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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Sony Internet Player
Sony Internet Player faz qualquer TV navegar na internet
TV Estadão | 20.01.2013
Com sistema de TV do Google, uma pequena caixinha preta transforma qualquer TV com entrada HDMI em uma SmartTV. Para os jornalistas do Link, o aparelho é ainda melhor que a Apple TV
sábado, 15 de setembro de 2012
EDMUNDO LUIZ PINTO BALTHAZAR, DIRETOR DO GOOGLE TEM PRISÃO DECRETADA
Juiz da Paraíba manda PF prender diretor do Google no Brasil
O Google divulgou uma nota sobre o assunto, dizendo "que vai recorrer da decisão da Justiça Eleitoral do estado da Paraíba
O juiz da propaganda eleitoral de mídia e internet de Campina Grande (PB), Ruy Jander, decretou nesta sexta-feira (14) a prisão do diretor geral do Google no Brasil, Edmundo Luiz Pinto Balthazar, residente em São Paulo, acusado de crime de desobediência. O magistrado determinou que a Polícia Federal efetue a prisão de Balthazar e que ele só seja liberado mediante pagamento de fiança, após comprovação do cumprimento da ordem judicial. O Google divulgou uma nota sobre o assunto, dizendo "que vai recorrer da decisão da Justiça Eleitoral do estado da Paraíba por entender que ela viola garantias fundamentais, tais quais a ampla defesa, o devido processo legal e a liberdade de expressão constitucionalmente assegurada a cada cidadão".
Para a Justiça Eleitoral da Paraíba, o diretor do Google desobedeceu à Justiça, porque teria ignorado sua determinação de retirar do Youtube um vídeo postado por um site denominado "Humor Paraíba". No vídeo, o candidato a prefeito líder nas pesquisas em Campina Grande, Romero Rodrigues (PSDB), é chamado de burro numa montagem feita com o personagem Chaves.
No vídeo, Rodrigues apresenta propostas para a educação e, ao se referir ao Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), ele troca a palavra "desenvolvimento" por " desempenho". Em seguida, aparece Chaves dizendo: "Que burro, dá zero pra ele". Segundo o juiz, Balthazar foi notificado e se defendeu. Na defesa, ele pediu que o juiz reconsiderasse o pedido de prisão, que foi negado.
Como o vídeo não foi retirado do Youtube, o juiz considerou que houve crime de desobediência. Jander disse na decisão que o Google se recusou dolosamente de cumprir a ordem da Justiça Eleitoral. "Conforme informação da parte atingida pela propaganda ridicularizante, há de se adotar as medidas necessárias para que o poderoso provedor de internet respeite a legislação brasileira e as autoridades constituídas", afirma o juiz.
Segundo ele, 'trata-se de crime descrito no artigo 347 do Código Eleitoral, que, enquanto não cumprida a ordem, permanece ocorrendo, razão pela qual determino a imediata prisão em flagrante do senhor Edmundo Luiz Pinto Balthazar".
O Google emitiu a seguinte nota: "O Google vem a público esclarecer que vai recorrer da decisão da Justiça Eleitoral do estado da Paraíba por entender que ela viola garantias fundamentais, tais quais a ampla defesa, o devido processo legal e a liberdade de expressão constitucionalmente assegurada a cada cidadão. O Google acredita que os eleitores têm direito a fazer uso da Internet para livremente manifestar suas opiniões a respeito de candidatos a cargos políticos, como forma de pleno exercício da Democracia, especialmente em períodos eleitorais. O Google não é o responsável pelo conteúdo publicado na Internet, mas oferece uma plataforma tecnológica sobre a qual milhões de pessoas criam e compartilham seus próprios conteúdos".
