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terça-feira, 23 de julho de 2013

JOAQUIM BARBOSA, ATÉ TU???


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Blog que já havia revelado documentos relativos à suposta sonegação fiscal da Globo agora publica mais um furo de reportagem: o relatório de 2013 da Assas JB Corp, seu contrato social e um documento que cita a transferência do imóvel avaliado em R$ 1 milhão por apenas US$ 10 – isso mesmo, dez dólares!!! Segundo O Cafezinho, documentos da venda feita por Alicia Lamadrid serviriam como provas a serem encaminhados às autoridades para checarem se o presidente do Supremo Tribunal Federal não infringiu a Lei da Magistratura, segundo a qual um juiz não pode ser diretor de empresa privada, e se há indícios de sonegação fiscal e evasão de divisas.
Abaixo, o contrato social:

 Abaixo, o relatório anual de 2013:
 Abaixo, o documento que cita a transferência do luxuoso imóvel por 10 dólares:
http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/109315/O-Cafezinho-apresenta-provas-contra-Barbosa.htm

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

SARNEY, ATÉ TU?

Operação Porto Seguro

Investigação

Delator liga Sarney ao esquema dos irmãos Vieira

Cyonil Borges disse ao MP que Paulo Vieira conseguido tramitar processo em favor da empresa Tecondi após acionar Sarney; senador nega

O presidente do Senado, José Sarney
Presidente do Senado, Sarney nega envolvimento com Paulo Vieira (Antonio Cruz/ABr)
Delator do esquema de venda de pareceres em órgãos federais, o ex-auditor do TCU Cyonil Borges disse que o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), teria posto sua influência a favor dos interesses da organização no Tribunal de Contas da União (TCU). Em denúncia enviada ao Ministério Público Federal (MPF), ele relatou que o ex-diretor da Agência Nacional de Águas (ANA) Paulo Vieira teria conseguido alterar a tramitação de processo em favor da empresa Tecondi após acionar Sarney. O senador nega.
De acordo com o inquérito da Operação Porto Seguro, Vieira fazia lobby no TCU para beneficiar a Tecondi em auditoria que discutia irregularidades em contrato de arrendamento de áreas do Porto de Santos, no litoral paulista. A Polícia Federal sustenta que o ex-diretor ofereceu propina de 300 000 reais para que Cyonil elaborasse parecer favorável à empresa.
Em 2007, o ex-auditor se manifestou contra a permanência da Tecondi no terminal paulista. O processo foi remetido ao gabinete do então relator, Marcos Vinícius Vilaça, hoje aposentado.
Entre 2008 e 2010, Vieira teria operado para que o TCU determinasse nova inspeção pela Secretaria de Controle Externo (Secex), em São Paulo. Com isso, haveria a chance de outro parecer, favorável à empresa, ser elaborado.
Na representação, de 15 de fevereiro de 2011, Cyonil relata conversas com Vieira, nas quais o ex-diretor teria citado o senador. "Paulo Vieira disse que pediria a José Sarney, que indicara, à época, o ministro Vilaça, para reencaminhar o processo à secretaria de São Paulo e, assim, autorizasse a inspeção." Rejeitado pelo Senado, Vieira só foi nomeado para a diretoria da ANA após manobra de Sarney. Ao MPF, o delator contou que o lobby renderia frutos a Vieira, pois os donos da Tecondi o auxiliariam em campanha a deputado federal. 
Outro lado – O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), negou ingerência no processo do TCU que discute o arrendamento de áreas do Porto de Santos à Tecondi. Segundo a assessoria do senador, ele não fez qualquer gestão a respeito e as declarações de Cyonil Borges são "inverídicas".
Em e-mail enviado por sua assessoria, Paulo Vieira disse: "Nego. Nunca falei com Sarney sobre isso". Segundo ele, o processo foi encaminhado a São Paulo pelo ministro do TCU José Múcio, no início de 2010, atendendo a um pedido da Codesp. O ex-diretor informou que, à época, não era ainda conselheiro da companhia. 
Múcio disse que não houve conversa com Sarney ou Paulo Vieira sobre o caso da Tecondi. De acordo com a assessoria de gabinete do ministro, nenhuma decisão dele e do plenário do tribunal no processo foi favorável à empresa, apesar do parecer de Cyonil sugerir o contrário. E, além disso, até a Operação Porto Seguro, não se sabia que o relatório do auditor era comprado.
(Com Estadão Conteúdo)

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Michel Temer, até tu???


domingo, 2 de setembro de 2012

RUSSOMANNO, ATÉ TU???


nvestigação

Ministério Público pede quebra de sigilo de empresa de Russomanno

Candidato é acusado de usar verba de gabinete da Câmara dos Deputados para pagar os salários de uma funcionária da Night and Day

O candidato a prefeito de São Paulo, Celso Russomano (PRB)
O candidato a prefeito de São Paulo, Celso Russomano (PRB) (Nelson Antoine/ Fotoarena)
O Ministério Público Federal do Distrito Federal (MPF-DF) pediu à Justiça a quebra de sigilo fiscal da empresa Night and Day Promoções Ltda., que tem como sócio majoritário o candidato do PRB à prefeitura de São Paulo, Celso Russomanno. O candidato é atualmente líder nas pesquisas de intenção de voto na capital paulista e já foi deputado por quatro mandatos seguidos. Ele é alvo de investigação por suspeita de crime de peculato - uso de cargo público para desvio de recursos - entre 1997 e 2000.
O candidato é acusado de usar verba de gabinete da Câmara dos Deputados para pagar os salários de uma funcionária da Night and Day. O Ministério Público suspeita que Sandra de Jesus Nogueira, nomeada assessora do gabinete do então parlamentar, trabalhava para a empresa de Russomanno.
Resposta - Em sua defesa, Russomano alega que Sandra trabalhava em seu escritório político em São Paulo - a medida é permitida aos deputados federais. Russomanno diz que esse escritório funcionava no mesmo endereço da empresa e que, quando ela prestava serviços eventuais à Night and Day, era de maneira informal, sem prejuízo de suas funções como secretária parlamentar.
Ajuda - O candidato argumenta que a empresa ficou desativada por dois anos: 1998 e 1999. Sandra foi demitida da Night and Day em 1997 e nomeada logo em seguida como secretária parlamentar. Segundo o ex-deputado, na época ele a teria ajudado em um processo de adoção e, se estivesse desempregada, seria mais difícil conseguir da Justiça a guarda da criança. Ao jornal O Estado de S. Paulo, o candidato alegou ter colocado à disposição do MPF os sigilos fiscal e bancário da empresa.
No processo, segundo informou o site Último Segundo, documentos indicam que Sandra assinava contratações e demissões de funcionários da empresa, recebimento de talões de cheque, contratos de publicidade e baixa em carteira de trabalho de profissionais que deixaram a produtora quando já fora nomeada para o cargo.
Denúncia - O processo por peculato foi aberto após denúncia recebida pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Hoje, o processo corre no Tribunal Regional Federal (TRF), pois Russomanno, ao encerrar o mandato de deputado, deixou de ter direito ao foro privilegiado. O MPF quer saber se a Night and Day estava inativa entre 1998 e 1999, como disse o ex-deputado em depoimento à Justiça.
(Com Agência Estado)