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domingo, 8 de julho de 2012

CACHOEIRA: R$ 15 MILHÕES POR NADA!!!


Abatido, Cachoeira estuda demitir Thomaz Bastos

Abatido, Cachoeira estuda demitir Thomaz BastosFoto: JOSE CRUZ / Agencia Brasil

ACOSTUMADO A "PAGAR E LEVAR", PELA PRIMEIRA VEZ O BICHEIRO CARLOS CACHOEIRA EXPERIMENTA SENSAÇÃO OPOSTA: A DE NÃO RECEBER A MERCADORIA; CONTRATADO POR R$ 15 MILHÕES, THOMAZ BASTOS PERDEU TODOS HABEAS CORPUS QUE IMPETROU; CACHOEIRA, POR SUA VEZ, TEVE QUE VENDER UM LABORATÓRIO PARA PAGÁ-LO

08 de Julho de 2012 às 07:55
247 – Preso há quase cinco meses, o bicheiro Carlos Augusto Ramos já tentou de tudo para se sair da prisão. Contratou o advogado mais caro do País, entrou com quatro pedidos de habeas corpus, mas, em todos, foi derrotado. Nas tentativas mais recentes, sua defesa apelou para argumentos que também foram rejeitados. Primeiro, a depressão. Depois, o risco de “autoextermínio”, ou seja, de que Cachoeira se suicidasse na prisão.
Neste sábado, a coluna do jornalista Claudio Humberto informa que a paciência de Cachoeira chegou ao fim. “Preso há cinco meses, abatido, pagando R$ 15 milhões ao advogado estrelado que não ganha um só habeas corpus a seu favor, Carlos Cachoeira está à beira de chutar o advogado. E o balde”, diz o texto da nota.
Acostumado a sempre “pagar e levar”, comprando políticos e recebendo em troca todo tipo de apoio, Cachoeira estaria, pela primeira vez, experimentando uma situação oposta: a de pagar e não receber a mercadoria esperada. Thomaz Bastos, apesar da reputação de exímio criminalista, perdeu em todas as tentativas. E Cachoeira, por sua vez, teve que se desfazer de um importante negócio para pagar os honorários.
De onde vem o dinheiro? Essa pergunta que, desde o início da Operação Monte Carlo intrigou muitos comentaristas, tem uma resposta. Para pagar os honorários milionários, o bicheiro teve que se desfazer de sua participação acionária no ICF, um instituto de certificação de remédios em Anápolis, que atesta se produtos genéricos cumprem os requisitos de bioequivalência. Um bom negócio agora perdido para os outros dois sócios no empreendimento: os laboratórios Teuto e União Química.
Mau negócio recíproco
Se a contratação de Thomaz Bastos foi um mau negócio para Cachoeira, pode-se dizer que a recíproca é também verdadeira. Ao prestar serviços para um notório contraventor depois de deixar o Ministério da Justiça, Thomaz Bastos colocou em risco sua reputação de homem preocupado com a ética e com a conduta republicana. E ao perder também todos os pedidos de habeas corpus, ele agora arrisca a fama de melhor criminalista do Brasil.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

DEPRESSÃO

Neurologia

Revista VEJA

Tratamentos contra a depressão podem ficar mais eficazes

Compreensão de mecanismos e reações químicas do cérebro podem ajudar no tratamento da esquizofrenia, depressão e ansiedade

