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sábado, 8 de setembro de 2012

BAD - 25 ANOS DEPOIS - MICHAEL JACKSON


Vinte e cinco anos de idade

Relançamento com faixas inéditas de 'Bad', disco de Michael Jackson, sai este mês

08 de setembro de 2012 | 9h 23
Demos relançadas prometiam hits - Divulgação

Roberto Nascimento - O Estado de S.Paulo
No dia 18, Bad, o terceiro grande disco de Michael Jackson, vai completar 25 anos. Trata-se de uma efeméride repleta de comemorações e lançamentos, que lembram a fase ápice do Rei do Pop, época em que sua loucura ainda era o estopim de performances brilhantes, além de modas e coreografias que ainda reverberam no panorama pop internacional (os gângsteres de Smooth Criminal, as calças de couro, jaquetas e correntes da faixa-título, para não falar dos geniais esparadrapos nas pontas dos dedos).
O filé mignon desses relançamentos está no segundo disco, que tem 8 faixas novas, além de remixes de Bad, feita por DJs hypados como Afrojack e Nero. Estas faixas desconhecidas jogam um importante facho de luz na produção do disco, pois sabemos que o ídolo tinha em torno de 60 faixas prontas e queria lançar um megalomaníaco disco triplo com a maioria delas, mas foi vetado pela Epic. As que já vazaram tinham potencial, e dão pena por não terem sido gravadas por Michael antes de ele cair em seu abismo pessoal, nos anos 90.O vigésimo quinto ano desta obra-prima, o quinto disco mais vendido de todos os tempos, é comemorado com um documentário, feito por Spike Lee e mostrado recentemente no festival de Veneza (a crítica do Estado, que assistiu ao filme, o considerou um dos grandes já feitos sobre um ídolo e sua obra). Este quarto de século também terá um relançamento triplo do disco, com remasterizações, novas faixas, e gravações dos históricos shows de Jackson no Wembley Stadium, na Inglaterra.
Don’t Be Messin’, uma gravação demo, postada no YouTube e rapidamente removida, no começo de junho, tem um daqueles refrões sutis e dançantes, ao mesmo tempo, que lembram a sofisticação de Thriller. E de fato a música foi composta na época de seu primeiro disco, mas deixada de fora dos dois. O que ouvimos é uma gravação caseira, pouco trabalhada, que deixa às nossas imaginações espaço para preenchê-las com uma linha sintetizada de Quincy Jones, ou um baixo de Louis Johnson. Streetwalker, disponível no YouTube, já parece ter sido mais moldada por Quincy.
Uma ponte entre o verso e o refrão traz os distintos backing vocals ouvidos em faixas como Speed Demon e Smooth Criminal. Já o remix de Afrojack é lastimável, feito sem compreensão da trama rítmica da faixa e em um andamento acelerado, como se o original não fosse empolgante o suficiente. O filme de Spike Lee conversa com uma série de cantores e dançarinos envolvidos na produção do disco, e acaba por ser uma "carta de amor" a Jackson, já que explicar sua loucura passou a ser inútil.
Polêmica. O relançamento de Bad e o documentário de Lee, que será mostrado nos EUA, no dia 25 de novembro, deve ofuscar a mais recente polêmica sobre o Rei do Pop: uma série de e-mails que revelam sua péssima condição física e psicológica próximo da maratona de 50 shows que Jackson faria, como encerramento de sua carreira, na 02 Arena, em 2009, ano em que morreu. A troca de correspondência eletrônica entre Kenny Ortega, diretor do show e parceiro antigo de Jackson, e Randy Phillips, um dos managers mais poderosos da indústria musical, incluem frases como: "Há fortes sinais de paranoia, ansiedade e comportamento obsessivo-compulsivo infantil. Temos de chamar um psiquiatra para atendê-lo rapidamente", escreve Kenny. "Ele é louco de pedra", responde outro. Phillips escreve, em outro email, que Jackson estava trancado no banheiro, bêbado, e que tentou diversas vezes fazer com que ficasse sóbrio para uma coletiva de imprensa, na ocasião em que os 50 shows foram anunciados.



