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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

SARNEY, ATÉ TU?

Operação Porto Seguro

Investigação

Delator liga Sarney ao esquema dos irmãos Vieira

Cyonil Borges disse ao MP que Paulo Vieira conseguido tramitar processo em favor da empresa Tecondi após acionar Sarney; senador nega

O presidente do Senado, José Sarney
Presidente do Senado, Sarney nega envolvimento com Paulo Vieira (Antonio Cruz/ABr)
Delator do esquema de venda de pareceres em órgãos federais, o ex-auditor do TCU Cyonil Borges disse que o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), teria posto sua influência a favor dos interesses da organização no Tribunal de Contas da União (TCU). Em denúncia enviada ao Ministério Público Federal (MPF), ele relatou que o ex-diretor da Agência Nacional de Águas (ANA) Paulo Vieira teria conseguido alterar a tramitação de processo em favor da empresa Tecondi após acionar Sarney. O senador nega.
De acordo com o inquérito da Operação Porto Seguro, Vieira fazia lobby no TCU para beneficiar a Tecondi em auditoria que discutia irregularidades em contrato de arrendamento de áreas do Porto de Santos, no litoral paulista. A Polícia Federal sustenta que o ex-diretor ofereceu propina de 300 000 reais para que Cyonil elaborasse parecer favorável à empresa.
Em 2007, o ex-auditor se manifestou contra a permanência da Tecondi no terminal paulista. O processo foi remetido ao gabinete do então relator, Marcos Vinícius Vilaça, hoje aposentado.
Entre 2008 e 2010, Vieira teria operado para que o TCU determinasse nova inspeção pela Secretaria de Controle Externo (Secex), em São Paulo. Com isso, haveria a chance de outro parecer, favorável à empresa, ser elaborado.
Na representação, de 15 de fevereiro de 2011, Cyonil relata conversas com Vieira, nas quais o ex-diretor teria citado o senador. "Paulo Vieira disse que pediria a José Sarney, que indicara, à época, o ministro Vilaça, para reencaminhar o processo à secretaria de São Paulo e, assim, autorizasse a inspeção." Rejeitado pelo Senado, Vieira só foi nomeado para a diretoria da ANA após manobra de Sarney. Ao MPF, o delator contou que o lobby renderia frutos a Vieira, pois os donos da Tecondi o auxiliariam em campanha a deputado federal. 
Outro lado – O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), negou ingerência no processo do TCU que discute o arrendamento de áreas do Porto de Santos à Tecondi. Segundo a assessoria do senador, ele não fez qualquer gestão a respeito e as declarações de Cyonil Borges são "inverídicas".
Em e-mail enviado por sua assessoria, Paulo Vieira disse: "Nego. Nunca falei com Sarney sobre isso". Segundo ele, o processo foi encaminhado a São Paulo pelo ministro do TCU José Múcio, no início de 2010, atendendo a um pedido da Codesp. O ex-diretor informou que, à época, não era ainda conselheiro da companhia. 
Múcio disse que não houve conversa com Sarney ou Paulo Vieira sobre o caso da Tecondi. De acordo com a assessoria de gabinete do ministro, nenhuma decisão dele e do plenário do tribunal no processo foi favorável à empresa, apesar do parecer de Cyonil sugerir o contrário. E, além disso, até a Operação Porto Seguro, não se sabia que o relatório do auditor era comprado.
(Com Estadão Conteúdo)

terça-feira, 30 de agosto de 2011

$ARNEY E O$ $UPER$ALÁRIO$


Sarney e outros senadores também têm supersalários


Presidente do Senado ganha R$ 26.700 pela Casa e, segundo o Ministério Público, acumula duas aposentadorias, o que faz com que seus vencimentos extrapolem em muito o teto constitucional