quarta-feira, 27 de junho de 2012
XUXA E O SEU "AMOR ESTRANHO AMOR"
Justiça libera fotos de Xuxa nua em pesquisas na internet
O STJ DÁ RAZÃO AO GOOGLE EM AÇÃO MOVIDA PELA APRESENTADORA EM OUTUBRO DE 2010 PEDINDO QUE O SITE DE BUSCA NÃO MOSTRASSE QUALQUER LINK QUE A RELACIONASSE COM AS PALAVRAS "PORNOGRAFIA" E "PEDOFILIA"
27 de Junho de 2012 às 05:52
247 – Pesquisas no Google que relacionem a apresentadora Xuxa com as palavras "pornografia" e "pedofilia" foram liberadas pela Justiça. Leia na matéria da Folha:
O STJ (Superior Tribunal de Justiça) deu ganho de causa ao Google em uma ação movida pela apresentadora Xuxa Meneghel. Imagens e vídeos em que ela apareça nua ou encenando atos sexuais não poderão ser retirados dos resultados da pesquisa.
Xuxa entrou em outubro de 2010 na Justiça do Rio pedindo que o site de busca não mostrasse qualquer link de sites que a relacionassem com as palavras "pornografia" e "pedofilia".
Juntas, as palavras levam ao filme "Amor Estranho Amor", filmado em 1979, em que ela aparece tendo relações com um garoto de 12 anos.
O STJ decidiu que os sites de busca não podem ser obrigados a limitar resultados, já que são apenas o meio de acesso ao conteúdo e não os responsáveis pela publicação. A decisão se estende às demais companhias do setor.
Xuxa ainda pode recorrer. A assessoria da apresentadora não foi localizada.
sexta-feira, 9 de março de 2012
ECAD NÃO PODE COBRAR DOS BLOGUEIROS, SEGUNDO O GOOGLE
Ecad não pode cobrar de blogs que usam vídeo do Youtube, diz Google
Gigante das buscas diz que vê ação do órgão com 'surpresa e apreensão'.
Ecad diz que tem embasamento legal para cobrar taxas de blogs.
Do G1, em São Paulo
O Google divulgou, nesta sexta-feira (9), uma nota dizendo que o acordo assinado entre a empresa e o Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) “não permite nem endossa o ECAD a cobrar de terceiros por vídeos inseridos do YouTube”. Na quarta-feira, o orgão afirmou que tem embasamento legal para cobrar taxas de blogs que utilizam vídeos hospedados no site do Google.
“Vemos com surpresa e apreensão o recente movimento do Ecad na cobrança direta a usuários da ferramenta de inserção ("embed") do Youtube”, disse Marcel Leonardi, diretor de políticas públicas e relações Governamentais do Google Brasil, em um post no blog da empresa (leia o post no blog do YouTube Brasil). A ferramenta “embed” permite que os vídeos sejam colocados nas páginas de blogs e outros sites –assim, eles não precisam ser vistos na página do próprio YouTube.
Leonardi lembrou que o Google e o Ecad têm um acordo assinado. Segundo ele, durante as negociações, “tomamos um enorme cuidado para assegurar que nossos usuários poderiam inserir vídeos em seus sites sem interferência ou intimidação por parte do Ecad”. O representante do Google diz que reconhece o papel do órgão no Brasil, mas o contrato não permite a coleta de pagamento dos usuários.
De acordo com o Google, o Ecad não pode fazer a cobrança dos blogs porque, na prática, esses sites não hospedam ou retransmitem qualquer conteúdo ao associam um vídeo do YouTube á sua página (por meio da ferramenta de “embed”). “Como esses sites não estão executando nenhuma música, o ECAD não pode, dentro da lei, coletar qualquer pagamento sobre eles”, afirmou Leonardi.
O executivo do Google também se diz preocupado com o conceito do Ecad sobre o que seria uma “execução pública na Internet”. “Tratar qualquer disponibilidade ou referência a conteúdos online como uma execução pública é uma interpretação equivocada da Lei Brasileira de Direitos Autorais”, disse.
Leonardi finaliza o post dizendo que o Google espera “que o Ecad pare com essa conduta e retire suas reclamações contra os usuários que inserem vídeos do YouTube em seus sites ou blogs”.
