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domingo, 28 de julho de 2013

SÍLVIO SANTOS E OS SEUS SEGREDOS - THE BLACK BOX OF ABRAVANEL

Menos Abravanel

Silvio Santos: mandando os Abravanel para casa
Foi forte, mas ainda está longe de terminar o choque de gestão que o Grupo Silvio Santos fez desde a derrocada do banco PanAmericano.
Os Abravanel, que antes eram cerca de sessenta trabalhando nas empresas da holding, agora tem no máximo vinte representantes na ativa. Quinze deles, no entanto, seguem intocáveis no SBT, a joia da coroa.
Por Lauro Jardim

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

SILVIO SANTOS, 82 ANOS


-
Roberto Nemanes/SBT
Silvio Santos
Silvio Santos em 2010
Nome completoSenor Abravanel
Pseudônimo(s)Silvio Santos
Nascimento12 de dezembro de 1930 (82 anos)
Rio de JaneiroRio de JaneiroBrasil
Nacionalidade brasileiro
FortunaR$ 2,7 bilhões (2010)
ProgenitoresMãe: Rebeca Abravanel (Turquia)
Pai: Alberto Abravanel (Grécia)
CônjugeMaria Aparecida Vieira Abravanel (- 1975)
Íris Abravanel (1978-presente)
Filho(s)Cíntia Abravanel (n. 1950)
Silvia Abravanel (n. 1970)
Daniela Beyruti (n. 1977)
Patrícia Abravanel (n. 1979)
Rebeca Abravanel (n. 1982)
Renata Abravanel (n. 1986)
Ocupaçãoapresentador de televisão eempresário
Principais trabalhosSistema Brasileiro de Televisão
ReligiãoJudaísmo
Página oficialsbt.com.br/silviosantos


quarta-feira, 27 de junho de 2012

PÂNICO EM DESESPERO, APELA PARA "ENTERRO" DE SILVIO SANTOS


Justiça

Veja

‘Enterro’ de Silvio Santos pode levar 'Pânico' à Justiça

Ceará, que interpretava o dono do SBT há mais de 20 anos, foi impedido no início do mês, por liminar, de continuar imitação. Cena do velório na TV não citou nome do empresário, mas ficou subentendido que era ele

Raissa Pascoal
O humorista Wellington Muniz, o Ceará, caracterizado com o apresentador Sílvio Santos dentro de um caixão
O humorista Wellington Muniz, o Ceará, caracterizado com o apresentador Sílvio Santos dentro de um caixão(Reprodução)
Depois de ser impedido de imitar o empresário Silvio Santos, por uma liminar obtida na Justiça pelo dono do SBT, o humorista Wellington Muniz, o Ceará do Pânico na Band, pode ter de pagar uma multa ao empresário. Neste domingo, 24, o Pânico exibiu imagens do "enterro" do personagem Silvio Santos. Embora o nome não tenha sido citado, a cena deixou subentendido que era dele que se tratava (confira no vídeo abaixo). Nas imagens, todos estão vestidos de preto e Emílio Surita, o líder do programa da Band, diz que se trata de uma última homenagem ao finado personagem. De acordo com a assessoria do SBT, o departamento jurídico da emissora está analisando as imagens e terá uma posição sobre o assunto nesta terça-feira.
Ceará, que faz a imitação do apresentador há mais de 20 anos, foi avisado de que não poderia mais interpretar o personagem no início do mês, sob o risco de pagar uma multa de 100.000 reais. Silvio Santos não teria gostado das tentativas do Pânico de abordá-lo em seu cabeleireiro, em São Paulo. Quanto ao mal-estar provocado pelo programa deste domingo, Ceará afirma não ter recebido nenhum tipo de notificação ou advertência. “Não chegou nada para mim. Vou falar com a direção da Band e deixar para o jurídico da emissora responder”, diz o humorista, que nesta segunda-feira está de folga. A Band, por sua vez, disse por meio da assessoria que não comentará o assunto.
Sem Silvio Santos, Ceará terá de investir em outros personagens. Mas procura mostrar otimismo. “Eu farei o que for surgindo. Personagens vão e personagens ficam e o humor vai se renovando. O importante é estar vivo para criá-los”, diz.