O acúmulo do vencimento como senador com duas aposentadorias faz com que Sarney ganhe mais que os R$ 26,7 mil pagos aos ministros do STF
No mês de julho, o Senado cortou todos os pagamentos a seus servidores que ultrapassaram R$ 26,7 mil. Esse valor, que corresponde ao salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal, é o teto constitucional do funcionalismo. Nenhum servidor público deveria ganhar mais do que ele. No mês passado, a 9ª Vara Federal de Brasília decidiu que isso deveria ser seguido à risca, e determinou que os três poderes fizessem o chamado abate-teto, o corte nos excedentes. A decisão fez com que o Senado diminuísse o valor do pagamento de pelo menos 464 servidores, como mostrou o Congresso em Foco. Se a liminar atingiu os funcionários, ela não atingiu os senadores. Alguns parlamentares acumulam o que recebem no Congresso com aposentadorias, que fazem com que os R$ 26,7 mil sejam ultrapassados em muito. É o caso do próprio presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). No salário dele, ninguém mexeu.
Decisão tomada na última sexta-feira pelo presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), Olindo Menezes, derrubou a determinação que mandava cortar os supersalários. Tal decisão foi motivada por recurso feito pelo próprio Senado, que discordava do corte. Assim, os demais servidores com tal prerrogativa voltarão a receber mais de R$ 26,7 mil, igualando-se aos senadores, que não chegaram a ver seus vencimentos cortados.
Pelo menos R$ 62 mil
Uma ação do Ministério Público afirma que o próprio presidente do Senado, José Sarney, recebe acima do teto constitucional. Após um inquérito civil que sucedeu notícia segundo a qual Sarney recebia R$ 52 mil por mês, o procurador Francisco Guilherme Vollstedt Bastos disse à Justiça que o próprio senador “reconheceu” ganhar acima do teto do funcionalismo.
Segundo o MP, Sarney recebe duas aposentadorias, como ex-governador do Maranhão e como servidor do Tribunal de Justiça daquele estado, além do salário de senador em Brasília. Em 2009, o jornal Folha de S.Paulo mostrou que as duas aposentadorias de Sarney somavam R$ 35.560,98, em valores de 2007. Com o salário de senador da época – R$ 16.500 – ele ganharia R$ 52 mil. Como o salário de senador hoje é de R$ R$ 26.723,13, a remuneração de Sarney seria agora de pelo menos R$ 62.284,11, considerando-se os documentos noticiados pelo jornal e ignorando-se eventuais reajustes nas aposentadorias
Com base na notícia, o procurador Vollstedt abriu um inquérito e questionou formalmente o governo do Maranhão e o senador Sarney. O MP relata que eles se negaram a informar detalhadamente os valores recebidos a título de pensão, mas admitiram o recebimento dos pagamentos, considerados indevidos pelo procurador. “Houve o reconhecimento acerca do pagamento de valores a título de pensão especial, que, quando acumulados com a remuneração de senador da República, extrapolam flagrantemente o teto remuneratório”, disse Vollstedt, na ação que corre na 21ª Vara Federal.
Em defesa de Sarney, foi a sua filha, a governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), quem escreveu ao MP. Ela disse que o procurador queria “invadir a privacidade” do pai, mas que, mesmo assim, tudo que ele recebia estava dentro da legalidade. Mas, para o Ministério Público, não é aplicável o direito à intimidade alegado por Sarney e pela governadora do Maranhão. “Ambos defenderam a constitucionalidade dos pagamentos, com base no entendimento equivocado quanto à aplicação do teto remuneratório, bem como em inexistente direito adquirido à pensão”, acrescenta.
Direito à privacidade
Por meio de sua assessoria, Sarney afirmou ao Congresso em Foco que suas aposentadorias são um assunto privado. “Resguardado pelo direito constitucional à privacidade sobre os meus vencimentos, que tenho como qualquer cidadão brasileiro, não vou me pronunciar a respeito”, disse o presidente do Senado. A Secretaria de Imprensa da Presidência do Senado lembrou que o acórdão 2274/09, do TCU, autoriza pagamentos de fontes diferentes que extrapolem o teto.
De fato, há uma diferença do caso de Sarney e de outros senadores se comparado com o dos servidores do Senado. No caso dos servidores, é o próprio Senado quem paga os valores excedentes. No caso de Sarney e de outros senadores, o salário pago pelo Senado não ultrapassa o teto: é a soma com as aposentadorias que gera esse excedente. No acórdão 2274/09, os ministros do TCU decidiram que o corte na renda vinda de várias fontes “depende da implementação do sistema integrado de dados” entre estados, prefeituras e o governo federal. Assim, diz o tribunal, vai ficar claro quem deve passar a tesoura e em qual proporção, além de como será feita a tributação nos salários. O beneficiário deverá escolher qual será sua fonte pagadora principal.
Devolução
Assim, a assessoria do Senado disse que nenhum senador ganha mais que o teto, pelo menos pelo que consta na folha de pessoal da Casa. O salário de R$ 26.700 foi definido pelos próprios senadores e deputados no ano passado, quando também elevaram para o mesmo valor a remuneração da presidente da República, de seu vice e de seus 38 ministros de Estado.
Na ação contra Sarney na 21ª Vara, o procurador Vollstedt pede que a União e o governo do Maranhão suspendam os pagamentos ao senador que estourem o teto. O procurador pede que o parlamentar escolha qual fonte de rendimentos vai utilizar para se manter dentro do limite de R$ 26.700. E pede ainda que Sarney seja condenado a devolver aos cofres públicos tudo o que ganhou além do permitido nos últimos cinco anos.
Para fazer valer isso, o Ministério Público pediu uma liminar à Justiça para obrigar o senador e o governo do Maranhão a informarem, com detalhes, os valores das aposentadorias recebidas. Mas a liminar foi negada pela juíza substituta 21ª Vara, Raquel Chiarelli, que afirmou que o valor exato da aposentadoria de Sarney pode ser obtido no transcorrer do caso.
A Justiça determinou ainda que o procurador informasse outras partes interessadas na ação. Em recurso, o MP disse que não há mais partes a indicar, mas esse recurso foi negado por Raquel Chiarelli. A ação segue seu curso. O advogado de Sarney, Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, argumentou à juíza que a ação do MP deve ser considerada improcedente.
Leia também:

