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segunda-feira, 29 de julho de 2013

PAPA FRANCISCO JÁ ESTÁ EM ROMA

29/07/2013 06h58 - Atualizado em 29/07/2013 07h14

Papa Francisco chega à Itália após visita ao Brasil

Pontífice desembarcou em Roma nesta segunda (29) vindo do Rio.
No Twitter, ele disse que sua alegria era maior que seu cansaço.

Do G1, em São Paulo
O Papa Francisco desembarca nesta segunda-feira (29) no aeroporto Ciampino, em Roma (Foto: Alessandro Bianchi/Reuters)O Papa Francisco desembarca nesta segunda-feira (29) no aeroporto Ciampino, em Roma (Foto: Alessandro Bianchi/Reuters)
O Papa Francisco chegou à Itália nesta segunda-feira (29), após sua participação na Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro.
O avião que transportava o pontífice, um Airbus A330 da companhia Alitalia, aterrissou no aeroporto de Ciampino, em Roma, às 11h25 (6h25 de Brasília), após percorrer os 9.201 quilômetros que separam o Rio de Janeirox da capital italiana.
O Papa desceu a escada do avião carregando a sua maleta preta de mão, que havia chamado a atenção já na viagem de ida.
Do aeroporto, o pontífice foi de helicóptero até o Vaticano, pondo fim a sua primeira viagem internacional como Papa.
O Papa mandou uma mensagem pelo Twitter avisando que chegou, dizendo que sua alegria era maior que seu cansaço.
Reprodução do tuíte do Papa Francisco, nesta segunda-feira (29), avisando sobre sua chegada a Roma (Foto: Reprodução)Reprodução do tuíte do Papa Francisco, nesta segunda-feira (29), avisando sobre sua chegada a Roma (Foto: Reprodução)

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

PLANTAÇÃO DE MACONHA NOS SUBTERRÂNEOS DE ROMA



MUNDO

 

ROMA

Eles descobrem uma plantação de maconha em um metrô deserta em Roma

A patrulha encontrou um sentiu um forte cheiro de maconha saindo dos esgotos. A estufa, cerca de 4 mil metros quadrados, tinha as lâmpadas de halogéneo, irrigação e produtos químicos.
4.000 m2 de estufas para o cultivo de 340 quilos de maconha. (LaReppublica.it)

AÇÃO

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15/08/12 - 21:38
A polícia italiana descobriu acidentalmente uma enorme plantação de maconha , avaliada em 3 milhões de euros em um túnel de metrô abandonado no bairro italiano de Tor Pignattara em Roma, o papel La Repubblica .
A descoberta foi feita quando os agentes da unidade de intervenção rápida realização de uma operação na área e sentiu um "cheiro de maconha saindo dos canais de ventilação" forte do túnel, perto da estação de Roma Casilina e chamou sua atenção .  
No total, foram "de 4.000 m2 de estufas para o cultivo ea produção de maconha", disse o comunicado divulgado pela polícia financeira em seu site, onde notam que 340 kg de drogas apreendidas, algumas "340.000 doses de entre 7 e 8 euros por grama ", o equivalente a cerca de 3 milhões.
Por enquanto, só prendeu um italiano de 57 anos que se apresentou como agricultor, mas a pesquisa sugere que não haveria mais cúmplices, o porta-voz.
No final do túnel, os policiais descobriram o que parecia uma colheita de cogumelos e uma parede de tijolos em movimento ", criado como um fundo falso para esconder a área onde a maconha foi cultivado", acrescentou.
A polícia encontrou centenas de plantas de cannabis em casa de vegetação equipada com lâmpadas de halogéneo poderosos e um sofisticado sistema de irrigação ligado a reservatórios subterrâneos.
Além disso, o laboratório foi equipado com máquinas para secar as plantas, balanças de precisão e de produtos químicos para a preparação da Cannabis.
O túnel era parte de uma linha de metrô ambicioso lançado na década de 30 por Benito Mussolini e foi mais tarde abandonada.
A área no bairro de Tor Pignattara é atravessada por numerosas subterrânea com umidade e temperatura constantes, utilizada para cultivar cogumelos.

