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quarta-feira, 6 de junho de 2012

GOLPE DO EMPRÉSTIMO NOS APOSENTADOS DO INSS

A facilidade para obtenção do empréstimo consignado abriu caminho para as fraudes contra os bancos e especialmente os aposentados do INSS. Veja na série Cuidado: É Golpe, porquê, só no ano passado, mais de três mil brasileiros perderam dinheiro para os golpistas.

terça-feira, 5 de junho de 2012

O GOLPE DO CARRO USADO. CUIDADO!




No primeiro episódio da série Cuidado: É Golpe, a equipe do JR mostra histórias surpreendentes de pessoas que, sem tomar certos cuidados, caíram no golpe do carro usado e perderam muito dinheiro. Assista!

domingo, 29 de janeiro de 2012

Empregada é flagrada furtando dinheiro da carteira do patrão

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Imagens mostram uma empregada doméstica furtando dinheiro da carteira do patrão. Assim que começou a desconfiar da sua funcionária, um empresário de Belo Horizonte instalou câmeras pela casa para fazer o flagrante do crime.

sábado, 10 de setembro de 2011

QUEM CRÊ NO INFERNO DÁ MAIS DINHEIRO


Religiões que dão ênfase à crença no inferno acumulam mais dinheiro

 

por Rachel McCleary para BBC Brasil

A religião é uma instituição financeira tanto quanto espiritual. Sem doações dos fiéis, as religiões como organizações sociais não sobreviveriam.

Não é surpreendente que as maiores religiões do mundo - Judaísmo, Cristianismo, Islamismo, Budismo e Hinduísmo - promovam a acumulação de riquezas através de seus sistemas de crenças, o que contribui para a prosperidade econômica.

Incentivos espirituais como a danação e a salvação são motivadores eficientes. Por isso, religiões que dão ênfase à crença no inferno são mais propensas a contribuírem para a prosperidade econômica do que as que enfatizam a crença no paraíso.

As religiões que têm foco na crença no paraíso dão mais importância a atividades redistributivas (caridade) para diminuir o tempo das pessoas no inferno e chegar mais perto do paraíso.

Já o incentivo que se baseia na crença no inferno parece mais eficiente para o comportamento econômico, porque motiva os fiéis a trabalhar mais duro para evitar a danação.

A estrutura organizacional, assim como o sistema de crenças de uma religião, afeta diretamente sua habilidade de arrecadar fundos dos fiéis.


Pastor pega como oferta único par de tênis de uma criança. (vídeo)
agosto de 2011


A riqueza das religiões, de maneira muito semelhante à riqueza das nações, depende da estrutura de sua organização. Mas, diferentemente das corporações, as finanças das religiões não são transparentes para o público nem são monitoradas.

Algumas estruturas religiosas são hierárquicas como a da Igreja Católica Romana, com a concentração de riqueza no clero e no Papado. Por contraste, as igrejas evangélicas e pentecostais favorecem um acúmulo de riqueza de pai para filho.

O famoso evangelista americano Billy Graham e seu filho William Franklin Graham 3º, que assumiu a presidência da associação evangelista do pai, são um exemplo de como o poder espiritual e a riqueza de uma religião são mantidos pelos laços familiares.

Outras organizações tendem a ser descentralizadas e comunitárias por natureza, como o judaísmo, com as sinagogas locais mantendo a autonomia sobre as finanças.

Mas as religiões coletivas, como as monoteístas, requerem a crença exclusiva em um só Deus e contam financeiramente com tributos e doações voluntárias de seus membros.

Como consequência, um templo, igreja ou mesquita exerce pressão coletiva e outros tipos de sanções grupais para garantir a ajuda financeira contínua dos fiéis à religião.

No entanto, uma dificuldade constante enfrentada pelas religiões é que muitos membros decidem agir de acordo com sua própria vontade e não dar apoio financeiro.

Outro tipo de estrutura religiosa é a privada ou difusa. Hinduísmo e budismo são religiões privadas, em que os fiéis realizam atos religiosos sozinhos e pagam uma taxa para um monge pelo serviço.

