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sábado, 6 de agosto de 2011
domingo, 24 de abril de 2011
POLÍTICOS BRASILEIROS AFIRMAM SABER COMO ALONGAR O PÊNIS ( PARÓDIA )
Se você é daqueles homens que, quando tiram a roupa, não ficam nada satisfeitos com o que encontram abaixo da linha da cintura, seus problemas acabaram! Pelo menos, é o que garantem os políticos brasileiros pesquisados em diversas partes do país, desde simples cargo de vereadores até o senado ou mais... E o melhor: sem a necessidade de qualquer intervenção cirúrgica no "dito cujo".
Como?
É fácil... contratando-se puxa-sacos e ASPONES aos montes que não têm outra função a não serem os de puxa-sacos, neste caso, sendo promovidos ou recebendo "um" por fora, tornam-se PP OU PC, traduzindo, puxa-pênis ou puxa-c....
Mas quem está esperando alguma molezinha, pode ir tirando o cavalinho da chuva. Esqueça aquela história de bombinha milagrosa, ou anel de sei lá o quê! Para ter ganhos efetivos é preciso, literalmente, suar a camisa e fazer com que seus ASPONES botem as mãos no ou na massa!!!
Testado em 109 parlamentares "mal-dotados", o método consiste em tracionar "as joias da família" (isso mesmo, é para puxar o dito cujo). O aumento vai depender da duração do exercício. Em homens que ficaram no estica e puxa por seis horas diárias, foi notado, após quatro meses, um crescimento de 1,8cm no bilau ereto.
Um número crescente de pessoas procura conselhos urológicos para o chamado pênis pequeno. Mas o fato é que, na maioria dos casos, o comprimento é normal. Os homens tendem a superestimar o tamanho fálico. O padrão é 4cm, quando flácido, e 7,5 cm (???), quando rígido, no entanto, cada um sabe bem o que quer para si., não será difícil convencer seus ASSESSORES a praticarem a masturbação alheia.
Coisas de cientistas políticos ou políticos cientistas brasileiros
Alguém se habilita?
( Paródia / FAKE )
quinta-feira, 7 de abril de 2011
A FALSIDADE DA POLÍTICA E DOS POLÍTICOS
A China testa Dilma
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DE SÃO PAULO
A visita que a presidente Dilma Rousseff fará na semana que vem à China acabará se transformando em um grande teste para sua promessa de que os direitos humanos estarão no centro de sua política externa (e interna também).
De alguma maneira, triste ironia, a visita pode reproduzir o que aconteceu com seu antecessor e padrinho Luiz Inácio Lula da Silva, que desembarcou em Cuba no momento em que morria Orlando Zapata, dissidente que havia feito longa greve de fome.
Lula em vez de lamentar a morte, condenou a greve de fome. Não disse uma palavra sobre a constante violação dos direitos humanos na ilha caribenha.
Pois Dilma corre o risco de chegar a Pequim, no dia 11, enquanto continua desaparecido ou preso o artista plástico Ai Weiwei, que a revista "The Economist" chama de "talvez o mais famoso crítico doméstico do Partido Comunista Chinês ainda em liberdade".
Weiwei foi detido a bordo de um avião no domingo quando se preparava para embarcar para Hong Kong. Até o momento em que escrevo (terça-feira, 15h em Brasília, 2h da madrugada de quarta em Pequim), não havia notícias dele.
É um patente absurdo. Como disse ao "Guardian" Pu Zhiqiang, advogado de direitos humanos, "até quando um bandido de rua é detido, eles [as autoridades] têm que informar após certo tempo, mas, no caso de Weiwei, não há informação".
Até a detenção/desaparecimento do artista, o Itamaraty não estava preparado para pôr direitos humanos no topo da agenda de Dilma. "A presidente não vai lá para dar nota à China em direitos humanos", me disse, na segunda-feira, a embaixadora Maria Edileuza Fontenele Reis, subsecretária de Política e que está cuidando na Chancelaria da visita à China.
Dados os interesses envolvidos no relacionamento do Brasil com a China, agora o principal parceiro comercial, até dá para entender, embora eu pessoalmente discorde. Mas sou franco-atirador, não tenho responsabilidade de governo.
O problema é que o caso Weiwei, que se segue a uma série de outras medidas arbitrárias (mais detenções, desaparecimentos, censura à internet etc), cria uma nova situação em que é difícil a uma ex-presa política, como Dilma, silenciar.
Afinal, pode-se censurar o quanto se quiser a seletividade do Ocidente nas suas críticas à violações dos direitos humanos, mas não dá para discordar de William Hague, ministro britânico do Exterior, quando ele diz: "O desenvolvimento de uma sociedade civil independente e a aplicação dos direitos humanos sob as regras da lei são pré-requisitos essenciais para a estabilidade e a prosperidade de longo prazo da China".
Não chega a ser uma frase particularmente agressiva, mas tornaria o eventual silêncio de Dilma um vexame internacional.
Clóvis Rossi é repórter especial e membro do Conselho Editorial da Folha, ganhador dos prêmios Maria Moors Cabot (EUA) e da Fundación por un Nuevo Periodismo Iberoamericano. Assina coluna às quintas e domingos na página 2 da Folha e, aos sábados, no caderno Mundo. É autor, entre outras obras, de "Enviado Especial: 25 Anos ao Redor do Mundo e "O Que é Jornalismo".