Os usuários que colocam seus vídeos no Youtube podem escolher se querem que o vídeo seja incorporado a outro site por meio do “embed”
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quinta-feira, 1 de março de 2012
GOOGLE - ATENÇÃO!!!
Internet
Revista VEJA
Google altera política de privacidade. Saiba o que muda
Termos de uso de mais de 60 serviços são unificados nesta quinta-feira. Quem não concordar com regras, terá de se desligar de sites e aplicações
Rafael Sbarai
Segundo a empresa, mudanças permitem aos usuários realizar buscas com maior precisão (Jeff J Mitchell/Getty Images)
O Google promove nesta quinta-feira a maior mudança em sua política de privacidade desde a criação da companhia, em setembro de 1998. Os termos de uso de mais de 60 serviços estão sendo substituídos por um único texto. Caso o usuário não concorde com o modelo, não há alternativa: será obrigado a desativar ou abandonar os serviços do gigante de buscas. Confira a seguir as mudanças mais relevantes. Continue a ler a reportagem
Os novos termos de uso do Google – e a sua privacidade na rede
Com a unificação, Gmail, YouTube e Google Maps, entre outros, obedecerão a um único conjunto de regras. Quatro produtos ficarão de fora: o navegador e o sistema operacional Chrome e os serviços Books e Wallet
| O que muda no dia a dia do usuário | O Google vai combinar informações sobre usuários proveniente dos serviços: com mais dados à disposição, vai dirigir, com mais precisão, os anúncios exibidos a cada pessoa. A mudança influenciará também as buscas feitas nos serviços: a tendência é que elas apresentem resultados mais afinados com os interesses do usuário. |
| Dados privados que o Google recolhe e armazena | Informações fornecidas pelo usuário – como nome, endereço de e-mail, número de telefone ou cartão de crédito. Informações solicitadas pelos serviços – como os seguintes registros: modelo de hardware, versão do sistema operacional, chamadas telefônicas (números de origem e destino, data, horário) e SMS, endereço IP, navegação (modelo de browser), geolocalização, uso de aplicativos e requisições de buscas. |
| Dados privados que o Google compartilha com terceiros | O Google garante que não compartilha informações privadas, exceto nas seguintes circunstâncias: 1) com consentimento do usuário 2) para processamento de dados: nesse caso, as informações poderão ser repassadas a companhias afiliadas ou parceiras 3) por razões legais: para cumprir leis e atender a investigações, detectar fraudes e zelar pela segurança dos próprios serviços |
| Opções de escolha do usuário | O usuário terá condições de optar por: 1) autorizar terceiros ou sites a acessar dados do perfil 2) visualizar, editar e desativar anúncios personalizados 3) controlar quais conteúdos são compartilhados na rede de contatos |
Em fevereiro, autoridades de proteção de dados da União Europeia (UE) solicitaram a Larry Page, CEO da empresa, a paralisação do processo de unificação das políticas de uso. A alegação é que a reformulação não protege totalmente os usuários dos serviços.
Na semana passada, um juiz federal dos Estados Unidos rejeitou uma ação da entidade americana de defesa da privacidade na rede Electronic Privacy Information Center que exigia a suspensão da unificação. A Epic argumentou que a companhia passará a combinar dados dos usuários provenientes de diferentes plataformas sem consentimento do principal interessado: o dono da informação.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Google lança versão em tempo real do serviço Transit
08/06/2011 - 12:25 - ATUALIZADO EM 08/06/2011 - 12:26
Google Transit dá informações sobre horários de ônibus, metrôs e trens metropolitanos, além de traçar rotas de transporte público em algumas cidades. Agora ele será alimentado com informações em tempo real, para evitar atrasos
REDAÇÃO ÉPOCA
TEMPO REAL O aplicativo Google Transit sendo usado em um celular. Informações sobre a situação das linhas de transporte público em tempo real são o destaque.