Arquivos anexos

  1. AcordaoTCU_2274_09

    APPLICATION/PDF

quarta-feira, 18 de maio de 2011

SARNEY, UMA "FIGURA" QUE NÃO DEVE SERVIR DE EXEMPLO...

''Antonnio Palocci fez o que todos já fizeram'', diz José Sarney

Sarney disse que as atividades empresariais de Palocci não caracterizariam irregularidades

18-05-2011 17:04 Jose Sarney (Foto Divulgação)
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), saiu em defesa do ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, nesta quarta-feira (18) ao afirmar que as atividades empresariais dele não caracterizariam irregularidades. Segundo o jornal "Folha de S.Paulo", Palocci ampliou seu patrimônio em 20 vezes com atividades de consultoria. Para Sarney, o ministro fez o que “todos já fizeram” quando deixaram funções públicas no governo.
"Não há problema nenhum em ter exercido essas atividades [de consultorias]. O ministro Palocci é um homem competente e não está fazendo nada mais do que os outros todos já fizeram quando deixaram funções públicas. A função pública desaparece, mas ele não deixa de ser o grande conhecedor da sua área”, afirmou Sarney.
Segundo informou na edição deste domingo o jornal "Folha de S.Paulo", Palocci ampliou o patrimônio em 20 vezes entre 2006 e 2010, período em que exerceu mandato de deputado federal. De acordo com o jornal, Palocci comprou um apartamento de luxo no bairro dos Jardins, em São Paulo, por R$ 6,6 milhões, registrado em novembro de 2010 em nome da empresa de consultoria Projeto, da qual o ministro possui 99,9% do capital.
Um ano antes, segundo o jornal, Palocci comprou um escritório na cidade por R$ 882 mil. O imóvel, segundo a reportagem, também foi registrado em nome da Projeto.
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Tags: sarney, senado, antonnio, palocci, casal civil
Antes de virar deputado federal e de abrir a empresa de consultoria Projeto, Palocci foi ministro da Fazenda do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entre janeiro de 2003 e março de 2006.
Para Sarney, essa passagem pelo Ministério da Fazenda foi o que garantiu a Palocci uma “soma de experiências” utilizada depois na iniciativa privada.
“Acho que o ministro Palocci, como tem sido corrente no Brasil com todos aqueles que têm exercido cargos públicos na área econômica, adquiriu uma soma de experiências e depois dessa soma de experiência teve uma atividade na iniciativa privada. O ministro Palocci não fez mais do que isso. É um homem extremamente competente, é um grande expositor, adquiriu grande visibilidade e é convidado para fazer palestras, conferências, participar de seminários.”
A decisão do ministro-chefe da Casa Civil de não divulgar as atividades de consultoria que prestou e a lista de clientes de sua empresa, na avaliação de Sarney, é uma questão “particular” de Palocci e cabe ao ministro optar pelo sigilo de suas ações.
O presidente do Senado também afirmou que a Comissão de Ética Pública da Presidência já analisou o caso do ministro da Casa Civil e não encontrou elementos para abrir uma investigação contra Palocci.
Sobre a pressão da oposição em torno do ministro, Sarney avaliou que os líderes partidários estão cumprindo o papel de oposicionistas em “questionar” os fatos publicados na imprensa.


