sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

ASSASSINATOS SUSPEITOS


03/02/2012 - 05h00

Suspeito de matar procuradora em Minas é encontrado morto

MARTHA ALVES
DE SÃO PAULO
O empresário Djalma Brugnara Veloso, 49, suspeito de envolvimento na morte da mulher, a procuradora federal Ana Alice Moreira de Melo, 35, foi encontrado morto dentro de um quarto de motel próximo à BR-356, bairro Olhos D'Água, em Belo Horizonte, no final da noite de quinta-feira (2).
O corpo do empresário foi encontrado com vários ferimentos de faca em cima de uma cama em uma das suítes. Segundo a Polícia Militar, a faca foi encontrada embaixo do braço da vítima. A Polícia Civil ainda investiga o caso.
Ontem, a Justiça de Minas havia decretado a prisão preventiva de Veloso sob suspeita de envolvimento na morte da mulher. O casal estava se separando e Veloso tinha histórico de ameaças contra a procuradora.
Reprodução
procuradora federal Ana Alice Moreira de Melo, ao lado do marido Djalma Brugnara Veloso, suspeito do crime
Procuradora federal Ana Alice Moreira de Melo, ao lado do marido Djalma Brugnara Veloso, suspeito do crime
PROCURADORA
Ana Alice Moreira de Melo foi morta a facadas, na madrugada de quinta-feira, em um condomínio de luxo em Nova Lima, região metropolitana de Belo Horizonte.
A Polícia Militar, que atendeu a ocorrência, disse que a babá que trabalha na casa presenciou o início da discussão entre o casal e ligou para a polícia.
Na semana passada, Melo registrou uma ocorrência contra o marido em uma delegacia de Nova Lima. Ela disse que era ameaçada por ele e pediu proteção.

PINHEIRINHO E O IPTU "ABATIDO"



NOSSA REGIÃO
Jornal O VALE
February 3, 2012 - 03:10

Dívida de IPTU da Selecta é revista

Empresa proprietária do terreno do Pinheirinho conseguiu na Justiça o abatimento de R$ 1,6 milhão de seus débitos junto à prefeitura
Filipe Manoukian
São José dos Campos


A Selecta S/A, empresa proprietária do terreno do Pinheirinho, que fora ocupado por quase oito anos por famílias sem-teto, conseguiu na Justiça o abatimento de R$ 1,6 milhão de seus débitos junto à Prefeitura de São José.
Por decisão da 1ª Vara da Fazenda Pública de São José, os débitos de IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) devidos pela Selecta foram de R$ 15,1 milhões para R$ 13,5 milhões. A administração informou que já entrou com recurso no Tribunal de Justiça, contestando a decisão.
Em primeira instância, a Justiça entendeu que os valores de IPTU lançados sobre a área nos anos de 2004 e 2005 foram irregulares.
Em ambos os anos, o governo do prefeito Eduardo Cury (PSDB) cobrou o IPTU tomando como referência 8% do valor venal da gleba, que tem 1,3 milhão de metros quadrados. Em 2004, foi cobrado da Selecta R$ 972,9 mil, e em 2005, R$ 1,04 milhão.
Após contestação na Justiça, a empresa conseguiu abaixar a referência de cobrança de 8% para apenas 1,5%. Dessa forma, o IPTU de 2004 caiu para R$ 195,7 mil, e o de 2005, R$ 210,3 mil.
Nesta semana, a Prefeitura de São José mandou uma planilha atualizada dos débitos da Selecta à massa falida, informando quanto tem a receber após a venda da gleba. Nela, consta dívida atualizada de R$ 13,4 milhões.


Recurso. A assessoria de imprensa do governo Cury informou que a diferença de R$ 1,6 milhão retirada dos débitos da Selecta “está em disputa judicial” e, por isso, não a acrescentou na tabela atualizada.
“O restante da cobrança é incontroverso. Estamos cobrando aquilo que não é passível de reclamação. Essa diferença, depois da decisão judicial, também pode ser cobrada”, afirmou o assessor de Planejamento de Comunicação, Felício Ramuth.
A Selecta é proprietária da gleba do Pinheirinho desde 1985. A primeira execução fiscal da prefeitura por falta de pagamento de IPTU remonta ao ano de 1990.