sexta-feira, 4 de maio de 2012

SILVIO SANTOS, COM A CALÇA NAS MÃOS


Vídeo que mostra calça de Silvio Santos caindo vira hit

Vídeo que mostra calça de Silvio Santos caindo vira hitFoto: Reprodução

ACIDENTE OCORREU POR CAUSA DO ROMPIMENTO DO SUSPENSÓRIO DO APRESENTADOR

01 de Maio de 2012 às 11:59
Silvio Santos fez mais um momento hilário em sua carreira na noite do último domingo, 29. Durante o quadro “Não erre a letra”, do “Programa Silvio Santos”, o apresentador ficou sem as calças. O acidente ocorreu por causa do rompimento de seu suspensório. O dono do SBT, que tira qualquer situação de letra, não ficou ruborizado. A plateia e os convidados logo caíram na gargalhada. “Caiu as calças do animador. Segura! Quem mandou não segurar. E agora o que é que eu faço?”, disse Silvio, arrumando a roupa no palco mesmo. O vídeo tem sido um dos mais comentados e divulgados no Twitter e no Facebook.

terça-feira, 10 de abril de 2012

SILVIO SANTOS VENDE 30% DO SBT PARA CARLOS SLIM


 Gustavo Andrade - ADTV!

EXCLUSIVO ADTV! - Silvio Santos e Carlos Slim, bilionário mexicano, teriam acertado nos Estados Unidos, a venda e compra, inicialmente de 30%, do SBT. O restante da negociação ainda teria que ser feita depois de uma auditoria , após uma pessoa de confiança de Slim aprovar, as empresas do homem mais rico do mundo entrariam no controle do SBT. Tudo isso dentro de negociações onde Silvio manteria seu programa aos domingos pelo tempo que desejasse. Mas, pelo acordo inicial entre Silvio e Carlos, assim que Carlos comprasse os 30%, ele nomearia novos diretores para o SBT.

E MAIS:
A atitude de Silvio Santos em acabar com as multas de contratos do SBT, tanto de um lado quanto de outro, demonstra uma política administrativa de deixar a área livre para qualquer mudança que se julgue necessária. Quando o SBT acaba com cláusula de multa dos contratados, ele demonstra que não tem política e planejamento de trabalho a médio prazo. Ou seja, assim que Silvio definir uma parceria com um sócio que tenha bom patrimônio financeiro, esse sócio pode assumir a definição dos destinos da emissora sem nada contratual que o impeça.

Isso passou a ser real no dia em que Silvio definiu por extinguir as multas dos contratados do SBT. E quando esta definição de sociedade estiver definida por Silvio, então, e só então, ele apresentará a sociedade à sua família sendo um ato consumado. E é isto que Silvio está buscando, um sócio que possa tocar os destinos do SBT e ter bons resultados que permitam bons lucros para sua família ou até um sócio que a médio prazo tenha dinheiro suficiente para adquirir o controle acionário e isto resultar em estabilidade financeira para a família Abravanel.

Com o Grupo Silvio Santos em situação sem folga de caixa desde a quebra do Banco Panamericano e precisando resolver pendências financeiras a curto prazo, Silvio não pode mais se dar ao luxo de errar na administração do SBT. E desde o tempo em que Silvio decidiu assumir tudo na administração da emissora, ele erra muito mais do que acerta. Ele, na verdade, acerta apenas no programa dele porque é ele, o maior apresentador de tv do Brasil, quem faz o programa. Se não fosse por isso nem o programa dele funcionaria.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

PIZZARIA SILVIO SANTOS - PIZZA PAN AMERICANO

Panamericano
Silvio Santos está livre de qualquer dívida. Entenda como
Em intensa negociação, empresário consegue arrancar 3,8 bilhões de reais do FGC para saldar passivo do Banco Panamericano
Ana Clara Costa

Pizza


O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) estendeu sua linha de crédito ao Panamericano em 1,3 bilhão de reais para cobrir o restante do rombo detectado por auditores e pelo Banco Central, segundo apurou o site de VEJA. Ao todo, a dívida do banco fundado por Silvio Santos soma 3,8 bilhões de reais e será completamente coberta pelo crédito do FGC – que já havia emprestado 2,5 bilhões de reais à instituição em novembro do ano passado.