Cérebro: descoberta de novas reações químicas e sistemas relacionados com doenças mentais pode ajudar no desenvolvimento de novos tratamentos
Cérebro: descoberta de novas reações químicas e sistemas relacionados com doenças mentais pode ajudar no desenvolvimento de novos tratamentos (Jesper Klausen/Hemera/Getty Images)
Novas pesquisas conseguiram identificar substâncias químicas e circuitos do cérebro diretamente envolvidos com doenças mentais, como esquizofrenia, depressão e ansiedade. A descoberta pode ajudar no desenvolvimento de novos e mais eficazes tratamentos contra essas doenças. Os dados foram apresentados durante o evento anual Neurociência 2011, da Sociedade de Neurologia americana, considerado uma das principais fontes de conhecimentos da área no mundo.
Entre os dados apresentados está também uma pesquisa com crianças, que mostra que a depressão e a ansiedade, quando acontecem no começo da vida, alteram a estrutura do cérebro em desenvolvimento. Isso poderia explicar, então, o desenvolvimento de futuros problemas emocionais.
Um em cada 17 americanos sofre de uma séria doença mental, como esquizofrenia, depressão severa ou distúrbio bipolar - tornando tais doenças as principais causas de incapacidade no país. Mas a ciência ainda dá os primeiros passos no conhecimento das causas físicas e biológicas desses males.
“Se nós pudermos compreender completamente as raízes da doença mental nos circuitos mentais e sistemas do cérebro, talvez possamos ser capazes de desenvolver melhores tratamentos para as milhares de pessoas que sofrem com essas doenças”, diz Carol Tamminga, da Universidade Texas Southwestern e especialista em esquizofrenia.
Entre as novas descobertas apresentadas no evento estão:
- Ansiedade e depressão na infância alteram a maneira como a amígdala se conecta com outras regiões do cérebro. Essa descoberta pode ajudar a explicar como o estresse no começo da vida pode levar a futuros problemas emocionais e comportamentais.
- Em estudos animais, descobriu-se uma relação entre dois fatores associados com esquizofrenia: infecção pré-natal e degradação da função de uma molécula importante para a memória.
- Pesquisadores identificaram uma importante substância química do cérebro fundamental para a resposta antidepressiva em camundongos. O achado pode ajudar a desenvolver novas terapias contra a depressão severa.
- As conexões entre duas específicas áreas do cérebro – o córtex pré-frontal e o núcleo dorsal da rafe (região do cérebro rica em receptores de serotonina) – podem contribuir para a depressão. O estímulo desses circuitos em ratos teve um efeito antidepressante.
- Uma enzima chamada STEP tem concentração elevada no cérebro de pessoas com esquizofrenia. Camundongos com falta desse químico não desenvolveram comportamentos esquizofrênicos.


ACESSE:- 

sábado, 26 de março de 2011

Já ouviu falar na depressão pós-casamento?




Os meses de Julho, Agosto e Setembro, são aqueles que registam mais casamentos. Toda a gente fala da felicidade da noiva e da beleza da festa, mas o que ninguém confessa, ou provavelmente até entende, é a tristeza do dia seguinte.

Durante meses preparam a festa do casamento, gastam dinheiro e investem todas as suas emoções e poupanças no Grande Dia. E quando o dia chega, os holofotes ligam-se sobre a noiva e o noivo, e é de facto um momento memorável. Depois vem a lua-de-mel tão esperada, com sorte uma viagem a um sítio desconhecido, e as fotografias só revelam sorrisos, porque nem outra coisa a máquina se atreveria a fotografar.

Mas de regresso a casa, mesmo a uma casa novinha em folha, há de repente o confronto com a realidade anónima e rotineira do dia a dia. E há quem resista mal a este “baixo” depois do clímax, e se sinta triste e deprimido.

Segundo os terapeutas de casais, não há ninguém que não tenha alguma dificuldade em adaptar-se à vida em comum, mas cerca de 10% dos recém casados sentem suficiente tristeza e desilusão para os levar a consultar um especialista, conta a revista Time.

