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sábado, 16 de março de 2013

DILMA E OS 39 PALHAÇOS


15/03/2013
 às 20:44 \ Política & Cia

O Ministério de Dilma: um monstrengo gigantesco, impossível de ser pilotado com eficiência — e que ela não pode enxugar

Reunião ministerial da presidente Dilma Rousseff (Foto: ABr)
Reunião ministerial da presidente Dilma Rousseff: nem nossos dois imperadores, D. Pedro I e D. Pedro II, dispuseram de tamanho séquito administrativo (Foto: Agência Brasil)
Com a habitual franqueza, o empresário Jorge Gerdau — exemplo de empreendedor bem-sucedido, cujo império siderúrgico embasado no Brasil já se estende por vários Estados americanos — decretou: o país, disse em entrevista à Folha de S. Paulo e ao UOL, precisa apenas de “meia dúzia de ministérios”, e não dos 39 que respondem à presidente Dilma Rousseff.
Mais contundente, continuou ele, com a autoridade de quem está à frente, voluntariamente, da Câmara de Políticas de Gestão da presidente:
– Quando a burrice, ou a loucura, ou a irresponsabilidade vai muito longe, de repente, sai um saneamento. Provavelmente estamos no limite desse período. (…) Eu já dei um toque na presidenta”.
Pois aí estamos. Com a recente criação da Secretaria da Micro e da Pequena Empresa, cujo futuro titular terá status de ministro, a presidente dispõe de um Ministério colossal, absurdo, gigantesco, talvez o maior Ministério de qualquer país do planeta, excetuadas eventualmente repúblicas corruptas da África, e com certeza o mais numeroso da história “deztepaiz”.
Mostrengo disforme e disfuncional
Não se trata apenas de um Ministério imenso. Pior que isso, a menos que ocorra o que prevê Gerdau, ele parece “imexível”, como diria um ex-ministro de triste memória: o ex-presidento Lula engordou enormemente a cúpula do governo em Brasília para melhor aquinhoar os chamados “partidos da base aliada” no Congresso — a conhecida salada que vai do PC do B ao malufismo, passando por fisiológicos do PMDB e siglas controladas por igrejas evangélicas –, Dilma seguiu adiante e agora é um problemaço político mexer nesse monstrengo disforme e disfuncional.
O Ministério de Dilma, como o do ex-presidento (que tinha 37 ministros), lembra a Hidra de Lerna da mitologia grega. A Hidra aparece no âmbito dos 12 trabalhos de Hércules, o semideus filho (adulterino) de Zeus, o rei dos deuses do Olimpo, com a mulher do rei de Tebas.
Não cabe neste espaço recordar relembrar a complicada história que levou Hércules, em busca de expiação e da imortalidade, a haver-se com uma dúzia de tarefas impossíveis. O fato é que já o segundo trabalho hercúleo consistia em enfrentar a Hidra, monstro aquático de nove cabeças, uma delas imortal.
O desafio era realmente para semideuses: para cada cabeça que o herói conseguia cortar, nasciam mais tantas quantas faltavam para decepar. Hércules, naturalmente, triunfou. Nem a cabeça imortal sobrou.
Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek: presidente realizadores que chegaram a governar com um máximo de 11 ministros
Se fosse uma empresa, o dono ficaria louco
Não é que a presidente não saiba do problema. E não foi preciso o “toque” de Gerdau. Ela conhece perfeitamente o tamanho da encrenca.
Nos cinco anos em que pilotou a Casa Civil e nos quase quatro em que coordenou o tão falado Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a hoje presidente manteve incontáveis encontros e reuniões de trabalho com empresários e executivos de grandes empresas, em vários casos de empresas multinacionais de dimensões gigantescas.
Portanto, a presidente, que é economista, nem precisaria perguntar a um desses seus freqüentes interlocutores se existiria, em suas companhias, alguma chance de dar certo o trato direto com 39 diretores.
