, ele escreveu "não ouvi tiros nem vi sangue, mas sinto uma dor profunda em meu coração. Uma parte de mim morreu hoje. Descanse em paz, querida".
Equipes de resgate receberam na tarde de ontem um chamado para casa da cantora, na região de Camden, no norte de Londres, mas ela já estava morta ao chegarem. A polícia informou que a causa da morte está sendo tratada como "inexplicável", rejeitando especulações de que ela teria morrido de uma overdose de drogas como "inapropriada." O resultado da autópsia deve ser divulgado nesta segunda ou terça-feira.
Fãs da cantora britânica em todo o mundo e vizinhos deixaram um uma pilha de flores, velas e mensagens do lado de fora de sua casa, enquanto celebridades também prestavam tributos à Amy Winehouse.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Jornalismo da Record reconstitui plano da mulher que desejou a própria morte



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Um crime fora do comum: a história da mulher que, atormentada pelo sentimento de rejeição, encomendou a própria morte. Considerada muito inteligente e com um futuro brilhante, a advogada Giovana Matias Manzano, de 35 anos, alternava momentos de alegria com profunda tristeza e solidão. Nessa história, a face mais perversa de uma personalidade venceu e a mulher planejou a própria morte. Acompanhe o caso.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

ITAMAR FRANCO, POBRE E HONESTO!


O adeus do colecionador de singularidades, QUE MORREU POBRE E HONESTO!!!

O mineiro registrado em Salvador com o nome de Itamar por ter nascido a bordo de um ita no mar da Bahia já chegou ao mundo colecionando singularidades e paradoxos. Foi o que fez Itamar Augusto Cautiero Franco até o fim da vida: nos últimos cinco meses, por exemplo, reafirmou no Congresso que o destino determinou no dia do nascimento que aquele seria ─ ele sim ─  um homem incomum: aos 81 anos, mostrou-se o único senador da oposição disposto a combater o governo com o vigor e a determinação de um líder estudantil.
Diferente desde o berço, chegou ao Senado pela primeira vez em 1974, quando ainda era um político de província, empurrado pela onda de insatisfação com o regime militar. O fenômeno transferiu para Brasília, sem escalas, o prefeito reeleito de Juiz de Fora que nunca tivera votos fora do município. Integrante da bancada majoritária, obstruiu sozinho dezenas de sessões para impedir a aprovação de projetos que o desagradavam. Irretocavelmente honesto, aceitou ser candidato a vice de Fernando Collor. Sorte do Brasil: a decretação do impeachment seria muito mais complicada se o substituto fosse como o titular.
Impulsivo, temperamental, rompeu com o companheiro de chapa já no começo do mandato, mas não o atacou ostensivamente nem estimulou conspirações. Premiado pela conjunção de acasos com o cargo que todo político cobiça, adiou a posse por alguns dias para ficar ao lado da mãe enferma. Turrão, montou o primeiro governo de união nacional da história republicana. Como o PT preferiu hostilizá-lo, resolveu o problema à mineira: convenceu Luiza Erundina a representar no ministério o partido que ajudara a fundar.
Erundina foi suspensa pelos companheiros, mas ampliou coleção de espantos produzidos pelo novo presidente. Instalado no gabinete mais importante do país, irritava-se com jornalistas que o impediam de namorar em paz no cinema de Juiz de Fora. Avesso a exibicionismos, apareceu num camarote na Marquês de Sapucaí ao lado de uma modelo sem calcinha. (Num artigo na Zero Hora, creditei-lhe a invenção da primeira-dama por uma noite. Ele retrucou com uma carta manuscrita em que me acusava de fazer-lhe “oposição sistemática”).
Sem entender de economia, nomeou para o Ministério da Fazenda um sociólogo que, embora também pouco entendesse, acabaria dividindo com o presidente a paternidade do Plano Real. Só um Itamar Franco pensaria em tirar Fernando Henrique Cardoso do Ministério das Relações Exteriores para encarregá-lo de domar a inflação. Só um Itamar Franco daria plenos poderes à equipe de economistas recrutados por FHC que livraram o Brasil do pesadelo inflacionário. E só um Itamar Franco, depois de ter desencadeado o processo de ressurreição da economia em frangalhos, pensaria em ressuscitar o Fusca.
A Volkswagen voltou a fabricar o modelo pré-histórico a pedido do presidente, que amparou a reivindicação em motivos estritamente estéticos: ele achava bonito o carrinho feioso. Monoglota, fez questão de virar embaixador ao deixar o poder. Contemplado com postos disputados a cotoveladas por todos os diplomatas, não demorava a entediar-se: achava que os palácios e mansões onde morava ficavam muito longe de Minas em geral e, em particular, de Juiz de Fora. (Num artigo no Jornal do Brasil, recomendei-lhe que ficasse mais tempo no local de trabalho. Ele replicou com outra carta desaforada).
“O Itamar guarda os ódios na geladeira”, disse Tancredo Neves. Não sobrou espaço para estocar alguns ressentimentos que o atormentaram depois da passagem pela Presidência. O mais evidente distanciou-o de FHC ─ e, por algum tempo, aproximou-o perigosamente de Lula. “O Fernando não reconhece que foi eleito por mim e que o Plano Real aconteceu no meu governo”, zangou-se em incontáveis entrevistas. Fernando Henrique sempre revidou com elogios e manifestações de gratidão, mas só recentemente a reconciliação se consumou.
Feitas as contas, Itamar acertou bem mais do que errou. Mas bastaria a evocação da rara marca de qualidade que marcou o presidente morto na manhã deste sábado para garantir uma avaliação positiva: político em tempo integral desde a juventude, ele foi sempre franco, honesto e honrado. Num Brasil em decomposição moral, vai fazer muita falta.

