Mostrando postagens com marcador argentina. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador argentina. Mostrar todas as postagens

sábado, 29 de dezembro de 2012

EVO MORALES, O AYMARA ESQUERDISTA DESAPROPRIADOR


France Presse
29/12/2012 13h18 - Atualizado em 29/12/2012 13h29

Iberdrola gerenciava as empresas luz Electropaz e Elfeo.
Evo Morales disse que medida foi tomada para garantir tarifas e qualidade.

Da France Presse

Evo Morales, em cerimônia no palácio do governo de La Paz, em 15 de novembro (Foto: Juan Karita/AP)Evo Morales, em cerimônia no palácio de La Paz,
em 15 de novembro (Foto: Juan Karita/AP)
O presidente da Bolívia, Evo Morales, decretou neste sábado a nacionalização das empresas distribuidoras de eletricidade das cidades de La Paz e Oruro, geridas pela companhia espanhola Iberdrola.
"Dispõe-se a nacionalização da totalidade das ações que possui a Sociedade Iberbolivia de Investimentos Sociedade Anônima, nas empresas de eletricidad de La Paz e de Luz e Força de Oruro", disse Morales em um ato no Palácio Quemado.
A Iberdrola gerenciava as empresas distribuidoras de luz Electropaz, em La Paz, e Elfeo, em Oruro.
"Nos vemos obrigados a tomar essa medida para que as tarifas de serviço elétrico sejam equitativas nos departamentos de La Paz e Oruro e a qualidade de serviço elétrico seja uniforme na área rural e urbana", argumentou Morales.
O presidente afirmou ainda que a medida garantirá o direito igualitário dos cidadãos que vivem na área rural, com tarifas equitativas e com um serviço de qualidade uniforme'.
Morales, um indígena aymara de tendência esquerdista, explicou que o serviço de luz era mais caro para setores rurais que urbanos, assim como a cobertura.
O presidente boliviano tomou a medida oito meses depois de expropriar a Transportadora de Eletricidade (TDE), empresa na qual Red Eléctrica de Espanha (REE) possui quase 100% das ações.
Morales também tomou em sua gestão outras medidas contra interesses espanhóis.
Em dezembro de 2010, o governo aprovou uma nova Lei de Aposentadorias e criou a nova Gestora de Segurança Social de Longo Prazo, que substitui as administradoras de pensões Previsión (do Banco Bilbao Vizcaya Argentaria-BBVA, da Espanha) e Futuro (Grupo Zurich, da Suíça).
Morales também nacionalizou em maio de 2006 as reservas de hidrocarbonetos da petroleira Repsol, junto a outras empresas como a brasileira Petrobras, a argentina Panamerican, a francesa Total e a britânica British Petroleum, as quais obrigou a firmar novos contratos de serviços.
O presidente também expropriou empresas de telecomunicações, refinarias de gasolina e fundições de minerais.

sábado, 30 de junho de 2012

ARGENTINA, BRASIL E URUGUAY CONTRA O PARAGUAY


Los presidentes miembros de la Unasur.
Los presidentes miembros de la Unasur. AFP

Una nueva Triple Alianza se venga del Paraguay

Tal como habían planeado desde hace tiempo, Argentina, Brasil y Uruguay decidieron ayer, desvergonzadamente y en un mismo acto, suspender al Paraguay del Mercosur hasta la celebración de nuevas elecciones generales e incorporar a Venezuela al bloque a partir del próximo 31 de julio. Vendieron al cuarto socio para entregarle la membresía plena del grupo al gorila Hugo Chávez, que con sus petrodólares se encargará de “agradecer” oportuna y generosamente el “gesto” de sus deudores Cristina Fernández de Kirchner, Dilma Rousseff y José Mujica. El circo estaba preparado de antemano para meter a Chávez por la ventana al proceso de integración regional. Entregaron al Paraguay a cambio de la petrochequera del gorila caribeño..