Com certeza ouviria, como resposta, que lidar com 39 direct reports é um absurdo que fatalmente conduz a empresa a se tornar empresa burocratizada, hipopotâmica, aparvalhada – sem contar que o CEO, presidente ou dono provavelmente ficaria louco.
Pois um dos segredos do que hoje se considera uma boa governança empresarial consiste, justamente, por meio da delegação e outras formas de gestão, em diminuir o quanto possível o número de interlocutores obrigatórios de cada gestor em seu respectivo nível.
No 1º ano de mandato de Lula, a ministra só despachou uma vez com o presidento
O então presidento Lula acotovelou o máximo de partidos políticos possível no Ministério, em nome da “governabilidade”. Com isso, deixou inteiramente de lado qualquer busca de eficiência da máquina – no caso, a mais numerosa desde a Independência, em 1822. Nem nossos dois imperadores, D. Pedro I e D. Pedro II, dispuseram de tamanho séquito administrativo.
Reunião ministerial do presidente Barack Obama (Foto: Saul Loeb / AFP / Getty Images)
Reunião do presidente Barack Obama: equipe enxuta tocando o país mais rico e poderoso do mundo (Foto: Saul Loeb / AFP / Getty Images)
A multidão de gente elevada à categoria de ministros é tal que alguns raramente despacharam a sós com o presidento. Basta fazer as contas: levando-se em consideração as numerosas viagens ao exterior e os muitíssimos périplos pelo país, Lula, durante seus 8 anos de mandato, passou cerca de um terço de cada ano, ou pouco mais que isso, em Brasília.
Digamos que tenham sido 100, ou até 120 dias úteis por ano. Mesmo que despachasse diariamente com um ministro diferente — o que não ocorreu com Lula –, eles passariam mais de três meses sem contato com o ou a presidente. Não foi por outra razão que, no primeiro ano do primeiro lulalato, 2003, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, mesmo sendo na época politicamente muito próxima a Lula, só despachou com ele uma única vez.
Dilma viaja menos. Ainda assim, é impossível avistar-se com os ministrostête-à-tête com uma frequência minimamente desejável.
Como todos sabemos, Lula sempre gostou de se comparar a presidentes com marca de realizadores, como Getúlio Vargas ou Juscelino Kubitschek. Nunca mencionou, contudo, nem de longe, comparações com o tamanho dos respectivos times.
Getúlio e JK tiveram um máximo de 11 ministros
Não obstante os tempos obviamente sejam outros, e mais complexos, Getúlio, em seus quatro diferentes períodos de governo e 18 anos de poder (de 1930 a 1945 e, depois, de 1951 a 1954), governou com um mínimo de 7 e um máximo de 11 ministros.
JK (1956-1961) contou com 11 ministros, e 5 titulares do que então se chamavam “órgãos de assessoramento”, como os gabinetes Civil e Militar.
E vamos evitar falar de nomes, pelo amor de Deus. Ministros de Getúlio, JK e outros presidentes foram não raro gigantes políticos, que o país conhecia e respeitava.
Quem é capaz de citar o nome de cinco dos 39 ministros atuais?
Praticamente todos os países sérios e maduros são governados por times enxutos. Os presidentes americanos, por exemplo, conseguem tocar adiante a superpotência de 315 milhões de habitantes e uma economia colossal de mais de 15 trilhões de dólares com 15 ministros. A chanceler Angela Merkel conduz a Alemanha, quarta maior economia do planeta e país mais rico e importante da Europa, com 17 ministros — em sua primeira gestão, eram 15.
É claro que a eficiência de uma máquina pública não se mede apenas pelas dimensões do Ministério. Entretanto, o primeiro e grande empecilho para que ela ande a contento é o tamanho exagerado — que Lula não levou em conta durante o primeiro mandato, continuou a fazê-lo no segundo e que a “gerentona” Dilma ainda conseguiu engordar mais.