Nestes casos, as atividades religiosas são partes da vida diária e podem ser feitas a qualquer momento do dia. Elas não requerem nem um grupo de fiéis nem a presença dos monges.

Estas religiões privadas tendem a ser politeístas e sustentadas financeiramente pelo pagamento de uma taxa de serviço.

Religiões com muitos recursos, como por exemplo o catolicismo romano e o islamismo, historicamente foram - algumas vezes - monopólios financiados pelo Estado.

A regulação da religião pelo Estado pode reduzir a qualidade das vantagens espirituais na medida em que aumenta a capacidade da religião de acumular riqueza. Mas uma religião subsidiada pelo Estado pode ter um efeito positivo na participação religiosa.

Por exemplo, os governos da Dinamarca, Suécia, Alemanha e Áustria subsidiam muitas religiões para a manutenção de suas propriedades, a educação do clero e os serviços sociais.

Mesmo que isso não necessariamente aumente o número de pessoas que frequentam a igreja, o investimento financeiro do Estado nas instituições religiosas aumentou as oportunidades das pessoas de participarem de atividades patrocinadas pela religião.

Rachel McCleary é pesquisadora de religião e economia da Universidade de Harvard.

Deputado propõe isenção fiscal só às igrejas com transparência em contas.
julho de 2011

Igreja Católica pega dinheiro da Copa para construir hotel de romeiros.
agosto de 2011

sábado, 26 de fevereiro de 2011

O DINHEIRO? QUAL DINHEIRO? VOVÔ VIU O DINHEIRO??? SUMIU!!!

As confusões de Netinho

CGU cobra R$ 1 milhão do vereador do PCdoB, que também precisa explicar a apresentação de notas frias à Câmara Municipal de São Paulo


Alan Rodrigues

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O pagodeiro e vereador paulistano José de Paula Neto, o Netinho do PCdoB, saiu das eleições do ano passado carregado por quase oito milhões de votos na disputa por uma vaga no Senado. Com esse cacife, Netinho começou 2011 procurando se posicionar como peça importante no tabuleiro da sucessão da Prefeitura de São Paulo. O pagodeiro que quase virou senador sonha ser candidato a prefeito ou vice-prefeito em qualquer chapa que lhe assegure legenda. Contratou o cientista político Antônio Lavareda para avaliar os erros e os acertos de sua campanha ao Senado, mas esqueceu-se de explicar como tem feito uso do dinheiro público tanto em seu gabinete na Câmara Municipal como no Instituto Casa da Gente, ONG ligada diretamente a ele. Segundo a Controladoria-Geral da União (CGU), o instituto terá que devolver ao governo cerca de R$ 1 milhão, que saiu dos cofres públicos através de três convênios que não foram cumpridos. Desde 2003, Netinho não explicou, por exemplo, a destinação dada a R$ 790 mil creditados nas contas do instituto. O dinheiro foi liberado após parcerias de Netinho com o Ministério do Esporte, o Ministério da Cultura e a Presidência da República.

A maior parte dos recursos recebidos pela Ong foi para a implantação do projeto Segundo Tempo, principal programa do Ministério do Esporte, para atuar em áreas de risco e vulnerabilidade social. Na prática, o Instituto Casa da Gente criaria núcleos esportivos para cerca de 1,3 mil crianças e adolescentes na região de Carapicuíba (Grande São Paulo), reduto eleitoral de Netinho. De acordo com o governo e a CGU, porém, passados mais de sete anos, o instituto não disse onde e de que forma gastou o dinheiro



Netinho também é suspeito de desviar verbas municipais. Até a quinta-feira 3, ele terá que explicar à Corregedoria da Câmara o que tem feito com sua verba anual de R$ 184.725. Uma auditoria identificou na prestação de contas do vereador, entre 2009 e 2010, notas fiscais supostamente frias e outras com endereços fantasmas. Netinho diz que tudo não passa de perseguição política. “Não sou bandido e serei prefeito dessa cidade, quer queiram, quer não queiram”, diz o vereador. O problema é que contra ele há fatos que nem mesmo um “mago das pesquisas”, como FHC se referia a Lavareda, é capaz de solucionar.