Fonte: g1

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

RÁDIO SENADO TEM PROGRAMA ESPECIAL PREPARADO CASO SARNEY MORRA. OUÇA!!!

http://www.estadao.com.br/interatividade/Multimidia/ShowAudios.action?destaque.idGuidSelect=861D58ADD2454C8FB9B69FAA3D31E231



Vaza obituário preparado pela Rádio Senado para eventual morte de Sarney

por Jose Orenstein
Eduardo Bresciani, do estadão.com.br em Brasília Com 81 anos, José Sarney (PMDB-AP) disse fazer um “sacrifício” no ínicio do mês ao assumir pela quarta vez o comando da Casa. Com a saúde debilitada, ele ficou metade do mês de outubro de 2010 internado em hospitais do Maranhão e de São Paulo após sofrer uma arritmia cardíaca. Na Casa, porém, parece haver setores preparados para um eventual falecimento do presidente. A Rádio Senado, inclusive, já tem pronto um obituário para colocar no ar caso o fato venha a acontecer. O Radar Político teve acesso a uma gravação de 21 minutos com o título “Reportagem especial em homenagem ao senador José Sarney”, produzida pela equipe da rádio oficial da Casa. A Secretaria Especial de Comunicação do Senado negou que a Rádio tenha um obituário pronto e afirmou que há apenas uma “biografia” de Sarney, como haveria de todos os outros 80 senadores.
Ouça o programa na íntegra aqui.
A Secretaria, porém, não soube explicar por que os verbos do material obtido pelo Radar Político estão todos no pretérito. “Além de uma extensa vida política, Sarney se destacou nas artes. Ele era membro da Academia Brasileira de Letras desde 1980″, diz um trecho. A justificativa oficial é que pode ter havido “erro verbal”. O material mistura entrevistas e discursos de Sarney com falas de outras personalidades políticas, como Tancredo Neves, já falecido. A gravação começa com a afirmação de que “o ponto mais alto da carreira de Sarney foi a Presidência da República”, mas antes destaca a trajetória do maranhense até chegar a este posto. Em trecho de entrevista, Sarney afirma que o regime militar aconteceu por que “todo o país sentia que estava à beira de uma desordem coletiva”. Seu papel no regime ocupa a primeira parte do obituário, com destaque para sua primeira reeleição para o Senado em 1978. O narrador destaca que ele teve “o maior percentual de votos naquela eleição em todo o país”. O período de Sarney na presidência da República é destacado, principalmente, com a convocação da Assembleia Constituinte. A reportagem lembra também da hiperinflação. “O lado ruim do governo Sarney foi a grave crise econômica que atingiu o pais”, diz o narrador, que lista todos os planos econômicos fracassados daquela época. A matéria destaca que na primeira vez que presidiu o Senado, entre1995 e 1997, Sarney criou o sistema de comunicação da Casa e menciona que um plano estratégico feito em 2010 decidiu pela ampliação. A crise do Senado, que explodiu na terceira administração do peemedebista a frente da Casa, também é lembrada na reportagem. A gravação coloca como problemas administrativos o excesso de diretores, o pagamento de horas extras no recesso e os atos secretos. O enfoque, porém, é de destacar “40 medidas” que foram tomadas pela administração Sarney para melhorar a estrutura da Casa e que Sarney foi absolvido pelo Conselho de Ética das acusações feitas contra ele. O tema é encerrado com uma afirmação dele do fim de 2009 dando a crise por encerrada. Não há qualquer menção à reforma administrativa prometida por ele e que até hoje não foi aprovada. O material fala ainda da defesa de Sarney do Mercosul, de suas atividades literárias e de suas colaborações com veículos de imprensa. Todos os termos são usados no pretérito, apesar de ele ainda executar algumas dessas atividades. Tags: , ,