domingo, 27 de maio de 2012

BARACK OBAMA, EX- MACONHEIRO?

Não é novidade que o presidente Obama teve flertes com a maconha como um homem jovem.Escreveu abertamente sobre isso em seu livro de memórias de 1995, "Dreams From My Father". E como um candidato presidencial em 2007, então senador. Obama admitiu que, quando ele era criança ", eu respirei com freqüência, que era o ponto." Mas, segundo livro a ser publicado David Maraniss "," Barack Obama: The Story "- trechos da qual vazaram ontem online - o presidente do uso de drogas na adolescência foi mais, digamos, dedicado do que se pensava. "Quando você estava com Barry e seus amigos, se você exalado precioso Pakalolo (gíria havaiana para" tabaco entorpecente "maconha significado,) em vez de absorvê-lo plenamente em seus pulmões, você estava uma penalidade e sua vez foi ignorada na próxima vez que o conjunto veio ao redor ", disse uma fonte à Maraniss. acordo com o livro, "Barry e seus amigos" na escola de Honolulu alta Punahou até tinha um nome para sua camarilha de fumar maconha. O Gang Choom, eles chamavam a si mesmos - choom ser um verbo que significa "fumar maconha" - e eles viajaram em um ônibus VW apelidado de Choomwagon. Dificilmente apenas um membro passivo da Gang Choom, o presidente-a-ser é mesmo creditado com partida de alguns maconheiros tendências entre o grupo. Obama, de acordo com o livro, originou o conceito de "TA", abreviação de "absorção total", o que implicou segurando em uma batida de maconha até que não haja fumaça saiu. Ele também popularizou um método que ele chamou "hits telhado", que envolveu a fumar Gang Choom em um carro com as janelas fechadas e, em seguida, quando o pote estava terminado, inclinando a cabeça para trás e inalar a fumaça restante ondulada para baixo do teto . Outro movimento inventivo pelo jovem Obama foi a "interceptação". "Quando uma articulação estava fazendo as rondas, muitas vezes ele deu uma cotovelada em seu caminho, por sua vez, gritou" interceptadas! e tomou uma batida extra ", uma fonte explica no livro. "Ninguém parecia se importar." Obama reconheceu mesmo seus reefer-addled amigos em uma seção de seu anuário sênior no qual os alunos foram incentivados a agradecer e definir sua experiência de colegial. "Graças Tut, vovô, Gang Choom e Ray para todos os bons tempos ", escreveu ele em sua página. Ray, de acordo com o livro Maraniss '- que será lançado no próximo mês - era um "de cabelos longos haole hippie" e um "dealer" que pode sempre contar com a qualidade pontuação erva daninha. 






Brasil 247

Mundo

Montagem/247

Nos EUA, Murdoch ataca o “maconheiro Obama”

Depois de ser acossado na Inglaterra, magnata Rupert Murdoch exibe sua face política nos Estados Unidos, onde seu jornal The Daily publicou extensa reportagem sobre o suposto apreço de Barack Obama pela cannabis na sua juventude; ele faria parte até da “gangue do baseado”
comentários


"http://www.thedaily.com/page/2012/05/26/052612-news-obama-weed-1-2/



segunda-feira, 14 de maio de 2012

BARACK OBAMA, O PRIMEIRO PRESIDENTE GAY “Newsweek”


Obama é ‘o primeiro presidente gay’ na capa da Newsweek

Uma semana após a revista “Time” estampar a polêmica capa com a foto de uma mulher amamentando uma criança, a revista “Newsweek” despertou comentários sobre a controversa manchete que classifica Barack Obama como “o primeiro presidente homossexual” dos Estados Unidos.
A capa da edição da “Newsweek” de 21 de maio mostra uma foto do presidente com uma auréola com as cores do arco-íris – símbolo das bandeiras dos grupos militantes de homossexuais, bissexuais e transexuais. O artigo que corresponde à capa foi escrito por Andrew Sullivan, um blogueiro político homossexual.
Sullivan antecipou em seu blog que “Obama teve de descobrir sua identidade como negro e depois se reconciliar com sua família branca, da mesma maneira que os homossexuais descobrem sua identidade e depois têm de se reconciliar com sua família heterossexual”.
Sullivan argumenta que a decisão de Obama de se anunciar favorável ao casamento homossexual não foi uma manobra política visando às eleições presidenciais de novembro. ”Quando alguém faz uma pausa e avalia o histórico de Obama sobre os direitos dos homossexuais, percebe que, de fato, isto não foi uma aberração”, destacou o blogueiro. “Foi a culminação inevitável de três anos de trabalho”.
Na semana passada, a “Time”, que concorre com a “Newsweek” pelo mesmo mercado de leitores de revistas semanais, escandalizou muita gente com sua foto de capa na qual uma mulher amamenta uma criança de três anos de idade. A imagem provocou protestos em um país onde amamentar em público ocorre raras vezes e é, inclusive, ilegal em muitas partes. O fato de a criança amamentada ser uma criança já crescida chocou boa parte do público.
Com informações da Efe

domingo, 18 de março de 2012

PAPA SHENOUDA III MORREU





18/03/2012 12h03 - Atualizado em 18/03/2012 12h35

Cristãos se reúnem para prestar homenagens a papa egípcio


Corpo do Papa Shenouda III foi exposto para despedida de fieis.
Patriarca da igreja Copta morreu neste sábado (17), aos 88 anos.