Por um lado podem estar a reagir ao vazio que se segue a um ano de grandes preparações, em que se sentiam unidos ao outro por um projecto comum, e os projectos comuns são a cola de qualquer relação, mas por outro é provável que tenham dificuldade em gerir a passagem do um, ao dois. “Muitos casais compram o mito que quando se começa a discutir acerca de sexo, dinheiro, ou divisão de tarefas – que são pomo de discórdia em todos os casamentos – é o princípio do fim. Quando lhes pergunto “Quem é que vos meteu na cabeça que os casais não discutem, ficam a olhar para mim espantados. Como também lhes tenho de dizer que é normal querer manter a independência, e continuar a sentirem-se responsáveis pela sua própria felicidade – é disparatado assumir que o marido/mulher vai ser tudo para si», diz Michelle Gannon, terapeuta familiar, que organiza workshops para recém-casados em São Francisco, nos EUA.

E é também ele que conta que curiosamente as pessoas que já viviam juntas antes de oficializarem a relação, também não estão imunes a esta depressão pós-casamento. “De alguma forma acreditavam que se iam sentir diferentes depois de terem assinado papéis ou visto a relação abençoada por um padre”, comenta.

Segundo a Time, para vencer a neura que sucede à festa, os casais deviam descansar, fazer exercício, falar muito, e começar a pensar no futuro da família, criando novos projectos, e aceitando a necessidade de voltar ao seu círculo familiar e de amigos, porque a vida não se faz a dois, o que não quer dizer que sejam menos importantes um para o outro.
Isabel Stilwell | editorial@destak.pt

domingo, 6 de março de 2011

COMO CURAR A DEPRESSÃO


Cómo curar la depresión

Algunos consejos para sobrellevar los malos momentos y salir de la depresión...




El ser humano tiende por naturaleza preocuparse por las situaciones adversas, y en ocasiones esa preocupación es exagerada o sin motivo.

Por otro lado, emociones y pensamientos negativos tienden a aparecer cuando se presenta un conflicto, algún problema de difícil resolución, etc., pero muchas veces emergen sin razón aparente.

En casos extremos, estos síntomas adquieren una importancia relevante e impiden realizar una vida con total normalidad. A eso se lo conoce como depresión.

La mayoría de las veces, una consulta médica es imprescindible, pues sin tratamiento el cuadro no mejor y, por el contrario, tiende a empeorar.

Pero, en ocasiones, los síntomas son más leves y no impiden continuar con una vida más o menos normal, aunque son una fuente de sufrimiento para quien los padece.

En este artículo les mostraremos como sobrellevar esos momentos y vivirlos en realidad como una oportunidad de crecimiento personal.

Cambiando de actitud

A veces las incertidumbres que aparecen ante una situación o las dudas que nos llevan a deprimirnos son herramientas que nos pueden ayudar a que en un futuro no cometamos los mismos errores o no vivamos las mismas situaciones.
Todo se basa en un cambio de actitud. El ser humano siempre en una situación límite tiende a reconocer sus valores internos, y busca la paz interior.

Algunos de los casos emblemáticos que llevan a la depresión son una pérdida irreparable de alguna persona, una enfermedad crónica, el temor al paso del tiempo, etc.

Muchas veces este estado de ánimo requiere de la persona un cambio realmente profundo. El trabajo de los psicoterapeutas es hacer ver al paciente el presente, que se conecte con lo real, con el ahora, que deje atrás todos los problemas y, si es necesario, conducir a un cambio profundo en esa persona.

Comenzar por uno mismo

Lo esencial es saber estar bien con uno mismo. Uno no puede cambiar el mundo o la realidad en la que vive, pero sí puede cambiarse a si mismo.
Ampliar la conciencia y saber como modificarse es una tarea que lleva tiempo de aprendizaje.

Hay que quitarse las palabras negativas de la mente, como por ejemplo: “no puedo”, “imposible”, “es muy difícil”, etc.

Cuando se logra una armonía interna todo se modifica.
La fuerza curativa más importante es aprender a amar, desterrar los miedos e incertidumbres. En el amor está la base de la felicidad.

Lo importante también es reconocer el presente. Saber que es el único tiempo valioso. Poder crear cosas nuevas constantemente y notar que uno hace cosas en pos de mejorar.