O Google lançou, nesta quarta-feira (8), o início do serviço Google Transit em tempo real. O Transit é uma ferramenta da empresa integrada ao Google Maps que oferece, em algumas cidades do mundo, informações sobre os sistemas de transporte públicos e consegue traçar rotas de ônibus, trens e metrôs. Até hoje, porém, ele não era capaz de informar sobre atrasos e condições do tráfego.
Seis cidades do mundo - São Francisco, Portland, San Diego, Boston, Turim e Madrid - contam, já a partir desta quarta, com o serviço, disponível nos celulares com o sistema operacional Android O.S. 1.6 e em computadores.
“A partir de agora, o Google Maps para celular e para computadores pode lhe dizer quando seu transporte vai realmente chegar com as atualizações em tempo real do trânsito”, diz o blog do Google. Até então, o Transit só mostrava o horário que o ônibus, por exemplo, deveria passar, sem contar com o trânsito.
Na cidade de São Paulo, por exemplo, aonde o sistema está disponível em parceria com a Secretaria de Transportes, o Google Transit avisa o horário que o ônibus deveria passar em determinado ponto, mas isso quase nunca pode ser levado em consideração. O caótico trânsito da cidade sempre causa atrasos que podem chegar a mais de 15 minutos.
“Quando você clicar em um ponto de transporte público agora com o Google Maps, e houver qualquer tipo de atraso ou alertas relacionados àquela linha, um novo ícone ‘horários de partida em tempo real’ aparecerá, junto a alertas”, diz o Google.
Ainda não há previsão de quando o serviço chegará ao Brasil, mas em seu blog o Google afirma que está investindo em pesquisas com as empresas de transporte público parceiras para que possam desenvolver sistemas de coleta de dados em tempo real para poderem implantar o Google Transit live o mais rápido possível.
Confira, abaixo, um vídeo (em inglês) que explica como funciona o novo serviço.
Google Transit dá informações sobre horários de ônibus, metrôs e trens metropolitanos, além de traçar rotas de transporte público em algumas cidades. Agora ele será alimentado com informações em tempo real, para evitar atrasos
REDAÇÃO ÉPOCA
TEMPO REAL O aplicativo Google Transit sendo usado em um celular. Informações sobre a situação das linhas de transporte público em tempo real são o destaque.
O Google lançou, nesta quarta-feira (8), o início do serviço Google Transit em tempo real. O Transit é uma ferramenta da empresa integrada ao Google Maps que oferece, em algumas cidades do mundo, informações sobre os sistemas de transporte públicos e consegue traçar rotas de ônibus, trens e metrôs. Até hoje, porém, ele não era capaz de informar sobre atrasos e condições do tráfego.
Seis cidades do mundo - São Francisco, Portland, San Diego, Boston, Turim e Madrid - contam, já a partir desta quarta, com o serviço, disponível nos celulares com o sistema operacional Android O.S. 1.6 e em computadores.
“A partir de agora, o Google Maps para celular e para computadores pode lhe dizer quando seu transporte vai realmente chegar com as atualizações em tempo real do trânsito”, diz o blog do Google. Até então, o Transit só mostrava o horário que o ônibus, por exemplo, deveria passar, sem contar com o trânsito.
Na cidade de São Paulo, por exemplo, aonde o sistema está disponível em parceria com a Secretaria de Transportes, o Google Transit avisa o horário que o ônibus deveria passar em determinado ponto, mas isso quase nunca pode ser levado em consideração. O caótico trânsito da cidade sempre causa atrasos que podem chegar a mais de 15 minutos.
“Quando você clicar em um ponto de transporte público agora com o Google Maps, e houver qualquer tipo de atraso ou alertas relacionados àquela linha, um novo ícone ‘horários de partida em tempo real’ aparecerá, junto a alertas”, diz o Google.
Ainda não há previsão de quando o serviço chegará ao Brasil, mas em seu blog o Google afirma que está investindo em pesquisas com as empresas de transporte público parceiras para que possam desenvolver sistemas de coleta de dados em tempo real para poderem implantar o Google Transit live o mais rápido possível.