Da Reuters



Cristãos se reuniram neste domingo (18) para prestar as homenagens finais ao papa Shenouda III, que buscou aliviar as tensões sectárias em suas quatro décadas na chefia da Igreja Ortodoxa do Egito mas foi testemunha de conflitos cada vez mais frequentes com a maioria muçulmana da nação em seus últimos meses de vida.
O atrito piorou desde que o presidente Hosni Mubarak, que suprimia islamistas, foi deposto em 2011. Desde então, Shenouda, que morreu no sábado (17) aos 88 anos de idade, muitas vezes clamou por harmonia e regularmente se reunia com muçulmanos e outros líderes.
Corpo do Papa Shenouda III é exposto para o público. Sepultamento deve acontecer na terça-feira (20) (Foto: Esam Al-Fetori/Reuters)Corpo do Papa Shenouda III é exposto para o público. Sepultamento deve acontecer na terça-feira (20) (Foto: Esam Al-Fetori/Reuters)
Cristãos, que compõem cerca de um décimo dos 80 milhões de cidadãos egípcios, há muito alegam sofrer discriminação e no passado iniciaram protestos, que incluíram a demanda por novas leis que fariam com que seja tão simples construir uma igreja quanto uma mesquita.
Shenouda serviu como o 117º Papa de Alexandria desde novembro de 1971, liderando a comunidade ortodoxa que compõe a maior parte dos cristãos do Egito. Seu funeral ocorrerá na terça-feira (20), relatou a mídia estatal egípcia.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ofereceu suas condolências e o Papa Bento XVI, líder dos católicos apostólicos romanos do mundo, ofereceu orações após ter sido informado de sua morte.
"Eu gostaria de expressar aos membros do Sínodo Sagrado, aos pregadores e aos fieis do Patriarcado, meus mais fortes sentimentos de compaixão fraternal", disse o Papa. Descrevendo Shenouda como um defensor de longa data da unidade entre cristãos, disse que a Igreja Católica "compartilha a dor que aflige os ortodoxos".
Católicos ortodoxos se reúnem em frente da catedral onde são feitas as homenagens ao Papa Shenouda III (Foto: Esam Al-Fetori/Reuters)Católicos ortodoxos se reúnem em frente da catedral onde são feitas as homenagens ao Papa Shenouda III (Foto: Esam Al-Fetori/Reuters)

quinta-feira, 8 de março de 2012

BARACK OBAMA, EX-BABÁ É TRANSEXUAL

Ex-babá de Obama, transexual se torna celebridade na Indonésia

08/03/2012 - 16h42DA ASSOCIATED PRESS, EM JACARTA (INDONÉSIA)