quarta-feira, 2 de maio de 2012

ARGENTINA, UMA POLÍTICA NÃO CONFIÁVEL





BUENOS AIRES - O clima de mal-estar em muitos países, até mesmo de sócios da Argentina no Mercosul, em relação a políticas e atitudes do governo de Cristina Kirchner não começou com a expropriação de 51% da Repsol-YPF. Em março passado, por exemplo, um grupo de 40 países apresentou uma queixa por escrito à Organização Mundial de Comércio (OMC) pelas barreiras impostas pela Casa Rosada ao comércio.
O crescente protecionismo argentino também gerou críticas formais e enfáticas por parte dos governos do Uruguai e Paraguai e, menos ruidosas, do Brasil. A estratégia econômica e comercial da administração K provoca temor entre empresários locais e estrangeiros e, segundo analistas argentinos, poderia aprofundar o isolamento de um país que hoje está em quinto lugar no ranking de investimentos estrangeiros diretos na América Latina, abaixo dos vizinhos Brasil, Chile, Peru e Colômbia.
O jornalista argentino Fernando Laborda publicou semana passada um artigo no “La Nación” intitulado “Brigados com o mundo”. No texto, Laborda comparou a expropriação da Repsol à invasão das Malvinas, comandada pelos militares argentinos em abril de 1982. “As comparações costumam ser odiosas. Mas vale lembrar que, durante os preparativos para a Guerra das Malvinas, muitos militares imaginaram que só enfrentariam o Reino Unido. Rapidamente descobriram que por trás dos britânicos estavam Estados Unidos e Otan”..
De fato, depois de uma morna crítica da secretária americana de Estado, Hillary Clinton, no dia em que a Casa Rosada anunciou a intervenção da companhia petrolífera e o envio ao Congresso do projeto de expropriação, o governo de Barack Obama endureceu o discurso.
— Esse tipo de ação pode afetar de forma adversa o clima de investimentos para os negócios americanos, para outros negócios e para companhias de outros países — assegurou o porta-voz do Departamento de Estado, Mark Toner.

‘Precisamos ser invisíveis’, afirma empresário

A última ousadia de Cristina provocou comoção entre empresários com operações no país. Ninguém se atreveu a comentar a iniciativa. A União Industrial Argentina (UIA) optou pelo silêncio e os principais homens de negócios do país decidiram esperar a tempestade passar, antes de comentar algo que pudesse ser mal visto pelo governo. Procurados pelo GLOBO, representantes de grandes empresas pediram desculpas, mas só aceitaram falar sem revelar a identidade.
— Neste momento precisamos ser invisíveis, estamos abaixo do nível do mar — brincou um empresário, que tentou resumir o sentimento dos homens de negócios, argentinos e estrangeiros.
— Com este governo, tudo é possível. O conceito de propriedade privada está em risco. Diria até que nossa liberdade é condicional — disse a fonte, lembrando que alguns empresários sofrem perseguições judiciais e tributárias por parte do Executivo e organismos estatais como a Afip (Receita Federal local).
A ofensiva nos tribunais atingiu consultores privados que divulgavam projeções e resultados do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) com números muito acima dos calculados pelo polêmico Indec (o IBGE argentino), acusado de manipular as estatísticas do país. Os consultores foram denunciados pelo secretário de Comércio Interior, Guillermo Moreno, interventor do Indec desde 2007. Os dados do organismo perderam total credibilidade e hoje os argentinos consultam outras fontes de informação não oficiais, como o site www.inflacionverdadera.com, que todos os meses informa a evolução do IPC.
Kicillof: empresas têm de ter sintonia com a política
O discurso do vice-ministro da Economia, o jovem Axel Kicillof, terça-feira passada, aumentou o nervosismo entre os empresários. Kicillof é autor do projeto de expropriação da Repsol e tornou-se uma espécie de guru econômico de Cristina. Na sua opinião, as empresas que tenham atividades na Argentina devem estar em sintonia com o projeto político do governo.
— Depois de ouvir Kicillof, a conclusão é de que qualquer um de nós poderia ser o próximo — afirmou outro empresário.
Na opinião de Juan Tokatlian, professor de Relações Internacionais da Universidade Di Tella, “mais do que isolar-se, governo e elite terminarão isolados por uma mistura de ações próprias e reações de outros”.— Quanto mais punida pelo Ocidente, a Argentina olhará mais para o Oriente — disse Tokatlian, antecipando possíveis alianças com países como a China.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/isolada-argentina-assusta-os-empresarios-4706395#ixzz1tiiqClvV 