Confira, abaixo, um vídeo (em inglês) que explica como funciona o novo serviço.
domingo, 5 de junho de 2011
DR. GESMO SIQUEIRA SANTOS, O AMIGO DO PALOCCI
A penúltima do Palocci: o homem com quem o ministro diz ter fechado o contrato de aluguel é um velho conhecido da polícia
Intrigado com o caso do apartamento alugado em São Paulo por Antonio Palocci, e também com o estranho prenome do suposto proprietário, o jornalista Celso Arnaldo Araújo saiu à caça de informações sobre Gesmo Siqueira dos Santos. Acabou encontrando um velho conhecido da polícia. Vejam o prontuário resumido do homem com quem Palocci, na nota divulgada em resposta à reportagem de VEJA, confessou ter “firmado um contrato em bases regulares de mercado”.
POR CELSO ARNALDO ARAÚJO
VEJA
Foi só pesquisar a esmo – encontrou-se um Gesmo.
A casa própria – o apê de 7 milhões, por baixo – já não tinha mistério: ali está investida uma pequena parcela do dinheiro do tráfico da boca de Palocci, que funcionou a todo vapor por quatro anos.
Mas o imóvel alugado, do mesmo padrão da casa própria, era muito, muito esquisito – mesmo para o dono de uma clínica insalubre de economia sanitária. Vinte tantos mil por mês jogados pela janela, quando se tem um imóvel vago, todo seu? A descoberta do laranja Dayvini, por VEJA, é só o primeiro pesponto da costura que pode levar a um esquema muito mais suspeito que a Projeto.
É tentador classificar Dayvini como um novo Francenildo na vida de Palocci – o humilde capaz de abater o poderoso só por existir. A diferença, porém, é radical: Francenildo era crítico, Dayvini é cítrico. O primeiro não mercantilizou sua dignidade, embora pudesse. O segundo alugou o nome, embora não precisasse.
Mas se o primeiro escândalo palocciano acabou em Francenildo, o segundo, ao que parece, apenas começa em Dayvini. Porque outro nome esdrúxulo merece agora toda a atenção do mundo civilizado: Gesmo Siqueira dos Santos. Sem medo do clichê: guardem bem esse nome.
O Google já o guardou, para sempre, invariavelmente atrelado a malfeitos de toda ordem. Em 2006, por exemplo, os jornais noticiavam sua autuação por desobediência. Um de seus postos de gasolina, o Auto Posto Trevão – ah, esses nomes! – havia sido lacrado pela Polícia Civil e agentes da Fazenda Tributária por – adivinhem! – combustível adulterado. Mas o que é um lacre para Gesmo? Na calada da noite, encostou um caminhão no posto interdito, dele puxou uma vistosa mangueira e encheu o tanque com a gasolina bêbada e álcool inchado de água – 4 mil litros no total. Horas depois, ainda noite, descarregava o precioso líquido em outro posto de sua propriedade, o Morumbi, quando foi preso em flagrante.
Sim, o Dr. Gesmo Siqueira dos Santos — OAB/SP 161.145-1 – nunca foi, exatamente, um guardião da lei. Uma pesquisa perfunctória no site de busca o mostrará como réu também em inúmeros processos trabalhistas. Num deles, de 2010, na vara de São Carlos, ele a mulher Elizabete da Costa Garcia, são intimados à penhora de bem em ação movida por Cosme Rocha de Lima. Intimados, sim, porque Gesmo e Elizabete se encontravam em “lugar incerto e não sabido”.
Esse tem sido o lugar preferido do casal, enquanto enriquecem fazendo negócios escusos e deixando um rastro de ilegalidades pelo caminho – ambos são fiéis na riqueza e na riqueza e na comunhão de processos na Justiça: 35, até agora.
Mas o deputado federal Antonio Palocci não teve nenhum problema em localizar o incerto e o não-sabido. Em sua própria nota de defesa para a matéria de VEJA, que vai acabar por derrubá-lo, ele escreve: “O contrato foi firmado em bases regulares de mercado entre Antonio Palocci Filho e os proprietários Gesmo Siqueira dos Santos, sua mulher, Elisabeth (sic) Costa Garcia, e a Morumbi Administradora de Imóveis.”