Comentários (50) | comente LISTA DE COMENTARIOS 50 Comente também <>
  • 28/02/2011 - 18:52
    Enviado por: Paulo Gilberto (PeGê) - Patos (PB)
    Se for por falta de um torcedor, apresento-me.
  • 28/02/2011 - 18:56
    Enviado por: adilson gomes silva
    preocupem-se com os pobres que ão de viver mais do que ele ele já fez fortuna suficiente pra deixar ricos os filho netos ETC;
  • 28/02/2011 - 19:01
    Enviado por: Nilo Bairros
    Deixa tentar entender. Quer dizer que um expediente normal e rotineiro nas redações – a produção de obituários – agora virou notícia? Será que a Rádio Eldorado – do mesmo grupo de O Estado – e todas as outras emissoras não possuem também obituários dessa e de outras personalidades? Lamentável. Não acho que seja esse o jornalismo desejado pelos seus assinantes.
    • 28/02/2011 - 22:14
      Enviado por: Roberto Kedoshim
      Deixa eu explicar: Nilo, ter obituários preparados não só é praxe como é útil. Morreu, torna público. Agora, deixar escapar antes da hora, tenha paciência. Das duas uma: Trata-se de uma tremenda irresponsabilidade ou desejo oculto de apressar o inexorável desfecho. Agora explica-me lá outra coisa: O que te motiva a defender o Senado e o senador? responder este comentário denunciar abuso
  • 28/02/2011 - 19:07
    Enviado por: Antonio Carlos
    Presente
  • 28/02/2011 - 19:14
    Enviado por: vergonha na cara
    não deita mesmo mas uma hora chega
  • 28/02/2011 - 19:26
    Enviado por: pedro pimenta
    Que não demore para ir ao ar
  • 28/02/2011 - 19:27
    Enviado por: pedro pimenta
    Que não demore para ir ao ar.
  • 28/02/2011 - 19:38
    Enviado por: Celso
    Vazo ruim não quebra!
  • 28/02/2011 - 19:50
    Enviado por: Roberto CM
    Assino embaixo. Só que o obituário deveria, também, contar a mazelas do defunto no governo federal e no seu querido – e paupérrimo – Maranhão!
  • 28/02/2011 - 19:50
    Enviado por: Roberto Silva
    Vai ser mais uma demagogia nacional, quero dizer feriado nacional! MA torço por isso também, quem sabe assim o Maranhão deixa de ser curral eleitoral da família.
  • 28/02/2011 - 19:56
    Enviado por: careca
    Nada demais;sua importancia política nesse país os levam a pensar adiantado,esse político marcou a história do nosso país,vida longa ao senador Sarney,nimguém quer morrer,todos tem medo da morte,até o senhor Jesus temeu.pai se possível passa de mim esse cálice.
  • 28/02/2011 - 20:00
    Enviado por: geraldo
    esse senhor….o famoso “rolha” – aquele que não afunda de jeito nenhum….ainda vai enterrar muita gente……poderia estar em casa de pijamas contando o dinheirinho que conseguiu sem trabalhar…..afinal, faz tanto tempo que está na política…como será que conseguiu tanto dinheiro….tá certo que a dinherama que recebe do senado é alta, mas para juntar o que esse senhor tem…..sei não!?!?!?
  • 28/02/2011 - 20:01
    Enviado por: Al Martin
    Sarney estava morto havia muito tempo. Foi o Lula quem o ressuscitou. Mas, como sabemos todos, caixão não tem gavetas. Vai deixar por aqui mesmo tudo o que roubou do povo brasileiro.
  • 28/02/2011 - 20:14
    Enviado por: Bruno Lourenço Reis
    O Estadão inventou a antimatéria…
  • 28/02/2011 - 20:19
    Enviado por: barrabas