sábado, 21 de abril de 2012

PETROBRAS, CUIDADO COM A ARGENTINA. PODERÁ SER A PRÓXIMA!!!


Após expropriação, Argentina pede investimentos a Petrobras


Governo brasileiro não estaria disposto a aumentar de 8% para 15% a participação na produção de petróleo no país vizinho

Publicado:
Atualizado:

Após o encontro, Lobão (ao fundo) não deu uma resposta concreta à solicitação do ministro argentino Julio De Vido
Foto: UESLEI MARCELINO / REUTERS
Após o encontro, Lobão (ao fundo) não deu uma resposta concreta à solicitação do ministro argentino Julio De VidoUESLEI MARCELINO / REUTERS
BRASÍLIA e BUENOS AIRES — Pelo menos neste momento, o governo brasileiro não estaria disposto a atender a demanda do governo argentino para que a Petrobras aumente de 8% para 15% a participação na produção de petróleo daquele país. O pedido de expansão dos investimentos foi formalizado na sexta-feira pelo ministro do Planejamento e Investimentos Públicos argentino, Júlio de Vido, que se reuniu com o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, e a presidente da estatal brasileira, Graça Foster. Por parte da Petrobras, não há disposição de abrir os cofres para novos investimentos antes de receber pelo menos um sinal de que será anulada a cassação de seu bloco de concessão na província de Neuquén — realizada dias antes de o governo da presidente Cristina Kirchner expropriar a petrolífera YPF da espanhola Repsol.
Após o encontro, que durou pouco mais de uma hora, Lobão não deu uma resposta concreta à solicitação de De Vido. Disse apenas que a Petrobras investiu cerca de US$ 500 milhões na Argentina em 2011 e que a empresa manterá o valor este ano. Alegou que seria preciso um esforço muito grande para o aumento da participação da Petrobras no mercado argentino, tendo em vista as perspectivas de investimentos necessários para a exploração do petróleo na camada do pré-sal no Brasil nos próximos anos. Ao GLOBO, o ministro disse que a prioridade da estatal do petróleo é o mercado interno.
Nos bastidores, o governo recebeu de maneira positiva a visita do ministro argentino e a garantia de que o Brasil não tem o que temer. Ou seja, que a Argentina não tem intenção de reestatizar a Petrobras, como aconteceu com a YPF, embora não haja como cobrar garantias formalmente. Mas, em princípio, a avaliação é de que, diante de todos os sinais dados pela Argentina recentemente, não haveria por que duvidar deste compromisso. De Vido reiterou o empenho político do governo Kirchner junto as autoridades provinciais em Neuquén e garantiu que 80% do problema já estaria solucionado. Pela Constituição, as províncias na Argentina têm autonomia para tomar este tipo de decisão.
Argentina busca parceria com outras petrolíferas
No Executivo brasileiro, uma corrente, que encontra eco na Petrobras, diz que ajudar os vizinhos seria uma decisão política que poderia prejudicar a imagem da estatal, uma companhia de capital aberto. Mas há quem defenda a tese de que tanto a petrolífera brasileira como as de outros países podem se beneficiar do espaço que era ocupado pela Repsol.
— Não pretendemos que a Petrobras substitua ninguém, mas que aumente sua presença em todo o território argentino. A estratégia da Petrobras no país, no entanto, é definida pela própria companhia — disse o ministro argentino.
Segundo o jornal argentino “El Cronista”, o governo da presidente Cristina Kirchner ofereceu à Petrobras, à petrolífera chinesa Sinopec e à companhia argentina Bridas parceria com o Estado argentino na nova YPF. O jornal dá detalhes das conversas que, segundo a Casa Rosada, foram iniciadas nos últimos dias e se completariam na reunião do ministro De Vido ontem em Brasília.
Ele negou que seu país tenha feito proposta semelhante à chinesa Sinopec, mas disse que, na segunda-feira, começará a conversar com representantes de várias empresas, inclusive as americanas Chevron e a Exxon, além da Sinopec.
A reunião comandada pelo ministro brasileiro com a presença de Graça Foster já estava agendada desde março, a pedido de Cristina, antes portanto da intervenção na YPF ser anunciada. Ela pediu a Lobão que intermediasse o encontro, porque queria que a empresa brasileira aumentasse seus investimentos na Argentina.
Nomeado interventor da YPF por 30 dias, o ministro argentino disse que a petrolífera em breve terá uma gestão profissionalizada, será uma sociedade anônima com controle estatal, “muito parecida com o exemplo da Petrobras”.
Indagado sobre o pedido do governo argentino de mais investimentos pela Petrobras na Argentina, o embaixador da Espanha, Manuel de la Cámara, mostrou-se cético:
— Creio que a Petrobras, e qualquer investidor estrangeiro, vai pensar muito antes de investir na Argentina.
O governo brasileiro acredita que a Argentina não teria motivos para prejudicar seu bom relacionamento com o Brasil, sobretudo após despertar a fúria da União Europeia, que obteve o apoio dos EUA. Brasil e Argentina devem construir duas hidrelétricas binacionais no valor estimado em US$ 4 bilhões, financiada pelo BNDES. Além disso, os argentinos usam 1.500 MW de energia brasileira.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/apos-expropriacao-argentina-pede-investimentos-petrobras-4702812#ixzz1sfxpDg7G