As estufas cobrem uma área de 4.000 metros quadrados. (LaReppublica.it)

sábado, 17 de dezembro de 2011

MARIO MONTI, POLÍTICO DE PRIMEIRA, COISA RARA NA POLÍTICA BRASILEIRA


16/12/2011
 às 20:08 \ Vasto Mundo

O primeiro-ministro da Itália renunciou a dois salários dos cofres públicos para dar exemplo. Você acha que isto aconteceria “neste país”?

Monti (à direita) com o presidente Napolitano (à esquerda) e outros ministros na cerimônia de compromisso, no Palazzo Quirinale, sede da Presidência (Foto: AFP)
Convocado pelo presidente da República, Giorgio Napolitano, para assumir o governo da Itália à beira da catástrofe financeira, após a renúncia a contragosto do desastroso primeiro-ministro Silvio Berlusconi, o ex-alto dirigente da União Europeia Mario Monti não tem brincado em serviço.
Seu plano de austeridade e, simultaneamente, de investimentos públicos para reativar a economia incluem uma alta do imposto sobre consumo, a elevação do tempo de contribuição e da idade para os trabalhadores se aposentarem, a reintrodução de imposto predial, extinto por Beslucsoni, um aperto nas regiões e provínciais para que reduzam cargos públicos, pesados impostos sobre a propriedade de carros de luxo, aviões privados e helicópteros e até a possibilidade de diminuir o tamanho das Forças Armadas.
Ah, também cortou sete dos 24 ministérios então existentes.
Monti ainda tomou uma atitude rara, raríssima em políticos de todo naipe e de qualquer país: renunciou aos dois salários dos cargos que acumula – os de primeiro-ministro e ministro da Economia, muitíssimo bem pagos na Itália. Não é nada, não é nada, são cerca de 30 mil euros por mês (73.500 reais).
Ao explicar o gesto, Monti disse que “no momento em que exigimos sacrifícios de todos os cidadãos”, esse pareceu-lhe ser seu “dever”.
Senador vitalício, como outros italianos ilustres
Como não pode viver de brisa, e precisou abandonar atividades privadas para assumir o cargo – é professor e exercia funções de conselheiro do conclomerado financeiro Goldman Sachs –, Monti ainda recebe confortabilíssimos 15 mil euros (36,7 mil reais) mensais como senador vitalício, senatore a vita, como se diz na Itália, para o qual foi designado pelo presidente Napolitano.
A Constituição da Itália prevê que os ex-presidentes da República têm direito ao cargo de senador vitalício, com gabinete, tribuna e salário, mas não a voto. E, no artigo 69, concede ao presidente a prerrogativa de designar para a função, numa espécie de reconhecimento nacional, a grandes figuras do país nos cenários social, científico, artístico ou literário.
Italianos notáveis de todos os campos já ocuparam o cargo honorário, como o maestro Arturo Toscanini, Eugênio Montale, Prêmio Nobel de Literatura de 1975, e o forjador da Fiat, Giovanni Agnelli. Monti, além dos méritos próprios, viu-se guindado à honraria para poder ser primeiro-ministro, já que o cargo só pode ser ocupado por integrantes do Parlamento.
Está certo que Monti recebeu esse prêmio, mas diga lá: você acha que no Brasil algum ministro renunciaria a salário?

terça-feira, 8 de novembro de 2011

SILVIO BERLUSCONI, O "FURUNFADOR" DA ITÁLIA DEVE RENUNCIAR



08/11/2011 17h06 - Atualizado em 08/11/2011 18h26

Berlusconi vai renunciar ao cargo de premiê, anuncia presidência da Itália

Renúncia deve ocorrer após aprovação de ajustes pedidos pela Europa.
Primeiro-ministro perdeu maioria parlamentar nesta terça e era pressionado.