Cuando uno se dispone a cambiar, luego notará que la relación con su trabajo, sus amigos, su familia mejorará notablemente.

La verdad está en encontrar esa paz interior y vivir cada instante de la vida como una situación única e irrepetible, y saber aprovecharla.

12 PRINCIPIOS BÁSICOS PARA SALIR DE LA DEPRESIÓN

1. El amor es la esencia del existir.

2. Buscar la paz interior, perder el miedo.

3. Dar y recibir son la misma cosa

4. No darle importancia al pasado y al futuro.

5. El presente es el único tiempo que existe y cada instante es único e irrepetible.

6. En el perdonar al otro está la base para aprender a amar. Guardarle rencor o juzgarlo no son buenos síntomas.

7. Poder convertirse en personas que ven a través del amor una unión, y no estar pensando todo el tiempo en un error que los lleve a la desunión.

8. Enfocar la vida hacia el todo, y no ver sólo las partes.

9. Tener paz interior, más allá de lo que esté ocurriendo a nuestro alrededor.

10. Siempre aprendemos de todas las situaciones, y enseñamos a partir de nuestras experiencias.

11. No temerle a la muerte o al dolor, tener en claro que el amor es eterno y nunca falta.

12. Siempre tener en cuenta a los demás, dando amor o pidiendo ayuda.

Lee mas en: Cómo curar la depresión http://www.enplenitud.com/psicologia/depresion1.asp#ixzz1Fq6YEAw2
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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

GUARDAR TRANQUEIRAS, SINAL DE TOC OU DEPRESSÃO

Juntar bugiganga demais pode ser sintoma de TOC ou depressão

JULIANA VINES
DE SÃO PAULO

Não existe vida nem história sem objetos, dizem os antropólogos. Isso explica os museus, as coleções de selo e até a pilha de revistas no canto da estante.


Mastrangelo Reino/Folhapress






Neide Valente, 41: guarda roupas e sapatos de bebê que eram do filho, hoje adolescente


Não explica, porém, como e por que cada vez mais há quem adore (e estoque) bugigangas que, segundo a definição do dicionário, já deveriam estar no lixo.

"Objetos são muito mais simbólicos do que funcionais. Eles têm valor afetivo", diz o antropólogo Everardo Rocha, da PUC-Rio.

"Cada um quer ser curador da própria vida, ter uma coleção imensa de objetos. Muitas pessoas não sabem mais o que é lixo e o que não é."

A antropóloga e pesquisadora da Unicamp Valéria Brandini diz que os objetos carregam escolhas. Por isso é tão difícil jogar fora algo que, para os outros, não passa de quinquilharia.

"Livrar-se de uma roupa velha pode significar perder uma parte de você, mesmo sabendo que aquilo pode ser útil para alguém."

EU OU O LIXO

A princípio, não há nada de errado em acumular coisas. Até que suas coleções sejam tantas que passem a incomodar alguém.

O comerciante Sérgio Valente, 42, não aguentava mais viver junto com as roupinhas de bebê de seus filhos, já adolescentes.

Sua esposa, Neide, 41, publicitária, fazia questão de guardar tudo. Tinha pilhas de roupas de todos os tamanhos (para usar se engordasse), utensílios de cozinha velhos e congelados vencidos.

"Ela é desorganizada e dizia que não tinha tempo para arrumar. Dei um basta e insisti para contratarmos alguém que ajudasse nisso."

Foram 11 dias de trabalho de uma especialista em organização e mais de 60 sacos de lixo de cem litros. E muitas coisas ainda ficaram.

De acordo com a psiquiatra Ana Gabriela Hounie, da Associação Brasileira de Psiquiatria, o colecionismo (mania de guardar objetos), quando em excesso, pode ser sintoma de transtorno obsessivo-compulsivo ou estar associado a depressão.

Essas pessoas guardam dúzias de garrafas PET, escovas ou pilhas de enlatados.

