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domingo, 24 de março de 2013

ALOIZIO MERCADANTE, O PAPAGAIO DE PIRATA


papagaiada de pirata!

  • 6h22
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reproduçãoA presidente Dilma precisa tirar este peso dos ombros quando sai do País! Aloizio Mercadante ficou desconfortavelmente ali pousado durante pelo menos dois dos três dias que estiveram juntos a serviço em Roma, sempre pronto a sair num cantinho de foto ou aparecer na televisão balançando afirmativamente a cabeça em sinal de aprovação ao que a chefe diz em primeiro plano.
Não que a proximidade do bigode do ministro da Educação da nuca da presidente incomode, mas quem já tem o hábito nessas viagens oficiais de carregar no ombro oposto o ministro-chefe da Presidência, Gilberto Carvalho, acaba pagando caro pelo excesso de peso.
Os dois colaboradores mais assíduos no borderô de diárias pagas pelo Palácio do Planalto para cobertura de despesas de pessoal no exterior quase saíram no tapa em pleno Vaticano pra ver quem era mais papagaio de pirata da presidente.
Tomara que a secretaria de imprensa do governo tenha gravado os telejornais da semana no Brasil para que Dilma possa tomar providências vendo o que acontece às suas costas quando está fora.
Esta espécie de bicho de estimação político, quando não adestrada logo cedo, nunca mais toma jeito!

domingo, 19 de junho de 2011

VENTILADOR LIGADO, MAIS CAFAJESTICE NO AR!


 
18/06/2011 - 12:46


 

Escândalo dos Aloprados

Mercadante e Quércia encabeçaram Aloprados, mostra reportagem de VEJA

Petista Expedito Veloso quebra pacto de silêncio e revela quem foram os mentores e os arrecadadores do dinheiro que financiaria uma das maiores fraudes eleitorais da história brasileira

O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, e o senador falecido Oréstes Quércia: união para bancar o dossiê dos aloprados

O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, e o senador falecido Oréstes Quércia: união para bancar o dossiê dos aloprados (Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr e Ricardo Stuckert/PR)


Em 2006, às vésperas do primeiro turno das eleições, a Polícia Federal prendeu em um hotel de São Paulo petistas carregando uma mala com 1,7 milhão de reais. O dinheiro seria usado para a compra de documentos falsos que ligariam o tucano José Serra, candidato ao governo paulista, a um esquema de fraudes no Ministério da Saúde. O episódio ficou conhecido com escândalo do Dossiê dos Aloprados.


Nas investigações sobre o caso, a PF colheu 51 depoimentos, realizou 28 diligências, ordenou cinco prisões temporárias, quebrou o sigilo bancário e telefônico dos envolvidos, mas não chegou a lugar algum. Reportagem de VEJA desta semana desvenda o mistério cinco anos depois. A revista teve acesso às gravações de conversas de um dos acusados do crime, o bancário Expedito Veloso, atual secretário adjunto de Desenvolvimento Econômico do Distrito Federal. Procurado pela reportagem, Expedito confirmou o teor das conversas, ao mesmo tempo em que se mostrou surpreso com o fato de terem sido gravadas. "Era um desabafo dirigido a colegas do partido", disse.


 
VEJA demonstra que o mentor e principal beneficiário da farsa foi o ex-senador e atual ministro da Ciência e Tecnologia Aloizio Mercadante. Não é a primeira vez que o nome do ministro surge na investigação. A PF chegou a indiciá-lo por considerar que era o único beneficiado pelo esquema. Mas a acusação acabou anulada por falta de provas. "Agora surgem elementos mais do que concretos para esclarecer de uma vez  por todas a verdade sobre o caso", diz a reportagem.


 
Em seu "desabafo", Expedito conta que o ministro e o PT apostavam que a estratégia de envolver Serra num escândalo lhes garantiria os votos necessários para que Mercadante conquistasse o governado de São Paulo. Ele explica ainda que a compra do dossiê foi financiada por dinheiro do caixa dois da campanha petista e ainda, de maneira inusitada, pelo então candidato do PMDB ao governo paulista, Orestes Quércia. “Os dois (Mercadante e Quércia) fizeram essa parceria, inclusive financeira”, revela o bancário. “Parte vinha do PT de São Paulo. A mais significativa que eu sei era do Quércia.” Tratava-se de um pacto. “Em caso de vitória do PT, ele (Quércia) ficaria com um naco do governo.” Procurado por VEJA, o ministro Mercadante não quis comentar o episódio.


 
VEJA mostra ainda que a investida dos aloprados contra Serra não foi a primeira. Esquema semelhante já havia sido testado anteriormente - dessa vez com sucesso - em Mato Grosso. E nem os próprios petistas a bruxaria poupou: quando candidata ao governo matogrossense, a atual senadora Serys Slhessarenko, do PT, foi abatida por um dossiê fabricado e divulgado pelos aloprados.