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terça-feira, 3 de julho de 2012

NICOLAS SARKOZY: SE A MODA PEGA NO BRASIL...



03/07/2012 12h56 - Atualizado em 03/07/2012 14h12

Investigadores fazem buscas na casa e no escritório de Sarkozy em Paris

Ex-presidente da França é suspeito de financiamento ilegal de campanha.
Ele perdeu a imunidade em 15 de junho, após não obter sua reeleição.

Do G1, com agências internacionais

Investigadores fizeram buscas nesta terça-feira (3) na casa e no escritório do ex-presidente da França Nicolas Sarkozypor conta do caso do susposto financiamento ilegal de sua campanha eleitoral, em 2007, pela herdeira da fábrica de cosméticos L'Oréal.
O ex-presidente é ameaçado por questões legais desde que perdeu o cargo, em maio, para o socialista François Hollande.
O juiz Jean-Michel Gentil e cerca de dez policiais da unidade de crimes financeiros de Parisfizeram a investigação.
Fachada do prédio que abriga os escritórios do ex-presidente francês Nicolas Sarkozy é vista nesta terça-feira (3) em Paris (Foto: AP)Fachada do prédio que abriga os escritórios do ex-presidente francês Nicolas Sarkozy é vista nesta terça-feira (3) em Paris (Foto: AP)
Ele, que perdeu a imunidade legal em 15 de junho, nega irregularidades.
O ex-presidente viajou na segunda-feira com sua família para o Canadá, segundo seu advogado, Thierry Herzog.
O site do jornal "Le Monde" também se referiu a uma busca no escritório de advocacia, ao qual Nicolas Sarkozy é associado, o que ainda não foi confirmado por fontes ligadas à investigação.

"Essas buscas, mesmo após o meu encaminhamento ao magistrado de todos os elementos necessários, há 15 dias, vão se revelar, como podemos esperar, procedimentos desnecessários", declarou Herzog.
Os documentos enviados por ele ao juiz mostram, segundo ele, "a absoluta impossibilidade de supostos 'encontros secretos' com Liliane Bettencourt", a herdeira do grupo L'Oréal.

Herzog afirma que na carta informou ao juiz "que todas as viagens e lugares por onde Nicolas Sarkozy passou em 2007, estavam sob o controle dos policiais responsáveis pela sua segurança".
Disputa familiar
O caso do financiamento ilegal veio à tona em 2010, durante uma disputa familiar pela fortuna de Liliane Bettencort, considerada a mulher mais rica da França.
O ex-contador dela afirmou que o ex-administrador de sua fortuna, Patrice de Maistre, pediu 150 mil euros no começo de 2007 a fim de entregá-los ao ex-ministro Eric Woerth, que foi tesoureiro da campanha de Sarkozy.

Funcionários dos Bettencourt disseram em seguida que tinham visto Sarkozy em pessoa na casa dos patrões, durante a campanha presidencial de 2007.
As acusações ajudaram a engrossar o coro dos opositores de Sarkozy, que já o criticavam pela maneira como conduziu o país em meio à recessão.
O caso também levou a um debate paralelo sobre a liberdade de imprensa. O "Le Monde" acusou o governo de usar contrainteligência para descobrir quem era sua fonte sobre a investigação. O governo, à época, negou.
O presidente da França, Nicolas Sarkozy, durante cerimônia no Palácio do Eliseu nesta segunda-feira (7) (Foto: AFP)O então presidente da França, Nicolas Sarkozy, durante cerimônia no Palácio do Eliseu em 7 de maio (Foto: AFP)http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/07/investigadores-fazem-buscas-na-casa-e-no-escritorio-de-sarkozy.html

sábado, 29 de outubro de 2011

AERODILMA, O AVIÃO DE MILHÕES DE DÓLARES


27/10/2011
 às 12:00 \ Tema Livre

“Air Sarko One”, o avião presidencial de Sarkozy, tem até sistema antimisseis, mas custou menos do que uma das versões do Aerodilma. Veja seu interior em vídeo

(Publicado originalmente a 19 de dezembro de 2010)
Embora seja o que há de melhor imaginável para atender a um chefe de Estado, o avião presidencial da França, que o presidente Nicolas Sarkozy passou a utilizar este ano, custou menos do que um dos dois aparelhos de que o presidente Lula cogita para servir, simultaneamente, como avião-tanque da Força Aérea Brasileira (FAB) e de aeronave oficial da presidente eleita, Dilma Rousseff: 396 milhões de reais, contra 510 milhões, caso o escolhido por Lula seja o Airbus A330 MRTT.
A outra alternativa para o “Aerodilma” seria o Aribus A340 VIP, de preço-base de 340 milhões de reais. Sarkozy, que utilizava um Airbus A319 semelhante ao Aerolula, mas de versão bem anterior e tecnologicamente inferior, preferiu a um modelo novo o que chamou de opção “mais econômica”: seu governo adquiriu no mercado um Airbus A300-200 da companhia aérea Air Caraibes e mandou reformá-lo. Numa brincadeira com o Air Force One, o gigantesco Boeing 747-200B que serve o presidente dos Estados Unidos, a aeronave do presidente francês foi batizada de Air Sarko One.
Construído em 1998 e com capacidade original de 324 pessoas, o aparelho foi totalmente modificado e modernizado para dar conforto a Sarkozy e comitiva. Além de uma suíte com chuveiro e guarda-roupas, o Air Sarko One dispõe de uma sala de reuniões para até 12 pessoas, um centro médico, uma cabine para acomodar até 60 assessores, ministros ou jornalistas e um escritório com um sistema especial de ventilação para que o presidente, politicamente incorreto, possa fumar. A reforma previu uma radical atualização tecnológica: o Air Sarko One abriga uma sala de comunicação com tecnologia de ponta e até um sistema antimísseis.
Depois de visitar o interior do Air Sarko One no vídeo abaixo, elaborado pelo site do jornal Le Figaro, compare-o com o luxuosíssimo avião presidencial russo.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Nicolas Paul Stéphane Sarközy de Nagy-Bocsa, o falastrão presidente francês!!!



0:15 \ Brasil
A história de um negócio perdido

O Rafale francês, que era o favorito do governo brasileiro para equipar a FAB, foi colocado agora no último lugar da fila. Sarkozy sabe a razão

Dilma Rousseff anunciou que o Brasil não comprará neste ano os caças, tirando as últimas esperanças dos franceses. A França chegou a estar com a mão na taça — ou mais precisamente em uma encomenda de 36 bilhões de dólares.

No ano passado estava tudo certo para a assinatura da compra dos 36 caças franceses Rafale, mas entrou areia iraniana no negócio. O líder francês Nicolas Sarkozy incentivou a diplomacia brasileira a prosseguir em sua tentativa de negociação de um acordo sobre o programa nuclear do Irã.

Na hora da verdade, Sarkozy renegou publicamente seu apoio à iniciativa brasileira e a França ainda votou a favor de sanções ao Irã na ONU, deixando o Brasil com a brocha na mão.

O governo brasileiro se sentiu traído e, em retaliação, mandou rever todo o processo de compra dos aviões, colocando o modelo francês no fim da fila.
Por Lauro Jardim
PARABÉNS DILMA!!!