Ou seja: Gesmo, confessadamente, é o dono de fato e direito do apartamento alugado que deu muita sorte a Palocci – morando ali, ele ficou podre de rico.
No ano passado, estreei na malha fina do IR porque um Jean Valjean da Receita descobriu – e nem eu sabia – que sou sócio com 1% de microempresa desativada, em nome de um de meus filhos, com capital de 1 real. Caí na malha, portanto, por 1 centavo.
Gesmo permanece ativo – comprando imóveis de milhões e alugando-os a deputados federais e ex-ministros da Fazenda. Declara-os à Receita, para perguntar o mínimo?
Palocci continua ministro – alugando imóveis milionários de plantadores de laranja e portadores de alentadas folhas corridas. A quem declara ele pagar os alugueres, para perguntar o mínimo?
Gesmo é personagem típico da era PT. Gesmo é mais do mesmo.
Dono de posto de combustível é autuado
por desobediência
O empresário do Auto Posto Trevão, Gesmo Siqueira Santos, 43
anos, de São Paulo foi autuado ontem por desobediência. Ocorre
que o delegado Seccional de Policia, Orlando Pandolfi Filho
recebeu uma denúncia anônima de que um caminhão estava retirando,
ontem, por volta das 10h30, através de uma bomba de sucção,
combustível do Auto Posto Trevão (via de acesso Hermínio Paizan)
- que havia sido lacrado no último dia 9 pela Polícia Civil e
agentes da Fazenda Tributária por vender gasolina e álcool
adulterados -, e transportando para o Auto Posto Morumbi, em
Guaiçara.
Diante dos fatos os, policiais foram constatar in loco e acabaram
surpreendendo o combustível sendo depositado nos tanques do Auto
Posto Morumbi, ordenando sua suspensão.
Durante a operação policial foram apreendidos um caminhão, uma
Saveiro e equipamentos utilizados pelos proprietários e
funcionários do posto de combustíveis. A polícia constatou que já
havia sido transportado do Posto Trevão para o Posto Morumbi mais
de 6 mil litros de gasolina e mais de 4 mil litros de álcool.
Trabalharam na ocorrência o Dr. Pandolfi, o investigador Ageo, o
delegado Flavio Cella e Santos, o investigador Nelson (Guaiçara),
além do delegado Welinton Martinez e os investigadores Perin e
Polon. Todo o expediente será encaminhado para a sede da Fazenda
Pública em Bauru.
Fonte:- Correio de Lins OnLine
ACESSE:-
http://diarios-oficiais.com/br/diarios-dos-tribunais-de-justica-tj/sao-paulo-tj-sp/5-editais-e-leiloes/2011-02-09/12571-pg.419
Donos de imóvel alugado por Palocci negam laranjas no negócio
FOLHA
FLÁVIO FERREIRA
DE SÃO PAULO
Os proprietários do apartamento que o ministro Antonio Palocci aluga em São Paulo disseram à Folha que a empresa em nome da qual o imóvel foi registrado não é administrada por laranjas.
A revista "Veja", em sua edição desta semana, apontou que um dos sócios da empresa vive na periferia de Mauá (SP) e teria admitido ser laranja da companhia.
O comerciante Gesmo Siqueira dos Santos, um dos donos do apartamento, disse que a empresa foi transferida para seu filho e um sobrinho, que foi o entrevistado pela "Veja", para evitar que seus problemas financeiros contaminassem seus negócios.
Segundo Santos, o imóvel foi adquirido com recursos de vários parentes. Ele afirmou que a administração e a renda do aluguel do apartamento são compartilhados entre os familiares.
Santos disse ainda que não conhece Palocci pessoalmente e a negociação da locação foi feita por uma imobiliária.
Em nota divulgada hoje, a Casa Civil informou que Palocci tratou do aluguel do apartamento com imobiliárias e nunca teve contato com os donos do imóvel. O apartamento, localizado numa área nobre de São Paulo, é avaliado em R$ 4 milhões por corretores.