quarta-feira, 9 de março de 2011

MARIO COVAS FAZ MUITA FALTA

Mário Covas faz muita falta
VEJA
Mário Covas morreu em 6 de março de 2001. Passados 10 anos, faz mais falta do que nunca. Em nome dos democratas brasileiros, a coluna homenageia o grande líder político brasileiro, em nome da decência e da moralidade!

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

MORTE SÚBITA - LEIA E TOME OS DEVIDOS CUIDADOS!


Entenda o que pode levar à morte súbita cardíaca

Os infartos nem sempre são causados por doenças coronarianas.
Arritmia pode dar sinais prévios e ser controlada.


Tadeu Meniconi


Do G1, em São Paulo







Frequência cardíaca será avaliada (Foto: TV Globo/Reprodução)

As arritmias são batimentos irregulares do coração,

ora mais rápido, ora mais devagar (Foto: Arquivo)

O caso da britânica de 18 anos que morreu depois de seu primeiro beijo no namorado chama a atenção para os problemas cardíacos. A jovem levava uma vida saudável e praticava natação e hóquei, mas morreu por causa de uma parada cardíaca.


É um alerta de que nem sempre os ataques do coração são causados por sedentarismo e hábitos alimentares. Há várias doenças com causas genéticas que podem provocar a arritmia cardíaca. Elas podem, inclusive, provocar a morte súbita por falhas no músculo, e não pelo entupimento de algum canal sanguíneo. As doenças provocadas por defeitos no músculo do coração são chamadas de miocardiopatias.


Segundo o Dr. Fernando Cruz, chefe do setor de arritmia do Instituto Nacional de Cardiologia, há duas miocardiopatias que estão bastante relacionadas à morte súbita.

Na miocardiopatia hipertrófica, há um aumento no tamanho do músculo, o que causa arritmia. Na displasia arritmogênica do ventrículo direito, células do músculo cardíaco morrem e são substituídas por células adiposas – de gordura, mas sem nenhuma relação com a alimentação. Estas duas doenças podem ser detectadas por meio de exames e tratadas com medicamentos.


Cardiopatias primariamente elétricas

Mas há também doenças que não se tratam de falhas no músculo, e sim de falhas elétricas no funcionamento do coração. Elas são conhecidas como cardiopatias primariamente elétricas e não podem ser detectadas pela necrópsia, já que não há alteração visível no órgão.


“O coração estruturalmente é normal, mas eletricamente a ativação dele é anormal, porque existe uma mutação genética que determina que ocorram algumas alterações que possam causar a arritmia maligna”, explica o médico. Este tipo de doença pode se manifestar desde o período fetal até o período de adulto jovem.


Como tratar

A arritmia cardíaca apresenta sintomas como taquicardia, desmaios e convulsões. Este último, aliás, pode causar uma confusão perigosa no diagnóstico. “Em algumas crianças que têm arritmias graves, como os sintomas são parecidos, muitas vezes são rotuladas como epilepsia”, afirma Cruz.


O médico alerta que as crianças nem sempre sabem descrever o que sentem quando têm taquicardia. Elas podem simplesmente acusar dor no peito ou ficarem quietas de repente. Nesta hora, cabe aos pais colocar a mão no peito delas e conferir se o batimento está normal.

Quem pratica esportes regularmente e nota alguma coisa anormal em algum momento específico também tem que ficar em alerta.

Em caso de dúvidas, o ideal é sempre procurar um médico e, se preciso, um cardiologista. O exame de eletrocardiograma aponta possíveis doenças e existem medicamentos eficientes para tratá-la.


A morte súbita pode acontecer em casos de estresse e excitação – como pode ter sido o caso da britânica em seu primeiro beijo no namorado.