Após deixar o prédio do BTG Pactual, em São Paulo, Silvio Santos afirmou a jornalistas que havia se livrado de qualquer dívida. E, de fato, ele não mentiu. Em uma complexa engenharia financeira envolvendo os dois bancos, o FGC, a Caixa e o Banco Central, Silvio não terá de pagar nenhum real. E o banco de André Esteves dificilmente sairá da negociação desembolsando mais do que os 450 milhões de reais utilizados para comprar a participação de Silvio no banco.

Com a assinatura do contrato de venda do banco, Silvio Santos apresentará ao FGC uma espécie de titulo recebível garantindo que o BTG Pactual saldará a dívida total até o ano de 2028, a juros pré-fixados. Tal dívida, no entanto, não é de 3,8 bilhões de reais, como a lógica atestaria. Se for paga agora, será de ‘apenas’ 450 milhões de reais. Se for paga em 2028, terá o valor máximo de 3,8 bilhões de reais. “Isso significa que, se o BTG quiser saldar essa dívida já, o FGC terá de arcar com a diferença”, afirma uma fonte que acompanhou a operação.

Em contrapartida, estão sendo acertados junto ao Banco Central os termos de um acordo que obriga o BTG e a Caixa a fazerem significativos aportes financeiros periódicos para garantir a liquidez e a saúde da instituição. Como exemplo, a Caixa anunciou que, no curto prazo, irá adquirir direitos creditórios e aplicará em depósitos interfinanceiros do banco – uma forma de injetar recursos. No final do dia, todos saíram ganhando, com exceção do FGC. O BTG, que adquiriu um banco com 3,8 bilhões de reais em caixa por 450 milhões de reais; a Caixa, que não teve prejuízo algum com o rombo, a não ser a desvalorização (reversível) de suas ações; e Silvio Santos, que entregou ao mercado um banco quebrado e se livrou completamente de qualquer dívida. Já o FGC corre o risco de amargar um prejuízo de até 3,35 bilhões de reais – caso o BTG resolva saldar sua dívida o quanto antes. O que, diante do patrimônio atual de 5,6 bilhões de reais do banco de André Esteves, não seria um cenário improvável.

Bastidores – Todas as minúcias que deram origem ao contrato de ‘ganha-ganha’ para a maior parte dos envolvidos foram discutidas na sala de reuniões do BTG Pactual, ao longo dos últimos três dias. Durante todo o fim de semana, incluindo as madrugadas, André Esteves se alimentou à base de pizza e números do balanço do Panamericano – acompanhado da área jurídica do banco, dos advogados do Panamericano, de representantes da Caixa e do FGC.

A grande questão colocada como entrave para a realização do negócio não era o valor da compra em si, como foi anunciado pela imprensa nos últimos dias. O ponto de discordância foi delimitado por Silvio, que exigiu vender o banco e, de quebra, não arcar com nenhum passivo relacionado ao rombo. Tal ultimato fez com que o BTG titubeasse em fechar o negócio, além de deixar a Caixa e o Banco Central de cabelos em pé. Mas, assim como em 2010 o empresário conseguiu arrancar do FGC os 2,5 bilhões de reais necessários para salvar o banco, desta vez não foi diferente. Apenas quando seus advogados e Esteves conseguiram chegar a um acordo, Silvio se dirigiu à sede do BTG para assinar a venda.

