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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Sony Internet Player
Sony Internet Player faz qualquer TV navegar na internet
TV Estadão | 20.01.2013
Com sistema de TV do Google, uma pequena caixinha preta transforma qualquer TV com entrada HDMI em uma SmartTV. Para os jornalistas do Link, o aparelho é ainda melhor que a Apple TV
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
sábado, 22 de outubro de 2011
COMO DESLIGAR A INTERNET DE UM PAÍS INTEIRO
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| Reprodução |
OLHAR DIGITAL
Durante a guerra civil e o regime ditatorial que tomou conta da Líbia nos últimos 42 anos, uma das maneiras encontradas pelo Governo de Gaddafi para silenciar as vozes dos rebeldes foi desligar a internet em todo o país. Afinal de contas, em 2011, um tweet ou um post no Facebook valem mais do que muitas palavras ditas entre amigos. Além disso, pelo fato da internet ser uma rede mundial, as denúncias dos rebeldes ganhavam ecos internacionais. Mas a pergunta que fica no ar é: já que o mundo é tão conectado e a internet é uma rede mundial, como um governo consegue desligá-la dentro de seu país? É necessário cortar, fisicamente, algum cabo? Basta desligar algum equipamento? Existe uma "chavinha" no gabinete do Presidente? É possível silenciar, por completo, toda uma nação? E mais, o governo brasileiro poderia desligar a internet por aqui?
Leia mais:
O governo brasileiro poderia desligar nossa internet, como aconteceu na Líbia?
Um governo só tem capacidade de "derrubar" a internet em toda a nação se ele tiver um controle sobre os ISPs (Internet Service Providers) - ou, em português, um controle sobre os próprios provedores de internet. Estamos falando de cada uma das empresas espalhadas por todo o Brasil, que fornecem a internet para você. Alguns países têm um controle muito forte desses ISPs (é o caso da Líbia, Irã e Egito, só para citar alguns problemas recentes). Na China, por exemplo, o controle sobre os ISPs é tão forte e frequente que o governo é capaz de proibir o acesso a certos sites - como o Google, por exemplo - sempre que julgar necessário.
Quando um Governo pede aos provedores para desabilitar algum serviço, é necessário lançar mão de alguns recursos específicos. É possível desligar alguns equipamentos (literalmente, "tirar o plug") e, dessa forma, minar recursos necessários para que aquele serviço seja oferecido. Outra forma é modificar o roteamento - ou o caminho - de alguns sites. Isso promoveria um "assassinato digital", ou seja: aqueles endereços específicos, condenados pelo Governo, não poderiam mais ser acessados, enquanto outros seguiriam seu caminho normal pela rede e visualizados normalmente. Fazendo uma analogia, é como se a internet funcionasse como o serviço dos Correios, e o governo simplesmente demitisse o carteiro que entrega as correspondências naquele lugar.
No caso da Líbia, uma única empresa controlada pelo governo - Libya Telecom & Technology - é responsável pelo acesso de toda a nação à internet. Seu presidente era um dos filhos de Gaddafi, então, foi fácil "desligar" o provedor e, consequentemente, a web daquele local. Não só a internet, mas também o serviço de telefonia móvel da Líbia é controlado pelo governo. Se quisessem agir também na telefonia, o estrago poderia ser ainda maior. É que as operadoras de telefonia também têm acesso à internet e esta é uma porta aberta para o mundo exterior. Empresas multinacionais podem utilizar intranets, que também podem ter acesso direto a outros países. Estas são algumas formas de burlar a proibição de um governo tirano. Com o mundo cada vez mais conectado e com uma rede cada vez mais entrelaçada, essa tarefa de silenciar uma nação está cada vez mais difícil de ser executada.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
terça-feira, 22 de março de 2011
sábado, 1 de janeiro de 2011
MEDIDOR DE BANDA LARGA DA INTERNET
VELOCÍMETRO DA INTERNET
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04/01/2011
às 5:27
O SERVIÇO 3G NO PAÍS É UMA PIADA! CASCATA ANTIPRIVATISTA DO PT ESCONDE PREVARICAÇÃO
Tenho a conexão 3G da Vivo e da Claro e estou numa região do país em que as duas operadoras asseguram que o serviço funciona. Falso! São empresas ruins para cumprir o compromisso com o usuário, mas boas para contratar advogados. O usuário assina um contrato que informa que ele pode navegar até um determinado limite - altíssimo, que lhe permitiria baixar “Guerra e Paz” em segundos.
Esta palavrinha de três letras - ATÉ - vira uma armadilha. Caso a gente não consiga fazer o download de um haicai, não pode reclamar. Não só isso: o contrato também informa que, embora a cobertura seja nacional, o serviço pode estar indisponível. Em suma: você compra o serviço e leva uma banana.
Nessas horas, a petralhada não inova na falta de imaginação: “Ué, você não defendia a privatização?” DEFENDIA, NÃO! DEFENDO AINDA! Até de escolinha de jardim da infância. O setor teve um avanço formidável depois que deixou de ser controlado pelo estado, como todo mundo sabe. Por que era um horror antes? Porque o estado ESTAVA FAZENDO O QUE NÃO LHE CABIA: operar o sistema. No governo petista, o ESTADO NÃO ESTÁ FAZENDO O QUE LHE CABE: regular o sistema.
Toda a cascata antiprivatista do PT esconde a sua escandalosa irresponsabilidade na regulação. Quem se importa se as empresas estão vendendo serviços que não podem oferecer? Deveria ser a agência reguladora da área, a Anatel. Ocorre que ela se transformou em mais um aparelho cobiçado pela companheirada. E os usuários que se danem.
“Já abriu um procedimento na Anatel?” Não, eu não abri! Queria ser apenas um usuário do serviço 3G, não um profissional da reclamação. Por que a Anatel não pede que um de seus burocratas, pagos com o nosso dinheiro, leia o tal contrato? Preciso fazer uma denúncia para isso? O que aquela gente faz quando não está descansando?
O serviço existe. Tanto é que funciona de madrugada, quando não há tráfego, suponho. Quem manda essa brasileirada querer usar Internet tudo ao mesmo tempo, né?
Por Reinaldo Azevedo
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
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