    ja estou comprando os fogos.
  • 28/02/2011 - 20:19
    Enviado por: Aparecido de Souza Lima
    Que pena ! foi só um ensaio. Gostaria que tivesse sido na década de 80.
  • 28/02/2011 - 20:24
    Enviado por: Aparecido de Souza Lima
    Esse cara foi o cara. Conseguiu deixar estrangeiros quebrar muitas empresas nacionais, que o BNDS não foi autorizado à ajudar. A sua linha de trem particular, ele conseguiu.
  • 28/02/2011 - 20:25
    Enviado por: souzza
    Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk……..
  • 28/02/2011 - 20:27
    Enviado por: Mineiro Nervoso
    CUIDADO! Não pise moçada… é lama contagiosa. Favor lançar bastante água para a lama descer mais rapidamente sem contaminar, as lamas que ainda restam. São muitas e poderemos ter falta de água para jatear todas mais rapidamente. Mas que todas vão descer para os esgotos isso não há dúvidas. Quanto mais rápido melhor.
  • 28/02/2011 - 20:29
    Enviado por: joaquim cavalcanti
    Se, com a sua morte terminasse as mazelas do país e do Maranhão seria uma felicidade para a nação, mas vão mudar apenas as moscas.
  • 28/02/2011 - 20:33
    Enviado por: Fabio
    Gente…será verdade…o demônio é mortal mesmo… Será que com o dinheiro que ele tungou do povo brasileiro ele não consegue mesmo comprar a eternidade…caraca… Mas não se preocupem…Roseana, a jogadora, continua na área por mais 750 anos.
  • 28/02/2011 - 20:51
    Enviado por: Gonçalo Nascimento Filho
    Que este obituário seja logo publicado “oficialmente” pois só assim o Maranhão selivrará desse câncer que é a familia Sardenta!!!
  • 28/02/2011 - 20:54
    Enviado por: zé do pito
    Que a justiça divina seja feita, quando, realmente, ele se for, porque aqui esse cidadão e familia esbanjaram maldades.
  • 28/02/2011 - 21:05
    Enviado por: Eva Gina
    O estagiário em jornalismo do Estadão não tinha um factoide melhor a apresentar?! Toda empresa/veículo/assessoria de comunicação tem obituários prontos e vai atualizando periodicamente. Dã.
  • 28/02/2011 - 21:14
    Enviado por: Des Monte
    Pena que tudo não passe de wishful thinking. E continua a sempre atual pergunta do Francis: - Quem vai enfiar a estaca?
  • 28/02/2011 - 21:23
    Enviado por: Renato Leodário
    Não sei se eu lamento mais a biografia dele ou o fato do verbo ‘estar errado’…
  • 28/02/2011 - 21:23
    Enviado por: Paulista Feliz
    Não vejo a hora do Povo brasileiro ouvir em todas as redes de rádio e televisão essa matéria, que bom! que alívio! não vejo a hora…
  • 28/02/2011 - 21:25
    Enviado por: Braz dos Santos
    Tenho certeza de que ninguem sentirá falta desse pilantra, assim como ninguém sentiu falta de Antônio Carlos Magalhães. E já que issoa veio a público, se os senadores tiverem um pouquinho de dignidade, vão nos poupar desse ultraje ridículo.
  • 28/02/2011 - 21:26
    Enviado por: Liberace
    “A Secretaria Especial de Comunicação do Senado negou que a Rádio tenha um obituário pronto e afirmou que há apenas uma “biografia” de Sarney, como haveria de todos os outros 80 senadores.” É mesmo? Uma biografia em áudio de todos os outros 80 senadores em arquivo? Que tal, por exemplo, o blog pedir para ouvir, de imediato, a biografia do senador Ciro Miranda, de Goiás? Jornalismo é isso. O resto é enganação.
  • 28/02/2011 - 21:31
    Enviado por: Wander Carvalho