Ex-babá do presidente dos EUA Barack Obama, a transexual Evie, 66, tornou-se uma celebridade instantânea na favela onde vive em Jacarta, Indonésia.
Equipes de TV se espremem dentro e fora de seu barraco minúsculo de concreto. Parentes que a renegavam finalmente querem a conhecer e ela ainda recebeu uma oferta de um trabalho promissor.
Evie nasceu homem, mas sempre se considerou uma mulher. Após suportar anos de abuso e ridicularização, ela decidiu que seria melhor guardar para si sua certeza e parou de fazer "cross-dressing".
Porém, desde que foi retratada em uma reportagem da agência de notícias Associated Press sobre as lutas das pessoas transexuais na Indonésia, país predominantemente muçulmano, Evie ganhou atenção.
O principal motivo é sua ligação com o agora presidente dos Estados Unidos.
"Depois de viver sem esperança por tanto tempo, como se estivesse trancada em um quarto escuro, agora sinto que a porta está aberta", disse Evie. "É como se os ventos do céu estivessem soprando esperança para mim."
"Até os meus parentes que nunca se importaram comigo agora estão vindo me ver."
Dita Alangkara/Associated Press
A ex-babá de Barack Obama, Evie, posa na porta de sua casa em Jacarta
A ex-babá de Barack Obama, Evie, posa na porta de sua casa em Jacarta
Apesar de muitos recém-chegados à Indonésia serem surpreendidos pela relativa aceitação e difusão de transgêneros --vistos na TV e trabalhando em salões de beleza no país-- eles são normalmente objeto de escárnio.
"Sei que isso não vai durar muito tempo", disse Evie. "Mas acho que minha história pode ajudar as pessoas a abrir os olhos para nossos direitos."
Um professor americano na escola católica St. Peter, em Jacarta, Philip Myers, ficou tão tocado pela história de Evie que ele lhe ofereceu um emprego como cozinheira e empregada doméstica.
"Realmente não me importo se ela quer usar vestido ou calça. A aparência não é o problema. Seu coração que é importante", disse Myers.
Evie estava animada com a idéia. Mas, por enquanto, ela está muito sobrecarregada para pensar nisso. Durante um intervalo entre as entrevistas de TV em sua casa, ela disse que esperava que ele fosse paciente.
A ex-babá também disse que gostaria de saber de seu patrão anterior, mas não houve ainda nenhum comunicado da Casa Branca.
Evie começou a cuidar de Obama em 1969, quando ele tinha 8 anos e vivia na capital da Indonésia, com sua mãe, Ann Dunham. A família se mudou para o país dois anos antes, após Ann se casar com seu segundo marido, o indonésio Lolo Soetoro.
Evie brincava com Obama e o buscava na escola, trabalhava na casa vestida como um homem e diz que nunca deixou o menino vê-la em roupas femininas, embora os vizinhos se lembrem de vê-la sair de casa à noite como "drag queen".
As equipes de TV têm sido a principal interessada nesse breve período, Evie disse, antes de a família Obama deixar a Indonésia, no início de 1970, ela recorreu à prostituição.
Nos anos que se seguiram, ela e seus amigos enfrentaram espancamentos regulares de guardas e soldados. Um dia, quase 20 anos atrás, viu o corpo de um de seus amigos em um canal de esgoto, Evie decidiu dar um basta.
Ela doou todos os seus vestidos, calças coloridas e sutiãs: estava pronta para viver como um homem.
Evie manteve a uma existência tranquila nas margens da capital da Indonésia, lavando roupa para fora, até os vizinhos serem surpreendidos com sua história com Obama.
"Eles vieram com câmeras de TV para entrevistá-la como se ela fosse uma estrela", disse Ayi Hasanah, 50, dona de casa que vive nas proximidades. "Esperamos que isso pode mudar sua vida. Porque sua vida parece ser muito difícil."

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

BARACK OBAMA: ESTOU DE OLHO EM VOCÊ, CHÁVEZ! TE CUIDA...


Obama advierte a Chávez de que vigila sus contactos con Irán

En una entrevista con el diario 'El Universal' el presidente estadounidense critica acciones del Gobierno que amenazan los valores democráticos

El presidente de Venezuela, Hugo Chávez, durante los actos de conmemoración de la muerte del Libertador Simón Bolívar el sábado pasado. / JORGE SILVA (REUTERS)