terça-feira, 17 de abril de 2012

ARGENTINA: AS EMPRESAS BRASILEIRAS NA ARGENTINA QUE SE CUIDEM!


Kirchner extiende su amenaza a otros grupos como “telefónicas o bancos”

El negocio de las empresas españolas en Argentina abarca numerosos sectores

La expropiación de YPF puede ser solo el comienzo de una pesadilla para las empresas españolas. La presidenta de Argentina, Cristina Fernández de Kirchner, en su anuncio de la nacionalización ha lanzado un aviso a las empresas extranjeras con intereses en el país, como “las telefónicas o bancos”, sobre la “necesidad” de que reinviertan en Argentina.
Tras hablar sobre Aerolíneas Argentinas y su desaparición, la presidenta pasó a comentar otros sectores en los que España tiene inversiones en Argentina. "Tengamos claro que las empresas que están aquí, aun cuando sus accionistas son de fuera, son empresas Argentinas", comenzó. Se refirió a "las telefónicas, alguna de ellas es española y nos sometió a un apagón recientemente y espero que el ministerio actúe pronto en consecuencia…", lanzó, en clara referencia a Movistar. "Y también bancos extranjeros… En fin, no tenemos problemas de rentabilidad, pero sí para que reinviertan en el país para seguir acompañando el crecimiento del país", zanjó Fernández.
La internacionalización de las empresas españolas que se inició en Latinoamérica y Buenos Aires fue uno de los primeros puertos de atraque para las entonces incipientes multinacionales. En los últimos años el peso de Argentina en los resultados de los grupos cotizados ha perdido terreno en favor de otras economías de la región (Brasil, México y Chile, principalmente), pero todavía sigue aportando recursos a sus cuentas. Con los datos del ejercicio 2011 esta es la exposición a Argentina de las principales compañías españolas.
- Repsol: YPF proporciona a la petrolera española el 17,42% de los ingresos de explotación (11.105 millones de euros) y el 25,61% del beneficio bruto (1.231 millones). El pasado año el país sudamericano recibió la mayor cuantía de las inversiones de Repsol (2.182 millones, el 33% del total). Los argentinos en nómina de Repsol son 15.119 personas, el 32%, y suponen la segunda nacionalidad de la plantilla tras los españoles.
- Telefónica: Kirchner, sin referirse explícitamente a la operadora española, ha mandado un mensaje a Telefónica al recordar el “apagón” al que algunas empresas “nos han sometido recientemente”. El pasado 2 de abril una avería en los sistemas de la filial argentina de Telefónica afectó a 16 millones de usuarios del servicio de telefonía móvil y a una porción menor de telefonía fija. Tras el apagón, el Gobierno argentino señaló que estudia imponer la “máxima” multa posible contra Movistar, que indicó su intención de resarcir a sus clientes en el país por el apagón.
Telefónica de Argentina tiene licencias que le permiten prestar servicios de telefonía fija, móvil e Internet. Estas licencias no expiran, pero como reconoce la operadora en su informe anual “pueden ser canceladas por el SECOM [secretaria de comunicaciones] como consecuencia de incumplimiento de los términos de las licencias”.
