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terça-feira, 12 de julho de 2011

CARREFOUR, BNDES, PÃO DE AÇÚCAR, ABÍLIO DINIZ, GLOBO, O ASTRO...

'MERCHAN'
O Carrefour estará no centro da novela "O Astro", que estreia hoje, na Globo. A família Hayalla, comandada por Salomão (Daniel Filho), será dona da rede. Por um patrocínio milionário, a trama vai destacar que a empresa tem preços atraentes e competitivos.

sábado, 2 de julho de 2011

ABÍLIO DINIZ, O ESPERTALHÃO QUERIDINHO DOS GOVERNANTES BRASILEIROS QUE LHE DEVEM " FAVORES"!!!


01/07/2011
 às 18:08 \ Direto ao Ponto
Coluna do Augusto Nunes
Revista VEJA

A fusão do Pão de Açucar com o Carrefour: o BNDES entra com R$4 bilhões para favorecer um empresário de estimação

Ao implodir todas as falácias forjadas pelo governo e pela direção do BNDES para explicar a inexplicável injeção de R$4 bilhões na fusão do Pão de Açúcar e do Carrefour, o artigo de Carlos Alberto Sardenbergpublicado na seção Feira Livre deixou claro que a operação foi montada para favorecer o empresário Abílio Diniz. Para confirmar em última instância o curto e preciso diagnóstico do senador Aloysio Nunes Ferreira, que qualificou o negócio de “absurdo e escandaloso”, só faltava a entrada em cena do advogado Márcio Thomaz Bastos. Agora não falta mais nada: ao contratar o advogado-geral do Planalto para representá-lo, Abílio produziu simultaneamente uma confissão de culpa e outro indício veemente  de que o governo se meteu em outra enrascada de bom tamanho.
Criminalista talentoso, Márcio vem esbanjando inventividade desde 2005, quando abandonou as funções de ministro da Justiça para livrar da cadeia os quadrilheiros do mensalão. Transformou crime em erro, ladrão em tesoureiro distraído e produto do roubo em recursos não-contabilizados. Decerto encontrará alquimias menos bisonhas que as apresentadas pelos trapalhões federais. O mais recente se ampara na necessidade de defender a pátria ameaçada por vorazes concorrentes internacionais. “O patriotismo é o último reduto dos canalhas”, disse o escritor inglês Samuel Johnson. Como qualquer generalização, essa também é perigosa. Mas se aplica exemplarmente aos nacionalistas de araque em ação neste início de inverno.
“O mérito da operação é criar maioria nacional num conglomerado internacional”, recitou nesta quinta-feira o mineiro Fernando Pimentel, que ganhou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior por ter naufragado na tentativa de virar senador. O fervor nacionalista contagiou o vice-presidente do BNDES, João Carlos Ferraz: “A bandeira verde e amarela é sempre importante”, declamou a jornalistas interessados em saber se a doação bilionária tem motivações técnicas ou políticas. Se fosse tão importante assim, deixaram de replicar os repórteres, o banco não estaria financiando aventuras em Cuba, na Venezuela e em outras paragens controladas por parentes ideológicos do PT.
É muito cinismo, berram os fatos. Até as gôndolas dos supermercados sabem que Abílio Diniz foi um generoso patrocinador das campanhas eleitorais de Lula e Dilma Rousseff. Tornou-se amigo de infância de Lula e continua a entrar sem bater nos gabinetes federais ocupados por quem manda.  Por algum motivo, arrependeu-se de ter vendido o controle do Pão de Açúcar aos sócios franceses do grupo francês Casino, resolveu romper o contrato e, para manter-se entre os barões do reino, pensou na fusão com o Carrefour. Se a ideia fosse boa, não lhe faltariam parceiros na iniciativa privada. Como só ele sairá ganhando, foi cobrar a conta dos favores prestados aos amigos no poder.