Intrigado com o caso do apartamento alugado em São Paulo por Antonio Palocci, e também com o estranho prenome do suposto proprietário, o jornalista Celso Arnaldo Araújo saiu à caça de informações sobre Gesmo Siqueira dos Santos. Acabou encontrando um velho conhecido da polícia. Vejam o prontuário resumido do homem com quem Palocci, na nota divulgada em resposta à reportagem de VEJA, confessou ter “firmado um contrato em bases regulares de mercado”.
POR CELSO ARNALDO ARAÚJO
VEJA
Foi só pesquisar a esmo – encontrou-se um Gesmo.
A casa própria – o apê de 7 milhões, por baixo – já não tinha mistério: ali está investida uma pequena parcela do dinheiro do tráfico da boca de Palocci, que funcionou a todo vapor por quatro anos.
Mas o imóvel alugado, do mesmo padrão da casa própria, era muito, muito esquisito – mesmo para o dono de uma clínica insalubre de economia sanitária. Vinte tantos mil por mês jogados pela janela, quando se tem um imóvel vago, todo seu? A descoberta do laranja Dayvini, por VEJA, é só o primeiro pesponto da costura que pode levar a um esquema muito mais suspeito que a Projeto.
É tentador classificar Dayvini como um novo Francenildo na vida de Palocci – o humilde capaz de abater o poderoso só por existir. A diferença, porém, é radical: Francenildo era crítico, Dayvini é cítrico. O primeiro não mercantilizou sua dignidade, embora pudesse. O segundo alugou o nome, embora não precisasse.
Mas se o primeiro escândalo palocciano acabou em Francenildo, o segundo, ao que parece, apenas começa em Dayvini. Porque outro nome esdrúxulo merece agora toda a atenção do mundo civilizado: Gesmo Siqueira dos Santos. Sem medo do clichê: guardem bem esse nome.
O Google já o guardou, para sempre, invariavelmente atrelado a malfeitos de toda ordem. Em 2006, por exemplo, os jornais noticiavam sua autuação por desobediência. Um de seus postos de gasolina, o Auto Posto Trevão – ah, esses nomes! – havia sido lacrado pela Polícia Civil e agentes da Fazenda Tributária por – adivinhem! – combustível adulterado. Mas o que é um lacre para Gesmo? Na calada da noite, encostou um caminhão no posto interdito, dele puxou uma vistosa mangueira e encheu o tanque com a gasolina bêbada e álcool inchado de água – 4 mil litros no total. Horas depois, ainda noite, descarregava o precioso líquido em outro posto de sua propriedade, o Morumbi, quando foi preso em flagrante.
Sim, o Dr. Gesmo Siqueira dos Santos — OAB/SP 161.145-1 – nunca foi, exatamente, um guardião da lei. Uma pesquisa perfunctória no site de busca o mostrará como réu também em inúmeros processos trabalhistas. Num deles, de 2010, na vara de São Carlos, ele a mulher Elizabete da Costa Garcia, são intimados à penhora de bem em ação movida por Cosme Rocha de Lima. Intimados, sim, porque Gesmo e Elizabete se encontravam em “lugar incerto e não sabido”.
Esse tem sido o lugar preferido do casal, enquanto enriquecem fazendo negócios escusos e deixando um rastro de ilegalidades pelo caminho – ambos são fiéis na riqueza e na riqueza e na comunhão de processos na Justiça: 35, até agora.
Mas o deputado federal Antonio Palocci não teve nenhum problema em localizar o incerto e o não-sabido. Em sua própria nota de defesa para a matéria de VEJA, que vai acabar por derrubá-lo, ele escreve: “O contrato foi firmado em bases regulares de mercado entre Antonio Palocci Filho e os proprietários Gesmo Siqueira dos Santos, sua mulher, Elisabeth (sic) Costa Garcia, e a Morumbi Administradora de Imóveis.”