Telefónica tiene en Argentina 21,9 millones de clientes, principalmente de telefonía móvil (15,9 millones de usuarios) donde disfruta de una cuota de mercado del 29,8%. El importe neto de la cifra de negocios de la división en este país el pasado año fue de 3.174 millones, mientras el beneficio bruto de explotación (Oibda) alcanzó 1.085 millones. El capex (inversión) de Telefónica en Argentina durante 2011 se situó en 449 millones.
- Banco Santander: Santander Río es el primer banco privado del país con 358 oficinas, 2,5 millones de clientes particulares y 6.777 empleados. En 2011 la filial logró un margen bruto de 926 millones, un margen neto de 472 millones y un beneficio de 287 millones. Argentina contribuye con el 3% al beneficio atribuido del Grupo Santander.
- BBVA: La entidad controla el 76% del capital de BBVA Banco Francés. En 2011 la división argentina logró un margen neto de 315 millones y un beneficio atribuido de 157 millones, cantidad que representa en 5,2% de las ganancias totales del grupo. La plantilla del BBVA en Argentina es de 4.844 empleados, el 4,4% del total de los trabajadores de la entidad.
- Endesa: El negocio de generación y transporte de electricidad de la filial argentina de Endesa obtuvo un beneficio bruto de explotación (Ebitda) de 118 millones de euros en 2011. Además, a partir del mes de abril del pasado año las dos líneas de interconexión entre Brasil y Argentina comenzaron a recibir una remuneración regulada, lo que le permitió obtener un Ebitda de 127 millones de euros. Por su parte, en el negocio de distribución tuvo pérdidas operativas de 23 millones ya que los mayores costes fijos como consecuencia del repunte inflacionista en el país no pudieron ser repercutidos en la tarifa aplicada a los clientes.
- Gas Natural: El negocio de distribución de gas en Latinoamérica proporcionó a la empresa un Ebitda de 621 millones de euros en 2011. Brasil, Colombia y México son los principales mercados de Gas Natural en la región y Argentina solo aportó 27 millones al Ebitda del grupo.
- Mapfre: Argentina es el cuarto mercado en importancia de Latinoamérica para la aseguradora. En 2011 aportó en primas 457 millones (el 2,33% del total) y 18 millones al resultado bruto de Mapfre.
- DIA: El grupo de distribución facturó por valor de 11.123 millones de euros. Sus principales mercados son España, Portugal y Brasil. Argentina ocupa el cuarto lugar, aunque en 2011 fue el que más creció, y aporta el 7,8% de las ventas a la cadena (868 millones). DIA abrió 47 cuenta con 495 tiendas en el país.
- Prosegur: La compañía de seguridad logró unos ingresos de 500 millones de euros (el 17,7% de las ventas totales) en 2011 en lo que denomina Área Argentina, que incluye también a Paraguay y Uruguay.
- Codere: Codere Argentina es el mayor operador de salas de bingo de la provincia de Buenos Aires, con un total de 14 salas en funcionamiento y más de 5.000 máquinas recreativas instaladas. El país sudamericano es el que más aporta a los ingresos y Ebitda del grupo con 553 millones y 165 millones, respectivamente.
- NH Hoteles: A 31 de diciembre pasado el grupo hotelero tenía abiertos 13 hoteles (11 en propiedad y dos bajo gestión) en Argentina con un total de 2.049 habitaciones.