Do G1, com agências internacionais

O presidente da Itália, Giorgio Napolitano, anunciou na noite desta terça-feira (8) que o pressionado premiê Silvio Berlusconiaceitou renunciar ao cargo, tão logo consiga aprovar as medidas de ajuste econômico exigidas pela União Europeia.
O anúncio ocorre horas depois de o contestado premiê de centro-direita ter perdido a maioria absoluta na Câmara dos Deputados, o que fez a oposição intensificar os pedidos pela sua saída, que já eram crescentes.
A decisão foi anunciada após encontro entre o premiê e o presidente Napolitano.

Segundo o comunicado, Berlusconi se disse preocupado com a "urgente necessidade de dar respostas pontuais às expectativas dos sócios europeus, com a aprovação dos Orçamentos de 2012, oportunamente emendados seguindo as observações e propostas da Comissão Europeia".
Feito isso, o premiê colocará o cargo à disposição de Napolitano, que fará as consultas habituais a todos os partidos políticos  para formar um novo governo.
O governo Berlusconi precisa aprovar no Parlamento uma emenda aos Orçamentos de 2012, definida há uma semana pelo Conselho de Ministros.
Nela, estão as primeiras exigências feitas pela União Europeia a Berlusconi para tentar garantir a estabilidade financeira do país e evitar o contágio da crise na Zona do Euro, que poderia se estender a toda a economia mundial.
A aprovação no Parlamento estava prevista para acontecer até o fim de novembro, mas o processo pode ser acelerado após o anúncio da iminente renúncia.
O premiê da Itália, Silvio Berlusconi, durante a votação nesta terça-feira (8) no Parlamento (Foto: AP)O premiê da Itália, Silvio Berlusconi, durante a votação nesta terça-feira (8) no Parlamento (Foto: AP)

Berlusconi, ao sair da reunião, disse que só acredita na possibilidade de eleições antecipadas, mas que isso deverá ser decidido por Napolitano. A outra opção é a formação de um governo provisório de técnicos.
Pressão e instabilidade
Boatos sobre a possível renúncia de Berlusconi e pressões para que ele saia do governo cresciam desde a semana passada, em meio à desconfiança de que seu gabinete não conseguiria sobreviver à votação desta terça.

Pouco antes da votação, o líder da Liga Norte, Umberto Bossi, já havia pedido a saída do premiê.
"Nós pedimos ao primeiro-ministro para renunciar", Bossi disse a jornalistas em frente ao Parlamento. Ele havia se encontrado com Berlusconi na noite de segunda.
Bossi sugeriu que Angelino Alfano, secretário-geral do governista Partido da Liberdade e considerado o herdeiro político de Berlusconi, deveria assumir o governo.

Ex-ministro da Justiça do governo Berlusconi, Alfano poderia receber um apoio relativamente grande para liderar um governo de transição no qual entraria a oposição centrista.

Acredita-se que a Liga Norte, junto com muitos membros do PDL, esteja querendo que Berlusconi abra caminho para um novo governo de centro-direita, capaz de combater a crise econômica e restaurar a confiança dos mercados sem a necessidade de passar o poder para um governo de transição.

Na segunda, o contestado premiê de centro-direita, envolvido em vários escândalos, garantiu que não iria renunciar. No fim de semana, ele havia garantido que ainda tinha apoio parlamentar para governar.

Aparentemente, ele estava tentando negociar a volta dos dissidentes de seu partido, o que não ocorreu.

Os mercados financeiros reagem com instabilidade à incerteza política no país, em meio à crise da Zona do Euro.