ÁREA DE TERRA DO SINDICATO DOS METALÚRGICOS DE S. JOSÉ DOS CAMPOS/SP


NOSSA REGIÃO
Jornal O VALE
February 3, 2012 - 03:06

Sindicato mantém área abandonada na zona leste

Terreno pertencente ao Sindicato dos Metalúrgicos de São José, no Galo Branco
Claudio Capucho
Gleba é mote de polêmica em redes sociais; internautas defendem doação de terras a famílias sem-teto
Carolina Teodora
São José dos Campos

Principal avalista do movimento sem-teto em São José dos Campos, o Sindicato dos Metalúrgicos mantém abandonado um terreno de pelo menos 3.000 metros quadrados no distrito de Eugênio de Melo (zona leste da cidade).
A gleba é o mote da mais nova polêmica em torno da desocupação do Pinheirinho. Nas redes sociais, internautas contrários ao movimento sem-teto defendem que o terreno do sindicato seja doado às famílias desalojadas como prova do apoio irrestrito da entidade à causa.
Localizada às margens da estrada velha São Paulo-Rio de Janeiro, a área foi comprada há seis anos pelo Sindicato dos Metalúrgicos para construção de um clube para a categoria.
Até hoje, porém, o espaço de lazer não saiu do papel e o terreno permanece vazio, sem nenhuma benfeitoria.
“O sindicato manter um terreno improdutivo é mais um dos exemplos que mostram que o movimento é falso e politiqueiro. Eles não fazem o que defendem”, afirmou Alexandre Blanco, presidente de PSDB em São José.
“Eles \[sindicalistas\] só sabem usar essa população como massa de manobra para criar um clima de instabilidade na cidade”, completou.

Tabu. O projeto do clube é tratado como verdadeiro tabu pelo sindicato, que evita falar sobre o assunto.
Procurada pela reportagem, a entidade se negou a fornecer informações sobre o valor e a metragem do terreno --a gleba tem aproximadamente 40 metros de frente por 80 metros de comprimento, cercados por uma cerca de arame farpado com uma placa informando o proprietário.
Vizinhos do terreno são contrários a proposta da ‘corrente virtual’ de que a área seja doada aos sem-teto.
“Vivemos em paz aqui”, disse Maria Aparecida Lacerda, 63 anos, que mora do outro lado do terreno há 10 anos.
Outra moradora do bairro que não quis se identificar disse que ouviu dizer que a área vai se transformar em um clube. “Já ouvimos dizer várias coisas do terreno entre elas que iria se transformar em um condomínio residencial e o outro boato mais recente é que iria virar um clube”, disse.

Ligação. A ligação do Sindicato dos Metalúrgicos com o movimento sem-teto é forte.
A entidade sempre colocou sua estrutura à disposição dos sem-teto e, em contrapartida, sempre contou com os moradores do Pinheirinho para engrossar suas mobilizações --sejam políticas, como a campanha contra o aumento salarial dos vereadores, ou sindicais.
Também vem do sindicato o salário pago ao principal líder do movimento sem-teto, Valdir Martins de Souza, o Marrom, que ocupa um cargo ‘fantasma’ na instituição.
Marrom representa “a base de trabalhadores” da Tecsat, empresa que não tem mais fábrica em São José desde o final de 2007. Por mês, ele recebe cerca de R$ 3.000.
Marrom, que dedica 100% do seu tempo ao movimento, chegou a dizer à reportagem que o terreno de Eugênio de Melo não é do Sindicato dos Metalúrgicos, e sim de uma “associação de aposentados”, mas não quis dar mais detalhes sobre o assunto.


'Terreno pertence à categoria'

São José dos Campos

O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São José, Vivaldo Moreira Araújo, afirma que o terreno em Eugênio de Melo “é dos 16 mil trabalhadores filiados à entidade”.
Para ele, é dever do Estado e da prefeitura garantir moradia aos ex-moradores do Pinheirinho. “É dever deles resolver a questão, que já estava resolvida mas o governo optou em tirar as famílias de lá.”
Segundo Vivaldo, uma possível doação do terreno aos sem-teto não é viável.
“Primeiro, porque não cabe à direção do sindicato decidir. Segundo, porque o terreno é dos trabalhadores, está com todos os impostos em dia e identificado. Diferente do Pinheirinho, que é de um especulador que deve muito dinheiro aos cofres públicos”.
Ele disse esperar que o sindicato tenha “estrutura financeira” para começar a obra do clube. “Desde a doação trabalhamos para regularizar a documentação da área.”