Barack Obama ha enviado un mensaje a Hugo Chávez: “Aquí en el continente americano, tomamos las actividades iraníes, incluyendo en Venezuela, sumamente en serio y continuaremos monitoreándolas de cerca”. El presidente de Estados Unidos ha respondido así, por escrito, a las preguntas del diario El Universal de Caracas respecto a las consecuencias que podría tener para el Gobierno de Venezuela su estrecha relación con los Gobiernos del iraní Mahmud Ahmadineyad y de los hermanos Castro, de Cuba.
“Los vínculos del Gobierno de Venezuela con Irán y con Cuba no han beneficiado los intereses de Venezuela ni de su gente”, ha dicho Obama, en la primera entrevista que concede a un medio de comunicación venezolano y que ha sido publicada hoy. Con respecto a Irán, agregó, las inquietudes de Estados Unidos no han sido secretas: desde 2006, el Gobierno de Venezuela ha sido descertificado “por no cooperar plenamente con los esfuerzos antiterroristas”. Y en mayo de 2011, el Departamento de Estado impuso sanciones a la estatal Petróleos de Venezuela, que le impiden establecer contratos u obtener financiamiento del Gobierno estadounidense, por venderle componentes de gasolina a Irán.
Hace una semana, la cadena Univisión, basada en Nueva York,transmitió un reportaje en el que asegura que los Gobiernos de Venezuela y Cuba participaron, entre 2006 y 2008, en un supuesto plan iraní para ejecutar un ataque informático contra las centrales nucleares estadounidenses. El lunes 12 de diciembre, el presidente Chávez respondió que ese tipo de acusaciones solo buscaban justificar una hipotética intervención futura: “La mentira es utilizada como excusa para agredirnos, hay que estar atentos a eso”, dijo, a través de todas las radios y televisiones del país, durante una transmisión en cadena. El Departamento de Estado solo respondió que el programa de Univisión les resultó “muy inquietante” y que evaluarían, en lo sucesivo, qué nuevas acciones tomar.
En la entrevista concedida al diario caraqueño El Universal, el presidente de EE UU también ha mostrado preocupación por “las acciones del Gobierno (de Hugo Chávez) que han restringido los derechos del pueblo venezolano, amenazado los valores democráticos básicos, y dejado de contribuir con la seguridad en la región”. Se ha referido, en concreto, a las medidas encaminadas a “restringir la libertad de prensa” y a “erosionar la separación de poderes, que son tan necesarios para que la democracia prospere”.
Obama ha dicho, además, que lamenta que el Gobierno de Chávez haya tenido tan poco interés de cooperar con Estados Unidos en “asuntos de interés mutuo”, con el ataque al terrorismo y el narcotráfico. “Es reprobable que el Gobierno venezolano tenga normalmente más interés en retomar las batallas ideológicas del pasado que en mirar al futuro que podríamos crear para nuestros ciudadanos”, escribió el mandatario estadounidense en respuesta a un cuestionario enviado por el diario.
El diálogo entre Washington y Caracas se estancó mucho antes de que llegara Barack Obama al poder. Desde el año 2000 hasta ahora, las relaciones bilaterales han atravesado graves momentos de tensión. La última crisis diplomática ocurrió el 11 de septiembre de 2008, cuando el presidente Hugo Chávez expulsó del país al embajador estadounidense, Patrick Duddy, en un gesto de solidaridad hacia el presidente boliviano, Evo Morales, que había denunciado injerencias de Estados Unidos en los asuntos internos de Bolivia. En aquella oportunidad, Washington respondió con el mismo gesto.
El 24 de junio de 2009, ambos gobiernos anunciaron su voluntad de normalizar el intercambio diplomático. Pero, transcurridos más de dos años, ninguno de los dos países ha enviado nuevos embajadores a Caracas y a Washington, respectivamente. En diciembre de 2009, el Gobierno de Venezuela rechazó la designación de Larry Palmer como nuevo embajador de Estados Unidos en Caracas, por considerar ofensivas las declaraciones que ofreció ante el Senado de EE UU durante el proceso de ratificación de su nominación.
“Él mismo se inhabilitó”, dijo el presidente Chávez el 16 de diciembre de 2010, durante un acto político. Y ante la insistencia de Obama de enviar a Palmer a Venezuela, ordenó a su canciller el mismo día: “Si viene, Nicolás (Maduro), habrá que agarrarlo y le brindas un café de mi parte y por el mismo lugar retorna a su país…bye, bye”. Mientras, en la embajada de Venezuela en Washington, el ministro consejero en asuntos políticos, Ángelo Rivero Santos, es quien dirige la oficina.
Los negocios entre ambos países, sin embargo, llevan otro ritmo. A pesar de que la estatal Petróleos de Venezuela ha procurado diversificar su cartera de clientes –enviando más petróleo a China, por ejemplo--, Estados Unidos sigue siendo su primer socio comercial. Venezuela, en tanto, es el cuarto proveedor de crudo más importante para Estados Unidos, después de Canadá, México y Arabia Saudí.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

OS FUTRIQUEIROS


Israel Hayom


O sussurro ouvido em todo o mundo


Repórteres no G-20 cimeira sem querer ouvir uma conversa particular entre Obama e Sarkozy, onde os dois líderes mundiais, lamentou sobre o primeiro-ministro israelense • Sarkozy: eu não posso suportar Netanyahu, ele é um mentiroso • Obama: Você está de saco cheio com ele, mas eu tenho para lidar com ele, mesmo com mais freqüência do que você.
Eli Leon e Agências de Notícias
O presidente francês, Nicolas Sarkozy, eo presidente dos EUA, Barack Obama durante a semana passada cimeira do G20 em Cannes. 
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Crédito da foto: AFP