"Sempre há uma justificativa. Elas dizem que pode ser útil, que vão usar no futuro. Mas, no fim, nunca usam."

O psiquiatra Alvaro Ancona de Faria, da Unifesp, explica que ter um histórico de dificuldades financeiras pode desencadear o problema.

"É um tipo de insegurança. Como se ela precisasse ter gasolina de reserva mesmo com o tanque cheio."

Segundo Hounie, é difícil diferenciar o colecionismo saudável do transtorno. Muitas vezes, além de guardar, a pessoa compra sem controle.

Os casos mais extremos aparecem com a Síndrome de Diógenes --uma referência ao filósofo grego que vivia dentro de um barril.

Quem tem a síndrome vive no meio do lixo, com pouca atenção à higiene, em um ato de autonegligência.

"Há pessoas ricas assim. É um transtorno difícil de ser tratado porque quem tem não se incomoda", afirma a psiquiatra Bárbara Perdigão, autora de um artigo sobre o assunto publicado na última edição do "Jornal Brasileiro de Psiquiatria".

Muitas vezes, nem terapia resolve. E, quando a casa é limpa, pouco tempo depois já volta a ficar como antes.

SEM LUXO

No fim de 2008, o empresário e escritor americano Dave Bruno, 39, decidiu que ia tentar viver com apenas cem objetos pessoais durante o ano seguinte.

Foi o que ele chamou de "100 Thing Challenge" (o desafio das 100 coisas).

O desafio foi vencido sem dificuldades, diz ele. Tanto é que, mesmo depois de terminá-lo, continua vivendo com pouco. Na última contagem, em agosto de 2010, tinha 94 pertences, incluindo as peças de roupa e descontando meias e cuecas.

"Eu não acho que há alguma coisa sem a qual eu não poderia viver. Só não me livraria da minha aliança", disse ele à Folha.

A escritora Letícia Braga, 39, decidiu viver com pouco depois de perder o marido e se ver em uma casa cheia de coisas que não usava.

Mudou para um apartamento bem menor e deixou para trás móveis, revistas, eletrodomésticos e roupas.

A experiência rendeu um livro: "O Prazer de Ficar em Casa" (Casa da Palavra, 80 págs., R$ 14,90).

"Tenho um fogão de quatro bocas e quatro panelas. Tenho só uma gaveta de utensílios, e olha que gosto de cozinhar", diz.

ENTÃO LIBERA

Não é preciso ser tão minimalista, mas para a filosofia chinesa do Feng Shui, já passou da hora de dar destino às coisas inúteis que você insiste em dizer que não são lixo.

"Objetos sem utilidade ocupam espaço físico e mental e dificultam a organização das ideias", diz Maria Elena Passanesi, especialista em cosmologia chinesa.

Para a organizadora Ingrid Lisboa, bagunça é sinal de que algo está sobrando. "O descarte é o primeiro passo da organização", afirma.

Segundo ela, todo mundo sempre tem algo no fundo do armário que não usa. Mesmo as pessoas mais organizadas e menos consumistas.

"Roupa velha é o que mais guardam. A peça não serve, está fora de moda, e a pessoa pensa que vai voltar a usar um dia. Só se for a uma festa do ridículo."

DESCARTE

SEM PENSAR

Tudo o que estiver quebrado ou velho demais. Vale para louças amareladas, panelas e potes de plástico sem tampa (ou tampas sem potes de plástico) e roupas velhas

PASSADO

Com alimentos e cosméticos é simples: passou a data de validade, lixo. Mas travesseiros, plásticos e escovas de dentes também vencem. Potes plásticos costumam ter validade de dois anos

NÃO COMPENSA

O conserto pode sair mais caro do que comprar um novo. É o caso de casacos de pele, peças de couro ou de verniz. A maioria dos eletrodomésticos também é descartável, como aparelhos de DVD e liquidificadores

PARADOS

Se você comprou faz um tempo e nunca usou, provavelmente nunca vai usar. Se você já usou, há uma tolerância. Alguns dizem que, para roupas, o prazo é dois anos. Para utensílios de cozinha, um ano

VÁRIOS DO MESMO

Três xampus pela metade, esmaltes da mesma cor e cremes iguais. Separe dois ou três e se livre do resto. Revistas e jornais com matérias não lidas podem ser recortados e guardados. Por que não imprimir receitas em vez de guardar pilhas de revistas que têm só uma receita boa?