    Absurdo da erra desse fantasma que só que já assombra a politica brasileira a decadas. Um motorista do senado ganha mais que aualquer oficial general das forças armadas mbrasileira,Um ascensorista da cãmara ganha mais que um oficial da marinha que condus uma fragata para defender nosso pais.Um diretor ASPONI, do senado que não justifica , o salario dele e maior que um p´roficional universitário concursado com mestrado e doutorado e prestigio intrnacional. O sus paga por uma operação de coração o astr~^onomico valor de R.70.00 . Precisamos urgentemente de um choque de moralidade nos tres poderes, já provados que são coniventes pois um ministro é indicado politicamente, como a justiça seria independente depois desta indicação. Precisamos acabas com estes desafôros.Já perdemos a capacidade de nos indiginar esperando milagres sem sem reação et´e quando?
  • 28/02/2011 - 21:39
    Enviado por: Ricardo M. Lima
    Espero que não demore muito, pois para mim quando Sarney morrer direi, já foi tarde.Espero que quando ele chegar no inferno um marimbondo de fogo acerte o seu traseiro.
  • 28/02/2011 - 21:42
    Enviado por: jpereira1953
    O obituario de Nobel foi publicado erroneamente antes de sua morte, como sendo o inventor da dinamite, responsável por muitas mortes quando usada como arma. Quando ele se deu conta de como sua biografia entraria para a história, ele criou o premio Nobel, em uma tentativa desesperada de mudar sua biografia. O Sarney entrará para a história brasileira como um dos maiores corruptos que já houve nesse pais, mas eu não acredito que a publicação prematura de sua biografia mude qualquer coisa na vida desse cidadão. Ele certamente prefere as regalias do poder do que uma biografia …
  • 28/02/2011 - 21:49
    Enviado por: argemiro garcia
    Morreu tarde! Pena que é só o obituário. Depois da revolta contra Kadaffi, temos que convidar os líbios e egípcios para vir ajudar na manifestação contra a permanência dessa “Sarna” que atende pelo nome de Sarney, e que mais parece um “cão sarnento” do poder….
  • 28/02/2011 - 21:51
    Enviado por: Ubirajara
    Então já tem a fala de quando o sarnento bate as botas abotoar o paléto, estica o esqueleto ir fazer companhia ao Belzebu, com com presença do sarney deixará de ser o unico Coisa Ruim.
  • 28/02/2011 - 21:53
    Enviado por: Wander Carvalho
    Um motorista do Senado ganha mais para dirigir um automóvel do que um oficial da Marinha para pilotar uma fragata ! Um ascensorista da Câmara Federal ganha mais para servir os elevadores da casa do que um oficial da Força Aérea que pilota um Mirage. Um diretor que é responsável pela garagem do Senado ganha mais que um oficial-general do Exército que comanda uma Região Militar ou uma grande fração do Exército. Um diretor sem diretoria do Senado, cujo título é só para justificar o salário, ganha o dobro do que ganha um professor universitário federal concursado, com mestrado, doutorado e prestígio internacional. Um assessor de 3º nível de um deputado, que também tem esse título para justificar seus ganhos, mas que não passa de um “aspone” ou um mero estafeta de correspondências, ganha mais que um cientista-pesquisador da Fundação Instituto Oswaldo Cruz, com muitos anos de formado, que dedica o seu tempo buscando curas e vacinas para salvar vidas. O SUS paga a um médico, por uma cirurgia cardíaca com abertura de peito, a importância de R$ 70,00, equivalente ao que uma diarista cobra para fazer a faxina num apartamento de dois quartos. PRECISAMOS URGENTEMENTE DE UM CHOQUE DE MORALIDADE NOS TRÊS PODERES DA UNIÃO, ESTADOS E MUNICÍPIOS, ACABANDO COM OS OPORTUNISMOS E CABIDES DE EMPREGO. OS RESULTADOS NÃO JUSTIFICAM O ATUAL NÚMERO DE SENADORES, DEPUTADOS FEDERAIS, ESTADUAIS E VEREADORES. TEMOS QUE DAR FIM A ESSES “CURRAIS” ELEITORAIS, QUE TRANSFORMARAM O BRASIL NUMA OLIGARQUIA SEM ESCRÚPULOS, ONDE OS NEGÓCIOS PÚBLICOS SÃO GERIDOS PELA BRASILIENSE COSA NOSTRA O PAÍS DO FUTURO JAMAIS CHEGARÁ A ELE SEM QUE HAJA RESPONSABILIDADE SOCIAL E COM OS GASTOS PÚBLICOS.