A canetada - Às 17h30 da segunda-feira, acompanhado do fiel escudeiro Wadico Bucchi e da filha Renata Abravanel, Silvio Santos se dirigiu ao nono andar do prédio do BTG, na esquina da avenida Faria Lima com a Juscelino Kubitschek, um dos endereços mais nobres de São Paulo. Na sala de reuniões, também foi acompanhado por seus advogados. Estavam presentes André Esteves e o novo presidente do banco, José Luiz Acar Pedro, sócio do BTG desde outubro. A diretoria do FGC, pilotada por Antonio Carlos Bueno, também se juntou ao grupo. Após cerca de 3 horas de conversas, entre goles de chá gelado, café e biscoitos, o Panamericano finalmente passou para as mãos de André Esteves. Ao assinar o contrato, Silvio utilizou o usual sarcasmo misturado ao bom humor: “Pronto. Agora já posso voltar para Orlando?”, disse.

Por volta das 21 horas, o empresário e apresentador foi acompanhado por André Esteves até o lobby do prédio, onde se despediram cordialmente antes que Silvio fosse tragado pela multidão de jornalistas e fotógrafos que esperavam, aflitos, pelos números da negociação. Como é de praxe, ele fez piada e não quis falar de valores. “Eu não sei de nada, quem sabe são meus advogados”, brincou.

Meia hora depois, André Esteves voltou ao lobby para checar se o caminho estava livre para que os três diretores do FGC pudessem descer. O banqueiro subiu novamente e escoltou o trio até o térreo. Minutos depois, já na sala fervilhante que ocupa – junto com todo o restante daquele andar do banco - e que mais parece uma redação de revista, Esteves conseguiu por fim jantar. Como nas madrugadas anteriores, pediram pizzas. E assim, como na maioria das vezes, termina a história.

sábado, 29 de janeiro de 2011

OS BANQUEIROS QUE IRÃO DORMIR NO BANCO DA PRAÇA - QUEBRADINHOS???

NEGÓCIOS

Nº edição: 695 | Negócios | 28.JAN - 21:00
Dois banqueiros em apuros
Rombo muito maior do que o esperado faz Silvio Santos colocar o PanAmericano à venda e Edemar Cid Ferreira, ex-dono do Banco Santos, é despejado de sua mansão e torna-se um sem-teto

Por Clayton Netz e Cláudio Gradilone

Dois dos banqueiros mais conhecidos do País voltaram, por motivos diferentes, às manchetes na semana passada. Silvio Santos, proprietário do Banco PanAmericano, e Edemar Cid Ferreira, dono do falido Banco Santos, tiveram suas dificuldades amplamente comentadas pela imprensa.

Ferreira foi despejado de sua suntuosa mansão na zona sul de São Paulo (veja boxe). Já o balanço do PanAmericano, cuja divulgação está prevista para o início desta semana, poderá mostrar um rombo que é estimado pelo mercado em R$ 4 bilhões, muito acima dos R$ 2,5 bilhões inicialmente informados pelo Banco Central em novembro.



O sem-teto e o sem-banco: Edemar Cid Ferreira foi despejado de sua mansão faraônica (dir.)
e Silvio Santos comunicou ao mercado a intenção de vender o PanAmericano

Na sexta-feira 28, o PanAmericano divulgou um fato relevante confirmando “uma possível negociação com outras instituições financeiras” para a venda de seu controle. Os candidatos à compra eram os bancos BTG Pactual, Bradesco e Safra. Procurado, o trio não comentou o assunto, assim como a Caixa Econômica Federal, que divide o controle do banco com Silvio Santos.

O PanAmericano deve ser vendido, pois o patrimônio pessoal de Silvio Santos, estimado em R$ 2,7 bilhões, não seria suficiente para cobrir o rombo. Apesar do buraco nas contas, a instituição é uma noiva cobiçada devido à sua presença junto às classes C e D.