PURGATÓRIO

Quando não tiver certeza se vai usar ou não um objeto, separe e deixe em um local visível por um tempo, como se estivesse de castigo. Coloque um limite de tempo (um mês, por exemplo). Se não usar durante esse tempo, é melhor doar

LIBERADOS

As exceções para as regras de uso são os sobretudos, casacos clássicos, agasalhos usados em viagens internacionais ou roupas esportivas (mergulho ou esqui) usadas em viagens. Livros de estimação e utensílios de cozinha temáticos e sazonais como formas de biscoito de Natal também são perdoados

PASSE ADIANTE ROUPAS, ELETRODOMÉSTICOS E MÓVEIS

APAE DE SÃO PAULO
Atende pessoas com deficiência intelectual
Aceita doações de brinquedos, livros, eletrodomésticos, roupas e móveis que serão usados pela própria instituição ou vendidos em bazares
Como doar: Retira em casa. Tel. (11) 5080-7123, SP; www.apaesp.org.br

CASAS ANDRÉ LUIZ
Atende crianças com deficiência mental
Aceita móveis, utensílios domésticos, livros, roupas, calçados etc. Tudo é vendido nas lojas do Mercatudo Casas André Luiz.
O dinheiro é revertido para a instituição
Como doar: Retira na região de São Paulo, Campinas e Sorocaba. Tel. (11) 2459-7000, SP; www.mercatudo.org.br

AACD
Atende crianças com deficiência física
Aceita roupas, sapatos, bijouterias e brinquedos em bom estado que serão vendidos em bazares
Como doar: Os produtos devem ser entregues na AACD, r. Pedro de Toledo, 1.620, Vila Clementino, SP, de segunda a sexta, das 8h às 17h; www.aacd60anos.com.br

LAR ESCOLA SÃO FRANCISCO
Atende pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida
Aceita livros, roupas, brinquedos, móveis e eletrônicos em bom estado para o bazar da entidade
Como doar: Retira em casa. Tel. (11) 5908-7899, SP; www.lesf.org.br

EXÉRCITO DE SALVAÇÃO
Auxilia populações atingidas por desastres naturais e vítimas de conflitos
Aceita roupas, móveis, brinquedos, sapatos, livros, computadores ou outros objetos que serão destinados a famílias carentes ou bazares
Como doar: Retira em casa. Tels. (11) 4003-2299, SP ou (21) 4003-2299, RJ; www.exercitodoacoes.org.br

PORTAL DA AJUDA
Cadastra entidades que precisam de doação, recebe e distribui o que é arrecadado
Aceita eletrodomésticos, móveis, roupas, brinquedos, material escolar, livros, itens de cozinha, itens de informática, material de construção etc. Os produtos são destinados a mais de 40 entidades
Como doar: Retira em casa. Tel. (11) 5181-1330, SP; www.portaldajuda.org.br. É possível escolher para qual entidade você quer doar

FUNDAÇÃO ABRINQ
Desenvolve ações e projetos relacionados à proteção dos direitos da infância e da adolescência
Aceita qualquer tipo de doação. O material é repassado para instituições parceiras
Como doar: Dependendo da doação, retira em casa. Tel. (11) 3848-4908, SP; www.fundabrinq.org.br

Fontes: Cristina Papazian, Heloisa Lúcia Sundfeld e Ingrid Lisboa, especialistas em organização