Com a esperada renúncia de Berlusconi, cabe ao presidente Napolitano decidir se convoca eleições antecipadas ou se nomeia um novo governo. Um nome bastante citado para liderar um possíve governo técnico é o de Mario Monti.
Karima El Mahroug, a Ruby, em foto de 17 de janeiro (Foto: AP)Karima El Mahroug, a Ruby, pivô de escândalo
envolvendo Berlusconi, em17 de janeiro (Foto: AP)
A oposição de centro-esquerda tenta há tempos derrubar Berlusconi, envolvido em polêmicas, escândalos sexuais e processos criminais.
Os opositores também acusam o premiê de ter prioridades legislativas diretamente ligadas a seus interesses empresariais, em detrimento das necessidades do país.
No entanto, a oposição nunca conseguiu "emplacar" um líder forte, com um bom programa, para apresentar como opção a Berlusconi.
O medo é que a Itália não consiga cumprir os pagamentos de seus débitos, de cerca de US$ 2,6 trilhões, e precise de ajuda internacional.
A Europa teme que um programa de auxílio desta magnitude possa quebrar a Eurozona e arrastar consigo a economia global.

Na reunião de cúpula do G20, na semana passada, Berlusconi pediu ao FMI que monitore as reformas econômicas do país.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

ITÁLIA, PAÍS DE MERDA - BERLUSCONI

Chantagem

'Vou embora deste país de merda', diz Berlusconi em ligação interceptada

Publicada em 01/09/2011 às 13h58m
O GloboCom agências internacionaisSilvio Berlusconi, em junho - Reuters
O primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, teria sido vítima de extorsão e, numa conversa com um dos suspeitos no caso, afirmou que pretendia deixar a Itália, chamada por ele de "país de merda". O diálogo por telefone com Valter Lavitola, diretor e editor do jornal "Avanti!", aconteceu no dia 13 de julho e foi interceptado pela Procuradoria de Nápoles.

- Em alguns meses me vou. Vou embora deste país de merda, do qual estou nauseado. Ponto e basta - disse Berlusconi na conversa com Lavitola, segundo a agência de notícias Ansa.
Na ligação de 13 minutos, o principal assunto são os processos judiciais contra Berlusconi. O premier nega as acusações contra ele, mas, de acordo com as autoridades locais, o áudio é "relevante" por provar a "especial proximidade" entre o premier e o editor.
- Eu sou assim, transparente, limpo nas minhas coisas. Não há nada que me possa incomodar, entendeu? Eu sou uma pessoa que não faz nada que possa ser assunto de notícias criminais. Estou absolutamente tranquilo - disse o chefe de governo no telefonema.
Lavitola é investigado sob acusação de ter extorquido Berlusconi. A polícia italiana prendeu na manhã desta quinta-feira duas pessoas ligadas ao mesmo caso: o executivo Giampaolo Tarantini e sua mulher, Angela Devenuto.
Tarantini teria chantageado o premier devido à investigação policial que apura se mulheres menores de idade foram pagas para frequentar festas na casa de Berlusconi. O empresário, que também está sendo investigado por auxílio à prostituição na região de Bari, afirmou que pagou Patrizia D'Addario, uma prostituta de luxo, e outras mulheres para que fossem a uma festa na casa de Berlusconi.
De acordo com o promotor de Justiça de Nápoles, Francesco Greco, o empresário prometera não divulgar interceptações telefônicas embaraçosas sobre as mulheres que iam a festas de Berlusconi. O executivo também diria que o premier não sabia do que acontecia nas festas, chamadas por Berlusconi de "bunga-bunga".
Segundo a revista semanal italiana Panorama, a Procuradoria de Nápoles trabalha com a hipótese de que Tarantini teria recebido um montante de 500 mil euros. Em declarações à revista Panorama, o premier negou ter sido vítima de extorsão e declarou que "ajudou uma pessoa [Tarantini] e uma família com filhos que se encontrava, e se encontra, em graves dificuldades econômicas".
Mas trechos de outras conversas telefônicas entre Tarantini e Lavitola demonstram que a dupla tinha o objetivo de manter Berlusconi "com a corda no pescoço", "de joelhos" e "sob pressão", segundo expressões usadas durante as ligações.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2011/09/01/vou-embora-deste-pais-de-merda-diz-berlusconi-em-ligacao-interceptada-925266639.asp#ixzz1WnQubFLw 
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