CASINO, JOGO DURO CONTRA ABÍLIO DINIZ


Casino quer a parte de Abílio no Pão de Açúcar

Grupo deve levantar US$ 1,4 bilhão com oferta de ações da rede colombiana Exito e pode fazer contraproposta pela fatia do empresário na varejista brasileira

Fachada do Grupo Casino em Paris
Casino também reforçou sua participação no Grupo Pão de Açúcar em 6% (Eric Piermont/AFP)
A rede colombiana Exito, do grupo Casino, anunciou que pretende fazer um aumento de capital na bolsa de Bogotá que poderá levantar 1,4 bilhão de dólares (ou 2,2 bilhões de reais). O movimento, além de fortalecer a presença do grupo francês na América Latina, servirá também para capitalizar o Casino para uma possível oferta pela participação de Abílio Diniz no Grupo Pão de Açúcar. As informações foram divulgadas pela assessoria de imprensa do grupo na manhã desta sexta-feira.
Com base nos valores do fechamento de quinta-feira, a participação da família Diniz na varejista brasileira seria de 4 bilhões de reais (sendo 1,5 bilhão por meio da holding Wilkes). O movimento de consolidação da participação acionária no Pão de Açúcar é a forma encontrada pelo Casino reafirmar seu compromisso de expansão na região, além de reiterar sua negativa à fusão da companhia com seu rival, o Carrefour.
Na última quarta-feira, o Casino reforçou sua participação no Pão de Açúcar comprando 1,1 bilhão de dólares em papeis da empresa – aumentando, desta maneira, sua fatia para 43,1% do capital social. Na hipótese de o negócio com o Carrefour ser fechado, esse aumento garantiria ao Casino 35% do controle do Novo Pão de Açúcar – o equivalente à participação de Abílio Diniz somada à da BNDESPar, a divisão de participações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Na última quinta-feira, o Casino também anunciou que a rede colombiana poderá utilizar parte dos recursos arrecadados para comprar as filiais uruguaias do Casino (Disco e Devoto) por 746 milhões de dólares.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

BNDES, A SERVIÇO DOS PODEROSOS...



 
29/06/2011 - 10:17


 

Negócios

Revista VEJA

Novo Pão de Açúcar: um negócio em que o BNDES não deveria estar

Como entidade que trabalha com dinheiro público, o BNDESPar deveria seguir o interesse público na hora de fazer suas apostas. Não é o caso dessa fusão

Ana Clara Costa e Beatriz Ferrari
Abilio Diniz
Abilio Diniz, do Pão de Açúcar: jogada ousada (Edu Lopes)
A tese fraca da "internacionalização" é a única que pode ser esgrimida para justificar a presença do BNDESPar na transação
A fusão de Pão de Açúcar e Carrefour, em estudo oficialmente desde esta terça-feira, deverá contar, como já se tornou praxe em anos recentes, com a participação bilionária do BNDESPar, o braço de investimentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O aporte, mais precisamente, será de cerca de 4 bilhões de reais (ou 1,7 bilhão de euros). Como todo fundo de investimentos, o BNDESPar rastreia o mercado em busca de oportunidades. Não há dúvida que participar da união de duas gigantes do varejo é uma oportunidade extraordinária. Como entidade que trabalha com dinheiro público, no entanto, o BNDESPar deveria obedecer também ao interesse público na hora de fazer suas apostas. E, a menos que se dê a ele uma definição muitíssimo ampla, esse interesse não entra na equação que reúne Pão de Açúcar e Carrefour. 