SAIBA MAIS

O terreno
O Sindicato dos Metalúrgicos mantém um terreno no bairro do Galo Branco há seis anos

PolêmicaPolíticos da oposição e moradores de São José defendem que a gleba seja doada aos desabrigados do Pinheirinho

Clube De acordo com o sindicato, é dever do Estado garantir moradia aos sem-teto e que terreno é de todos os 16.000 trabalhadores filiados 

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

AEROMOÇAS DE CIA AÉREA ITALIANA OBRIGADAS A USAREM SOMENTE TAMANHO 36 E 38



Novos uniformes só têm dois tamanhos (36 e 38)

Companhia aérea obriga hospedeiras a moldar peso


Hospedeiras obrigadas a controlar peso para "caberem" nos novos uniformes
As hospedeiras da companhia aérea italiana ‘Meridian Fly’, segundo o novo regulamento interno da empresa, não vão poder engordar “a menos que o justifiquem por motivos de saúde, certificados por um médico”. O novo regulamento e a indicação que apenas podem vestir uniformes de tamanho 36 e 38 deixou as trabalhadoras à beira de um ataque de nervos. Os uniformes, desenhados por Cristina Ceolin, chegaram há poucos dias à companhia aérea e nada fazia prever que apenas fossem disponibilizados em dois tamanhos. Deste modo, as hospedeiras não só não podem engordar, como também as que tiverem “peso a mais” terão que emagrecer para “caber” dentro dos novos uniformes.
As visadas alegaram, ainda, que as saias novas são muito curtas e que têm uma abertura lateral muito exagerada. As hospedeiras desta companhia aérea, cuja média de idades ronda os 42 anos, afirmam que esta medida “é inaceitável por questões éticas, pelos direitos dos trabalhadores e por motivos físicos” e, ainda, “uma discriminação sexual que ofende a dignidade das mulheres”.
A companhia aérea justificou os novos uniformes como uma medida para “obter uma imagem mais atractiva, proporcionando aos passageiros uma aspecto mais agradável”.

TRANSEXUAL BRASILEIRO ENCONTRADO MORTO NA ITÁLIA



Trans brasiliano trovato morto in casa
con un coltello nel petto, è giallo


  • Corriere Della Sera 

Il convivente ha chiamato le forze dell'ordine dicendo di aver trovato la porta chiusa dall'interno. Soffriva di crisi depressive

I rilievi della poliziaMILANO - Un trans brasiliano di 36 anni, Lutenberg Da Silva Barrus, è stato trovato morto nel suo appartamento, a Milano, con un coltello conficcato nel torace. A dare l'allarme è stato il convivente della vittima, anche lui un viado, che alle 8.50 ha chiamato il 113 e ha avvertito che la porta dell'appartamento era chiusa dall'interno e che era preoccupato perché l'amico non rispondeva: temeva che si fosse suicidato. Soffriva di crisi depressive.
L'ALLARME -Il fatto è accaduto in una palazzina a ringhiera di due piani, in condizioni precarie, che si apre su un piccolo cortile in un passo carraio interno a via Montalbino, civico 9, a poche centinaia di metri da viale Zara. La vittima, che non ha precedenti di polizia, abitava al piano terra, in un l'appartamento con accesso diretto dal cortile, una piccola porta in legno in cattivo stato. Sia lui che il convivente si prostituivano. Il convivente, secondo le prime ricostruzioni degli investigatori, era uscito di casa pochi minuti prima e al rientro ha trovato la porta chiusa dall’interno. Per questo, poco prima delle 9, ha chiamato il 113 e il 118.

    
    
    
    
LA SCENA - Gli agenti della Squadra Mobile sono entrati nell'appartamento e in sala hanno trovato il trans riverso a terra in una pozza di sangue. Indossava soltanto un paio di mutandine e aveva un coltello conficcato nel torace, all'altezza del cuore, dall'alto verso il basso. Il viado, secondo le dichiarazioni del convivente, soffriva da tempo di crisi depressive. Gli investigatori della Squadra mobile, che non escluderebbero l'omicidio ma nemmeno un inconsueto suicidio. Accanto alla ferita mortale ne hanno notate infatti due più lievi, che fanno pensare a primi tentativi di conficcare la lama. «Sono nostri connazionali - ripetono i due vicini di casa brasiliani - vediamo gente entrare spesso, ma non li conosciamo bene».

Rafinha Bastos, "humorista" marca barbante!