sábado, 14 de abril de 2012

ARGENTINA QUER "GANHAR" EMPRESA PETROLÍFERA ESPANHOLA (ARGENTINA WANTS TO "WIN" SPANISH OIL COMPANY)


Los múltiples conflictos entre petroleras privadas y gobiernos latinoamericanos

Por:  | 13 de abril de 2012
Ni Repsol YPF ha tenido solo problemas en Argentina ni este país es el único en Latinoamérica donde las petroleras privadas han enfrentado conflictos con los gobiernos. Las disputas van desde Bolivia a Ecuador y desde Venezuela a Brasil.

En Argentina, tras la crisis socioeconómica de 2002, el precio del gas quedó congelado y apenas ha aumentado desde entonces. Además, el entonces Gobierno de Eduardo Duhalde (2002-2003) impuso impuestos a la exportación de hidrocarburos. Así fue que varias petroleras demandaron a Argentina ante el Centro Internacional de Arreglo de Diferencias Relativas a Inversiones (CIADI), un tribunal del Banco Mundial: las norteamericanas Exxon Mobil y Pioneer, la alemana Wintershall, la francesa Total y la angloargentina Pan American Energy (PAE, controlada por BP). PAE y Pioneer desistieron finalmente de sus pleitos con tal de que las provincias argentinas les renovaran concesiones de áreas petroleras. Más de una empresa en toda Latinoamérica ha seguido el mismo camino porque el negocio futuro resultaba mayor que la indemnización que pretendían por los conflictos pasados. Exxon Mobil, que también se quejó porque el Gobierno argentino le impidió exportar gas a Chile para que abasteciera el mercado interno, ha concluido un litigio, pero mantiene otro. Total sigue con su querella, mientras que Wintershall perdió la suya. Repsol no siguió el camino de estas petroleras, aceptó venderle un 25% al grupo argentino Eskenazi, pero ahora enfrenta la amenaza de la nacionalización.
En Bolivia, el Gobierno de Evo Morales reestatizó YPFB, expropió las filiales de otras petroleras y renegoció concesiones a empresas privadas de modo de que YPFB esté presente en todas ellas con una mayoría de las acciones. Casi todas las empresas, incluida Repsol, se acomodaron a las nuevas reglas de juego, pero PAE no y ha iniciado un juicio contra Bolivia ante el CIADI por la nacionalización de su petrolera Chaco. La causa aún continúa pendiente, más allá de que Bolivia ha renunciado a ese tribunal internacional en 2007. Una vez que un país se sale del CIADI, los pleitos vigentes continúan su curso y además existen tratados bilaterales de protección de inversiones que los gobiernos también deben renegociar para sacarse de encima la tutela de esa corte.
En Ecuador, el Gobierno de Rafael Correa renegoció los contratos petroleros para que el Estado se quedara con una mayor porción de las ganancias. Además expropió concesiones a compañías que presuntamente habían incumplido sus obligaciones contractuales, un argumento similar al que han usado las provincias de Argentina cuando recientemente le quitaron a YPF (filial de Repsol) áreas que representan casi un cuarto de su producción en este país. Además, una ley de 2010 estableció que el Estado, con PetroEcuador, será el que explote las áreas de petróleo y gas y podrá delegar las tareas operativas en empresas privadas. Repsol había presentado dos demandas contra Ecuador en el CIADI, pero finalmente las retiró como parte de una negociación para seguir haciendo negocios en ese país. La norteamericana City Oriente siguió el mismo camino. Sus compatriotas Occidental y Perenco mantienen los pleitos por expropiación de sus campos. Del mismo origen, Burlington sigue también con el suyo contra el reparto de mayores beneficios al Estado. Murphy, también de EE UU, ha ido al CIADI por el mismo motivo, pero el tribunal se declaró incompetente para juzgar este caso. Ecuador renunció al CIADI en 2007. La petrolera estatal brasileña Petrobras no aceptó las nuevas reglas de juego de 2010 y se marchó.
En Venezuela, el Gobierno de Hugo Chávez impulsó una ley que estableció que la explotación de los hidrocarburos iba a quedar en manos de Petróleos de Venezuela (PDVSA) o en empresas con participación privada en las que esa compañía estatal mantuviera más del 50% de las acciones. La italiana ENI se había negado a aceptar esas condiciones, recurrió al CIADI, pero acabó por desistir del pleito para llegar a un arreglo con el Gobierno. Venezuela también expropió campos. Dos empresas, las estadounidenses ConocoPhillips y Exxon Mobil, no quedaron conformes con las indemnizaciones que el Estado les ofreció y han tocado las puertas del CIADI. Por eso, en enero pasado, Chávez decidió retirar a su país de ese tribunal.