Ou seja: Gesmo, confessadamente, é o dono de fato e direito do apartamento alugado que deu muita sorte a Palocci – morando ali, ele ficou podre de rico.
No ano passado, estreei na malha fina do IR porque um Jean Valjean da Receita descobriu – e nem eu sabia – que sou sócio com 1% de microempresa desativada, em nome de um de meus filhos, com capital de 1 real. Caí na malha, portanto, por 1 centavo.
Gesmo permanece ativo – comprando imóveis de milhões e alugando-os a deputados federais e ex-ministros da Fazenda. Declara-os à Receita, para perguntar o mínimo?
Palocci continua ministro – alugando imóveis milionários de plantadores de laranja e portadores de alentadas folhas corridas. A quem declara ele pagar os alugueres, para perguntar o mínimo?
Gesmo é personagem típico da era PT. Gesmo é mais do mesmo.
Dono de posto de combustível é autuado
por desobediência
O empresário do Auto Posto Trevão, Gesmo Siqueira Santos, 43
anos, de São Paulo foi autuado ontem por desobediência. Ocorre
que o delegado Seccional de Policia, Orlando Pandolfi Filho
recebeu uma denúncia anônima de que um caminhão estava retirando,
ontem, por volta das 10h30, através de uma bomba de sucção,
combustível do Auto Posto Trevão (via de acesso Hermínio Paizan)
- que havia sido lacrado no último dia 9 pela Polícia Civil e
agentes da Fazenda Tributária por vender gasolina e álcool
adulterados -, e transportando para o Auto Posto Morumbi, em
Guaiçara.
Diante dos fatos os, policiais foram constatar in loco e acabaram
surpreendendo o combustível sendo depositado nos tanques do Auto
Posto Morumbi, ordenando sua suspensão.
Durante a operação policial foram apreendidos um caminhão, uma
Saveiro e equipamentos utilizados pelos proprietários e
funcionários do posto de combustíveis. A polícia constatou que já
havia sido transportado do Posto Trevão para o Posto Morumbi mais
de 6 mil litros de gasolina e mais de 4 mil litros de álcool.
Trabalharam na ocorrência o Dr. Pandolfi, o investigador Ageo, o
delegado Flavio Cella e Santos, o investigador Nelson (Guaiçara),
além do delegado Welinton Martinez e os investigadores Perin e
Polon. Todo o expediente será encaminhado para a sede da Fazenda
Pública em Bauru.
Fonte:- Correio de Lins OnLine
ACESSE:-
http://diarios-oficiais.com/br/diarios-dos-tribunais-de-justica-tj/sao-paulo-tj-sp/5-editais-e-leiloes/2011-02-09/12571-pg.419
Donos de imóvel alugado por Palocci negam laranjas no negócio
FOLHA
FLÁVIO FERREIRA
DE SÃO PAULO
Os proprietários do apartamento que o ministro Antonio Palocci aluga em São Paulo disseram à Folha que a empresa em nome da qual o imóvel foi registrado não é administrada por laranjas.
A revista "Veja", em sua edição desta semana, apontou que um dos sócios da empresa vive na periferia de Mauá (SP) e teria admitido ser laranja da companhia.
O comerciante Gesmo Siqueira dos Santos, um dos donos do apartamento, disse que a empresa foi transferida para seu filho e um sobrinho, que foi o entrevistado pela "Veja", para evitar que seus problemas financeiros contaminassem seus negócios.
Segundo Santos, o imóvel foi adquirido com recursos de vários parentes. Ele afirmou que a administração e a renda do aluguel do apartamento são compartilhados entre os familiares.
Santos disse ainda que não conhece Palocci pessoalmente e a negociação da locação foi feita por uma imobiliária.
Em nota divulgada hoje, a Casa Civil informou que Palocci tratou do aluguel do apartamento com imobiliárias e nunca teve contato com os donos do imóvel. O apartamento, localizado numa área nobre de São Paulo, é avaliado em R$ 4 milhões por corretores.
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