DVD de Rafinha Bastos terá que ser retirado das lojas

Pedido foi feito pela Apae, após instituição ter se sentido ofendida com piada do show do humorista

02 de fevereiro de 2012 | 14h 00
Jornal da Tarde
 Redes de venda de livros e DVDs em São Paulo começaram a receber ontem liminar da 2ª Vara Cível da capital determinando a retirada, em até 20 dias, do DVD ‘A Arte do Insulto’, de Rafinha Bastos. A decisão foi motivada por trecho do vídeo em que ele cita, em uma de suas piadas, o nome da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) - na ocasião, ele conta ter internado seu pênis na Apae após usar um preservativo com efeito 'retardante'.
Advogada de Rafinha Bastos não foi encontrada para comentar o caso - Divulgação
Divulgação
Advogada de Rafinha Bastos não foi encontrada para comentar o caso
Segundo o advogado da Apae, Paulo Ricardo Gois Teixeira, em breve, Rafinha deve ser citado. “As lojas receberam ofícios, mas será responsabilidade dele o recolhimento dos DVDs”, explica Gois. Se ele não cumprir a ordem judicial, fica sujeito a multa de R$ 30 mil por DVD não recolhido e de R$ 20 mil por novas citações, diretas ou indiretas, à Apae e aos deficientes.
A advogada de Rafinha, Thais Colli, está de férias. Sérgio Miguez, gestor do departamento de comunicação da Livraria Cultura, disse à coluna que a loja irá recolher o DVD. Ainda segundo o processo, Rafinha terá de pagar a indenização de R$ 200 mil.
Em janeiro deste ano, Rafinha Bastos foi condenado em outro processo a pagar R$ 18 mil à cantora Wanessa Camargo por causa de uma piada feita durante o programa CQC, daBand, emissora da qual pediu demissão. O humorista confirmou recentemente sua saída definitiva do canal.

LADRÕES DE REMÉDIOS PÚBLICOS P/ TRATAMENTO DO CÂNCER

Polícia Civil de SP prende quadrilha que roubava remédios para câncer

Os medicamentos deveriam ser usados por pacientes do SUS, mas eram desviados para clínicas particulares. Doze pessoas foram presas.

César GalvãoSão Paulo, SP
Uma investigação de seis meses levou a Polícia Civil de São Paulo a desmontar uma quadrilha que roubava remédios para tratamento do câncer em três hospitais.
Os medicamentos deveriam ser usados por pacientes do SUS, o Sistema Único de Saúde, mas eram desviados para clínicas particulares. Doze pessoas foram presas. Entre elas, funcionários dos hospitais.
Os policiais chegam ao amanhecer. A casa estava fechada e o dono relutou em abrir a porta. Os investigadores resolvem entrar. A casa foi vasculhada, mas o que eles procuravam estava dentro do carro: 240 mil reais em remédios para o tratamento de câncer, comprados pelo Governo do Estado para distribuição gratuita aos pacientes. O dono do carro é preso.


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Rodrigo de Paula é cunhado de Stéfano Fernandes, apontado como chefe do esquema. A mulher de Stéfano foi presa na casa onde mora, em São Caetano do Sul, na região do ABC.
A operação, feita pela Policia Civil de São Paulo recebeu o nome de Medula 3 porque é a terceira vez que a mesma quadrilha é investigada. Stéfano, um dos integrantes presos em 2009, foi condenado pela Justiça e, mesmo assim, comandava o tráfico de remédios por telefone, de dentro da cadeia.
O comércio clandestino movimentava medicamentos caros, como o Remicade usado para tratamento de câncer. Uma caixa do medicamento custa R$ 6 mil.
Os desvios aconteciam em três hospitais de São Paulo. Um deles é o Hospital Brigadeiro, conhecido como Hospital do Transplante.
As investigações apontaram Eliane Assunção de Siqueira como responsável pelos furtos. Câmeras instaladas na farmácia mostraram a farmacêutica escondendo remédios em duas situações.


Eliane foi presa na manhã de hoje, no apartamento onde mora, avaliado em R$ 700 mil. O carro que, segundo a polícia, foi comprado com dinheiro do crime, foi apreendido.
Outro hospital vítima de desvio é o Samaritano, que é particular, mas mantém convênio com o SUS, o Sistema Único de Saúde.
O auxiliar de farmácia Fernando Rocha da Silva foi preso. Na casa dele, em Itaquaquecetuba, foram encontradas 21 caixas de Clexane, um anticoagulante de última geração. Os remédios seriam entregues a um receptador.


Ao todo, 12 pessoas foram presas e pelo dez carros apreendidos. Um dos integrantes da quadrilha foi preso no Rio de Janeiro. Os presos serão indiciados por tráfico de remédios controlados e formação de quadrilha.
O preso que comandava o esquema foi retirado da prisão hoje de manhã e levado para uma delegacia. Ele vai ser indiciado novamente o que pode aumentar a pena
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http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2012/02/policia-civil-de-sp-prende-quadrilha-que-roubava-remedios-para-cancer.html