Brasil ha aprobado en 2010 una ley que establece que Petrobras será la operadora de todos los bloques de la provincia petrolera Pre-Sal (en el mar) y otras áreas estratégicas y tendrá una participación mínima del 30% en los consorcios formados para su explotación. Pero esta ley no tenía efectos retroactivos, por lo que no provocó demandas de las compañías privadas. Sin embargo, Brasil también tiene su conflicto con una petrolera, la norteamericana Chevron. No es por una cuestión contractual sino por un derrame de crudo en noviembre pasado. El Ministerio Público Federal de Brasil denunció penalmente a Chevron, a su contratista Transocean y a 17 directivos de ambas empresas por su responsabilidad en un vertido de 2.400 barriles en el litoral del estado de Río de Janeiro. Chevron ya ha sido condenada en Ecuador a pagar 18.000 millones de dólares (13.768 millones de euros) por derrames entre 1964 y 1990 en la provincia amazónica de Sucumbíos. Este caso acaba de llegar a la Corte Suprema de Ecuador.

terça-feira, 6 de março de 2012

AS ILHAS FALKLANDS SÃO BRITÂNICAS


‘Acorde e Sinta o Cheiro das Flores’: o documentário é mais uma prova de que as Ilhas Falkland são genuinamente britânicas

Os traumas causados pela invasão argentina em 1982 ainda abalam os 3 mil habitantes das Ilhas Falkland. Trincheiras semidestruídas, crateras abertas por bombas, destroços de helicópteros e cerca de 150 campos  minados ─ essas e outras cicatrizes lembram a operação militar desencadeada pelo general-presidente no início dos anos 80. Orgulhosos da cidadania britânica, os Falklanders fazem questão de continuar vinculados ao Reino Unido. “Os argentinos achavam que iam nos libertar, mas estavam roubando nosso país”, resume Gavin Short, político local.
O documentário Acorde e Sinta o Cheiro das Flores, produzido em 2010 e apresentado como Trabalho de Conclusão de Curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, mostra o cotidiano dos moradores e o quadro político, cultural e econômico da região. Dividido em quatro partes, o vídeo é mais uma prova de que as Ilhas Falkland são genuinamente britânicas.