Em comunicado ao mercado, o BNDES procurou explicar as razões por que pretende apoiar o negócio. “Caso o projeto em questão se concretize", diz a nota, "o grupo assumirá uma posição estratégica no Carrefour, um dos maiores varejistas globais, abrindo caminho para maior inserção de produtos brasileiros no mercado internacional.” É um argumento duvidoso. O Carrefour global teria de se transformar, incondicionalmente, na Grande Distribuidora de Produtos Brasil para justificar um investimento tão volumoso de nosso banco estatal de fomento. Isso não vai acontecer. A venda de produtos brasileiros em supermercados estrangeiros da gigante que está nascendo deverá se observar na exata medida em que faça sentido econômico. Nem mais, nem menos.
Infográfico: o passo a passo da operação Carrefour-Pão de Açúcar

A tese fraca da "internacionalização" é a única que pode ser esgrimida para justificar a presença do BNDESPar na transação. Nenhum dos outros argumentos clássicos usados para defender a ideia - por si só questionável - da presença do estado no comando de empresas se aplica. O setor de varejo não traz o chamado "retorno social", ao contrário do de infraestrutura ou comunicações. Não precisa de fomento especial, como o de inovação tecnológica. E tem crescido a taxas expressivas sem ajuda: sua expansão chegou a 10,9% no ano passado - bem acima do crescimento do PIB, que ficou em 7,5%. O Grupo Pão de Açúcar faturou 37,8% a mais que no ano anterior (considerando a aquisição das Casas Bahia), enquanto o Carrefour cresceu 33,7%. 

Qual o tipo de interesse público contemplado pela compra de um naco do Novo Pão de Açúcar pelo BNDES? Segundo o economista Mansueto Almeida, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), um órgão do governo, a resposta é: “nenhum”. “Estamos falando de grandes empresas com boa saúde financeira. Não seria difícil encontrar parceiros privados para tomar parte nessa operação", diz Almeida. “Precisamos do BNDES para financiar projetos sociais, ou para ajudar áreas de ponta como a biotecnologia e a TI a progredir. Não para atuar no varejo.” Quando o estado decide ajudar o Pão de Açúcar e o Carrefour a vender papel higiênico, vinho francês, salsicha e televisores, são os donos do Pão de Açúcar e do Carrefour que mais se beneficiam, e não o contribuinte.
Leia também: Carrefour-Pão de Açúcar será desafio para o Cade

Sinal negativo - A operação tem mais um ponto problemático. Atualmente, o Pão de Açúcar tem outro sócio francês, o grupo Casino. Esse grupo não foi informado das negociações com o Carrefour. “Essa operação envia um sinal negativo ao mercado. Mostra que o governo aceita participar de um negócio que, até onde se sabe, foi feito em prejuízo de um investidor estrangeiro", diz o executivo de um banco de investimento que preferiu não ter seu nome revelado.

Teoricamente, a situação do Casino não seria tão ruim. Se o negócio se concretizar, ele poderá ficar com 29% do capital total do Novo Pão de Açúcar – o que o colocaria na confortável posição de maior acionista individual da empresa. No entanto, a proposta ganha ares de emboscada quando imagina que, alinhados na operação, Abílio Diniz e BNDES teriam, juntos, 35% do capital do total da empresa em gestação. Esse percentual seria suficiente para eleger, por exemplo, o presidente do conselho. “O Casino colocou muito dinheiro nessa empresa e agora está nessa situação. Fica uma interrogação na cabeça de que pretende investir no Brasil”, afirmou ao site de VEJA um executivo ligado ao Casino.
Leia também: "Carrepão" seria líder incontestável do varejo brasileiro

O BNDES vinha se reunindo com o Grupo Pão de Açúcar há mais de seis meses, com o objetivo de estudar "alternativas de expansão". Foi nesse período que a consultoria de fusões e aquisições Estáter e o BTG Pactual começaram a estruturar um plano de fusão, com o acompanhamento de Abílio Diniz, presidente do conselho do Pão de Açúcar, e do fundo Blue Capital – acionista majoritário do grupo francês Carrefour. Em maio, a informação das conversas vazou. Nas semanas seguintes, Diniz emitiu diversos comunicados ao mercado negando com veemência qualquer operação. Nesta terça-feira, uma proposta concreta foi anunciada. O desfecho do caso virá em 60 dias – provavelmente, com a participação do banco estatal brasileiro, que se prepara para dar cacife a mais um “campeão nacional”.
(Com reportagem de Derick Almeida)

quarta-feira, 29 de junho de 2011

HOMENS DE DUAS PALAVRAS - " NÃO MANTÊM EM PÉ O QUE FALAM OU ESCREVEM SENTADOS..."