quinta-feira, 27 de outubro de 2011

MJ VICIADO EM ANALGÉSICO DERIVADO DO ÓPIO


Cultura

Michael Jackson seria viciado em analgésico por usar Botox

Especialista recrutado pela defesa do médico Conrad Murray, acusado de homicídio culposo do cantor, aposta na dependência química do astro do pop como fator decisivo para a overdose de propofol

Michael Jackson no Madison Square Garden, em Nova York
Michael Jackson no Madison Square Garden, em Nova York (Dave Hogan/Getty Images)
O astro do pop Michael Jackson estava "provavelmente viciado" em um analgésico derivado do ópio que seu dermatologista receitava para tratá-lo com Botox nos meses anteriores à sua morte. A informação surgiu nesta quinta-feira da boca de um especialista em dependência química convocado pelos advogados de defesa de Conrad Murray. Médico responsável pelo acompanhamento de Michael Jackson na turnê This Is It, que ele programava fazer em 2009, Murray é acusado de homicídio culposo - sem intenção de - do cantor. O astro morreu de overdose de propofol, medicamento tomado para dormir. 
Um dos sintomas de abstinência deste opiáceo, de nome Demerol, é a insônia, problema que Jackson enfrentava quando faleceu, em 25 de junho de 2009, disse o médico Robert Waldman, na Corte Superior de Los Angeles. Jackson "era dependente de Demerol, provavelmente viciado", afirmou Waldman, quando o advogado de defesa Ed Chernoff mostrou na corte cerca de trinta registros médicos que atestavam as altas doses do opiáceo tomadas por Jackson.
Segundo o especialista, "o vício é um comportamento repetitivo que pode causar consequências adversas", enquanto "uma dependência é a necessidade física de uma substância". Waldman baseou sua afirmação nos registros do dematologista Arnold Klein, de Beverly Hills, a quem Jackson consultava várias vezes por semana, e em alguns períodos diariamente, para tomar injeções de Botox e fazer tratamentos contra as rugas.
Entre o começo de março e o final de maio de 2009, Jackson recebeu de forma crescente de 100 a 300 mg de Demerol e doses menores de Midazolam, um ansiolítico, para aliviar a dor quando tomava Botox e outras injeções similares. O cantor chegou a tomar doses de até 775 mg de Demerol em três dias seguidos. "Baseado na minha experiência, este curso de tratamento indica que Jackson provavelmente era viciado no opiáceo", afirmou Waldman.
São números "muito acima da dose média", explicou o médico. "Um indivíduo não familiarizado com o ópio recebe 50 mg de opiáceo." Em consequência, provavelmente o artista, que teria desenvolvido tolerância, ficaria adormecido, letárgico e possivelmente incapaz de reagir.
Michael Amir Williams, assistente de Jackson, disse no início do julgamento que o cantor costumava ir ao consultório de Klein nos meses anteriores à sua morte e que sempre saía dali atordoado e falando muito lentamente. Depois, também na corte, foi ouvida a gravação de uma conversa entre Jackson e Murray, na qual o astro soava muito drogado e desconexo. 
"Quando um indivíduo é dependente de opiáceos, que tipo de problemas físicos apresenta?", questionou o advogado Chernoff. "Ansiedade, insônia, agitação", disse o especialista. "A insônia é muito comum, pode durar de semanas a meses."
Murray alega que tentava curar a insônia crônica do paciente, bem como reduzir sua dependência ao propofol, anestésico ao qual o cantor se referia como seu "leite" e que acabou provocando sua morte.
Em seguida, Waldman foi interrogado pela promotoria, em uma mudança tensa e acalorada na qual Waldman, irascível, se viu forçado a dizer que "provavelmente não" poderia diagnosticar Jackson como viciado, mas como dependente, baseando-se apenas nestes registros médicos. Mas ele disse que os registros, combinados com outras evidências que surgiram no julgamento e o que o público sabe do "rei do pop" o levam a crer que era viciado.
A defesa começou a apresentar suas testemunhas na última segunda-feira, depois de quatro semanas em que a promotoria exibiu um panorama terrível para o doutor Murray, acusado por várias testemunhas de ter cometido graves erros profissionais. Se for considerado culpado, Murray pode ser condenado a até quatro anos de prisão.
(Com agência France-Presse)

terça-feira, 11 de outubro de 2011

MICHAEL JACKSON ESTAVA QUASE CEGO... LEIAM!!!