  • 28/02/2011 - 21:57
    Enviado por: washington dellacqua
    nossa… ele ainda vive? antes de ir pra vala comum que esse sujeito aplique vontade e dinheiro acumulado pra combater a miséria medonha e secular enfronhada no Maranhão. E depois comemoremos felizes o seu desaparecimento da história desse país. Junto uma boa fogueira de seus livros de péssima qualidade literária movida apenas à fútil vaidade. Outra coisa: essa censura contra o Estadão e todos nos não tem fim?????
  • 28/02/2011 - 22:03
    Enviado por: karlson rocha silveira
    Bem que poderia ser verdade ! A capitania hereditária do Maranhão já foi explorada demais,é a região mais pobre e sofrida do Brasil,lá a miséria reina e é muita pobreza e analfabetismo,uma vergonha para esta famíglia que sempre teve o poder nas mãos. E este homem ainda teve a coragem de dizer que está “fazendo um sacrifício em continuar na política ?”. Quando ele adoecer,sugiro a ele que procure os hospitais do Maranhão,não vá para SP se tratar,confie no trabalho que a sua filha faz na saúde do Estado,não se acovarde indo para o hospital Albert A. ou Sírio Libanês. Pobre,sofrido e digno Povo Maranhense,vocês merecem muito mais !
  • 28/02/2011 - 22:11
    Enviado por: Jorge Fetter
    Para a família de Sarney seria motivo de tristeza, é natural, para o povo brasileiro seria motivo de alívio, seria o fim de um ciclo que começou no plano cruzado e deixou por muitos anos o Brasil se segurando literalmente no pincel. Pena que tenha sido um erro de um jornalista descuidado, mas este erro nos lembra que não há mal que sempre dure.
  • 28/02/2011 - 22:15
    Enviado por: Fernando Moreira salles
    O mala sem alça do Sarney disse que faz sacrifício comandando o Senado mas está totalmente enganado, para o povo brasileiro é um tremendo suplício tolerar esse FICHA SUJA e sua turma há mais de 50 anos mamando às nossas custas. Ele são uma máfia de incompetentes que só sabem extorquir o País. Vejam a situação do Maranhão.
  • 28/02/2011 - 22:19
    Enviado por: Paulo Afonso
    Putz, já vi que veremos o centenário de Sarney com ele todo serelepe. E Alcione vai puxar o Parabéns pra você. E Roseana vai dar pungadas no Tambor de Criola. Pode registar cantar o que digo
  • 28/02/2011 - 22:22
    Enviado por: Rosa Lewellen
    Hahahaha!!!! Essa foi muito boa. Mas nao se alegrem, pessoal. Ja nao ouviram dizer que vazo ruim nao quebra? Eis ai a prova. Ele ainda vai dancar nos nossos tumulos, enquanto a Roseanna sobrevoa em uma de suas vassouras! KKKKKK!!!
  • 28/02/2011 - 22:22
    Enviado por: Roberto Kedoshim
    Ocorreu-me uma coisa: Não seria uma espécie de “teste de impacto”? Sarney queria saber o querido eleitorado reagiria à sua morte e deixou vazar o obituário. Hum, pelo jeito falhou. Foi como se o Kadafi resolvesse participar do BBL (Big Brother Líbia). Imagine que Paredão…
  • 28/02/2011 - 22:23
    Enviado por: Fernando Moreira salles
    O Sarney ainda não é defunto mas com tanta podridão na sua folha corrida já está fedendo há muitos anos.