PARIS e SÃO PAULO - O Casino praticamente declarou guerra ao empresário Abilio Diniz. Em um comunicado, o grupo promete lutar contra a fusão entre Pão de Açúcar e Carrefour. Segundo o jornal "Le Monde", Diniz teria tentado se encontrar na segunda-feira com o executivo-chefe do Casino, Jean-Charles Naouri, mas este se recusou a recebê-lo depois de saber que o sócio fora antes ao Carrefour.
O porta-voz do Casino, Frédéric Rosselet, foi lacônico ao ser perguntado sobre o assunto:
- Eles não se encontraram. Se ele tentou se encontrar, não sei, é melhor perguntar a Abilio Diniz.
As primeiras linhas do comunicado do Casino já deixam claro o clima de animosidade. O grupo contesta o caráter espontâneo da proposta de fusão iniciada pela Gama, sociedade criada pelo grupo financeiro BTG Pactual. Além disso, denuncia negociações "secretas e ilegais".
"(...) Não se trata de uma proposta espontânea da Gama, veículo de investimento, mas, sim, de um projeto de operação financeira preparado de longa data e ilegalmente pelo Carrefour e por Abilio Diniz", diz um trecho. O Casino ainda frisa que tem o poder de se opor ao projeto de fusão, lembrando que, pelos contratos de sociedade com Diniz, nenhuma negociação pode ser feita sem a sua concordância.
  • seu avatar
    Alvaro Pedroum segundo atrás
    E o BNDES com isso? É dinheiro do povo para ajudar um empresário dengoso, que não manteve sua palavra? Grupo Casino, processem o Diniz e façam valer o que está escrito! E o governo brasileiro, que governe para o povo brasileiro. Lastimável!!!