PRUEBA. Una imagen, que muestra a Michael Jackson agónico en una camilla en junio de 2009, fue proyectada al inicio del juicio por su muerte. (EFE)Ampliar
PRUEBA. Una imagen, que muestra a Michael Jackson agónico en una camilla en junio de 2009, fue proyectada al inicio del juicio por su muerte. (EFE)


Revelan que Michael Jackson estaba casi ciego y tenía problemas para orinar

Lo dijo el médico Conrad Murray, juzgado por la muerte del cantante, en una entrevista difundida hoy al reanudarse el proceso.
  • 11.10.2011

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Michael Jackson estaba casi ciego, casi nunca comía bien y tenía problemas para orinar e incluso a veces se hacía encima. Ese panorama desolador sobre los últimos días de la vida del cantante quedó plasmado hoy durante el juicio
 en Los Angeles a su médico Conrad Murray, acusado del homicidio
 involuntario del "Rey del Pop".
En una entrevista con la policía presentada al reanudarse el juicio
 contra Murray, el doctor dijo que se percató de que Jackson tenía otros médicos que le recetaban medicamentos.
Murray, de 58 años, dijo que Jackson iba a un médico, un prestigioso
dermatólogo de Beverly Hills, el doctor Arnold Klein, tres veces por
semana, y muchas veces volvía "consumido" después de las sesiones,
con dificultades para ensayar para la serie de espectáculos previstos
en Londres que preparaba.
"Su equipo de producción... me dijo recientemente que su peor día en
 el set era cuando había ido a la oficina del doctor Klein, lo cual era aproximadamente tres veces por semana", dijo Murray.
"Y cuando él regresaba, estaba básicamente consumido, y le llevaba
 al menos 24 horas recuperarse", indicó en la entrevista que la policía
 realizó dos días después de la muerte de Jackson.
"Su visión era muy, muy mala. Por lo tanto calculé que podía ser
 legalmente ciego", señaló el médico, quien agregó que Jackson usaba
 una lupa para leer.
Murray está acusado de homicidio involuntario por haber 
presuntamente dado a Jackson una sobredosis de propofol, un potente sedante.
 Sus abogados afirman que Jackson era un adicto desesperado que se autoadministró una
dosis fatal mientras Murray estaba fuera de la habitación.

En el juicio, que este martes inició su tercera semana, ya se supo que,
 al morir, Jackson tenía una vía intravenosa para suministrarle
 medicamentos para ayudarle a dormir, y también tenía un sonda para recoger su orina y un tubo
nasal para darle oxígeno.
"El señor Jackson tenía problemas para orinar... en el transcurso de 
los últimos meses, él me explicó que cuando iba al baño le llevaba 
horas orinar", dijo también Murray en la entrevista.
"En realidad se hacía encima. La gente lo dejaba (en el baño) y volvía,
 y aún así no podía ir al baño", dijo.
(Fuente: AFP)

terça-feira, 28 de junho de 2011

MICHAEL JACKSON PARA POUCOS - OUÇA 30 HORAS POR DIA!!!







"Got to Be There" was the solo debut album by then-adolescent Michael Jackson, released on Motown Records, January 24, 1972.[2] It includes the song of the same name, which was released in the fall of 1971 as Jackson's debut solo single.The album also included covers of Bill Withers' "Ain't No Sunshine" Rolling Stone (12/7/72, p.68) - "..slick, artful and every bit as good as the regular Jackson 5 product...a sweetly touching voice...innocence and utter professionalism...fascinating and finally irresistible.."