“O PanAmericano não é simplesmente um banco, é uma instituição financeira vinculada a uma rede de televisão extremamente popular”, diz Fernando Meibak, sócio da consultoria Moneyplan. “Essa é uma vantagem incomparável para quem quer crescer rapidamente nesse mercado.”

O grande trunfo nas mãos do banco é sua capacidade de conceder empréstimos de maneira barata, por meio de uma rede de financeiras. Essas lojas não contratam bancários e não têm de pagar os custos elevados de segurança das agências bancárias. O grupo também estaria recebendo propostas de compra para outras empresas, como a rede de lojas Baú da Felicidade, que possui 127 pontos de venda, e a companhia de cosméticos Jequiti.

O porte das dificuldades surpreendeu o mercado. “O banco foi vítima de uma fraude muito séria”, disse à DINHEIRO Luiz Sandoval, ex-presidente do Grupo Silvio Santos. Segundo ele, os problemas começaram com a adulteração do sistema de controle financeiro, chamado Autobahn, desenvolvido por uma empresa de informática do Espírito Santo, a Projeta. “Depois que o sistema foi alterado, a fraude contábil foi apenas uma consequência”, diz Sandoval.

A construção do rombo passou por vários desvios. Por exemplo, contratos de crédito pagos pelos devedores eram considerados como não pagos, inflando as contas. Apesar de os especialistas considerarem a cifra exagerada, há uma unanimidade em relação ao comprometimento da imagem do banco, o que transforma a venda em única solução. “Banqueiro na primeira página é mau sinal”, diz Meibak.


Companhia incômoda

Acostumado a cifras superlativas, o ex-banqueiro Edemar Cid Ferreira foi definitivamente ultrapassado por seu colega de trabalho Silvio Santos, em termos de rombo numa instituição financeira nos tempos pós- Proer, o programa de salvamento dos bancos criado pelo governo FHC, em 1996.

O Banco Santos, de Edemar, fechou as portas, em setembro de 2005, com um buraco de R$ 2,2 bilhões. Hoje se sabe que as alegadas inconsistências contábeis do PanAmericano, de SS, devidamente rebatizadas de fraudes, podem chegar a R$ 4 bilhões.

A revelação de que a farra no PanAmericano tinha extrapolado todas as previsões não veio em boa hora para Edemar, pois não ajuda em nada a melhorar a imagem dos banqueiros quebrados ou semiquebrados junto à opinião pública.

Ela ocorreu uma semana depois de o ex-banqueiro ter sido despejado de forma humilhante de sua faraônica mansão de 4,2 mil metros quadrados de área construída, localizada no Morumbi, em São Paulo. Projetada pelo arquiteto Ruy Ohtake, o imóvel está avaliado em R$ 80 milhões. Obrigado a sair a toque de caixa da casa, Edemar abrigou-se num flat da capital paulista.

Mais do que ter de habitar (provisoriamente, acredita Edemar, que deixou roupas, remédios e objetos pessoais para trás) um imóvel cujas dimensões são infinitamente menores do que qualquer um dos closets que abrigam suas roupas e sapatos, o que mais o entristece é afastar-se do verdadeiro museu em que transformara a mansão.

Repleta de obras de arte de todas as épocas e tendências espalhadas pelos seus cinco andares – de peças fenícias e romanas a quadros e escultoras de artistas como Di Cavalcanti, Brecheret, Robert Rauschenberg e Sandro Chia, passando por móveis de época e luminárias caríssimas –, é considerada como a grande realização pessoal de Edemar.

Recluso no flat, Edemar não perde as esperanças e batalha na Justiça o direito de voltar ao lar,doce lar ao lado de Márcia, sua mulher. Procurado pela DINHEIRO, ele retornou a ligação, educado e simpático como sempre.

Mas delicadamente negou-se a comentar o despejo, alegando seguir instruções de Luis Corvo, seu atual advogado. “Se eu falar, ele pode ficar com raiva de mim”, disse Edemar.” E não há nada pior do que um advogado contrariado com o cliente.”