BNDS - DINHEIRO DO POVO PARA " SOCORRER" ABÍLIO DINIZ


Gigante do varejo envolveria governo, Diniz e rivais franceses

28 de junho de 2011 | 14h28
Sílvio Guedes Crespo
Jornal Estadão
Atualizado às 19h34
Circulam na internet notícias das mais diversas fontes sobre o que pode vir a ser o maior negócio do setor varejista brasileiro. Em meio a esse emaranhado ainda mal detalhado, o Radar Econômico selecionou informações essenciais.
Abilio Diniz, presidente do conselho do Grupo Pão de Açúcar, maior varejista brasileiro, quer que sua empresa se junte à segunda maior rede de supermercados em atuação no País, o Carrefour, tornando-se líder isolado no Brasil, com 2.386 lojas. Para isso, no entanto, ele ainda terá que fechar acordo com muita gente.
Concretamente, a criação deste gigante varejista só pode ocorrer após um acordo envolvendo governo, a família Diniz e dois grupos franceses, rivais entre si na França e no Brasil: o Casino e o Carrefour. E o Casino não se mostrou favorável; ao contrário, acusou Diniz de negociação ilegal, como relatou a jornalista Daniela Milanese, correspondente da Agência Estado em Londres.
Nesta terça-feira, o Carrefour anunciou, por uma nota em seu site internacional, que recebeu uma proposta de fundir seus ativos brasileiros com o Pão de Açúcar (ou CBD, Companhia Brasileira de Distribuição).
A proposta é de uma transação complexa, mas que, em última análise, consistiria na criação de uma empresa com a participação dos atuais donos do Pão de Açúcar (Casino e família Diniz) e do Carrefour.
pao_carrefour_nova_450.jpg
 Mão do Estado
Essa nova companhia seria criada com uma injeção de capital de € 2 bilhões do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social) e do banco BTG Pactual. Pela proposta, a maior parte desses recursos (€ 1,7 bilhão) pode vir do banco de fomento. Além disso, a instituição financeira federal emprestaria €  500 milhões para o novo grupo varejista.
Quem fez a proposta ao Carrefour foi a Gama, um fundo administrado pelo BTG Pactual. É a Gama que passará a se chamar Novo Pão de Açúcar, se o negócio for fechado, e se tornará o maior acionista do Carrefour, com ao menos 11,7% de participação.
Diniz afirmou, à colunista Sonia Racy, do Estadão, que está tentando acordo com Casino. O Carrefour anunciou que seu conselho de diretores avaliará a proposta “nos próximos dias”. O BNDES também analisa a sugestão.
O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), que avalia se a fusão configura monopólio, ainda não foi oficialmente informado.
Entenda
O gráfico abaixo, divulgado em comunicado da Gama, mostra como seria a estrutura acionária do novo grupo:
pao_de_acucar_carrefour_gama_.jpg
O gráfico mostra que o Carrefour França teria 50% da nova empresa (no quadro cinza, com o nome CBD Brazil). A outra metade do CBD Brazil pertenceria à Gama. Esta mesma Gama, por sua vez, teria ao menos 11,7% do Carrefour França, sendo o maior acionista da empresa francesa.
Ainda falando da Gama, ela seria controlada pelos atuais acionistas do Grupo Pão de Açúcar (CBD), incluindo a família Diniz e o Casino. Juntos, os acionistas do Grupo Pão de Açúcar passariam a ser proprietários de 78,6% das ações da Gama. Os 21,4% restantes da Gama pertenceriam ao BNDESPar e ao BTG Pactual. A proposta não especifica qual a parcela que o banco de fomento teria isoladamente.
A BlueCapital, citada no diagrama acima, é um acionista do Carrefour na França. Trata-se de uma empresa controlada pelo bilionário francês Bernard Arnault, dono do grupo de luxo LVHM.
Quem ganha
Uma análise publicada no site do “Wall Street Journal” afirma que o “real beneficiário dessa negociação parece ser a Gama, que é financiada pelo governo brasileiro”.
O mesmo texto considera que Abilio Diniz também sai ganhando nessa história. As ações da CBD, por sinal, têm forte alta na bolsa brasileira nesta terça-feira.
“Para o Carrefour, é uma transação sensível. Eles abrirão mão de parte do controle de sua própria estratégia”, disse à agênciaBloomberg o analista Chris Hogbin, da Sanford C. Bernstein.
Briga
Antes de começar a costurar essas negociações com o Carrefour, o empresário Abilio Diniz estava prestes a perder o controle da empresa fundada por seu pai. Em 2006, o Grupo Pão de Açúcar recebeu capital do Casino e, em troca, prometeu que em 2012 a rede de supermercados brasileira passaria para as mãos dos franceses.
Em maio, a imprensa francesa noticiou que Diniz havia procurado o Carrefour para fazer uma proposta de fusão. A notícia irritou o Casino, que recorreu à Câmara Internacional de Comércio para impedir o negócio. Agora, Diniz tenta convencer os donos do Casino de que o negócio será bom também para eles.

sábado, 4 de junho de 2011

COITADINHOS, VÃO TER DE USAR O METRÔ!!!

Bilionários mas sem jato

Alguns bilionários brasileiros, como Roberto Irineu Marinho, Jorge Paulo Lemann e Abilio Diniz, receberam uma má notícia nos últimos dias. Os três são proprietários do Falcon 7X, o jato executivo de alto luxo produzido pela francesa Dassault. O brinquedinho de uns 45 milhões de dólares, com capacidade para até dezenove passageiros, foi proibido de decolar pelo fabricante, após uma recomendação da Easa, a equivalente europeia da Anac.

O motivo foi um defeito no sistema de controle de voo de um Falcon 7X em procedimento de pouso na Malásia. As causas do problema estão sendo investigadas. Até lá, toda a frota deve ficar no chão.

Por Lauro Jardim