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domingo, 29 de janeiro de 2012

Após seis dias desaparecida, jovem é encontrada morta na Grande SP

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Juliana Godói Pereira, de 25 anos, saiu para trabalhar e ficou seis dias desaparecida. O corpo dela foi encontrado em um matagal, em Franscisco Morato, na Grande São Paulo, com marcas de esganadura. Antes de saber da morte da mulher, Felipe Cavalcanti acusou o pai dela de ser responsável pelo desaparecimento de Juliana. Assista ao vídeo e entenda o caso

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Imagens mostram empresário sendo morto por vigia em banco de Cuiabá-MT


 crime aconteceu em junho de 2011, quando a vítima passava pela porta


19-12-2011 18:04
Meio Norte
Imagens do circuito interno de segurançaImagens do circuito interno de segurança (Foto Reprodução)
Imagens exclusivas do circuito interno de segurança, divulgadas nesta segunda-feira (19) pela TV Centro América, revelaram o momento em que um empresário de Cuiabá foi assassinado dentro de uma agência bancária pelo vigia. O crime ocorreu no dia 21 de junho deste ano, no momento em que Adriano Henrique de Campos, de 73 anos, tentava sair do banco, localizado na Avenida Carmindo de Campos, passando pela porta-giratória. Ele foi atingido por tiros e morreu na hora.
Os últimos momentos do empresário foram registrados por quatro câmeras do circuito interno do banco. As imagens mostram que várias pessoas passaram pela porta de segurança do local com bolsas e capacetes sem que a porta fosse travada. Mas no instante em que o empresário chega à agência e tenta passar pela porta, o detector de metais o impede de entrar.
Nesse instante, o vigia se aproxima e libera a porta-giratória. Porém, o empresário estava apenas com uma folha de papel na mão e por ter sido barrado, as imagens mostram que ele faz um gesto com a mão para o vigia. Momento em que supostamente o empresário teria ofendido o funcionário e seguiu em direção ao balcão de atendimento.
O circuito interno de segurança revela ainda que a vítima permaneceu por 14 minutos dentro da agência. Depois de ser atendido, Adriano vai a um caixa eletrônico e paga algumas contas. Após realizar as operações bancárias, o empresário tenta sair do estabelecimento mas não consegue, porque novamente a porta é travada. O vigia então se aproxima da vítima e com um revólver em punho efetua os disparos.
O tiro fatal foi na cabeça da vítima. O vigia, como mostram as imagens, teve tempo de atirar no vidro para sair da agência. Já na avenida, o segurança consegue parar um motociclista que trafegava na pista e rouba o veículo para fugir.
O ex-segurança, de 28 anos, que confessou o crime e está foragido, foi indiciado por homicídio qualificado. O Ministério Público Estadual (MPE) já recebeu o inquérito policial, mas ainda não decidiu se irá oferecer denúncia contra o indiciado.
Para o advogado da família de Adriano, Flávio Alexandre Bertin, o crime foi premeditado. O advogado disse ainda que a família ingressou com pedido de indenização por danos morais e materiais. “Por melhor que seja a reparação que nós estamos buscando, não traz a vida dele [empresário] de volta”, avaliou.
Morte
O crime ocorreu por volta das 13h, do dia 21 de junho. Dias depois do assassinato, já não podendo ser preso em flagrante, o vigia se apresentou à polícia e prestou depoimento. Ele alegou que teria cometido o crime por ter sido ofendido verbalmente pelo empresário com palavras racistas. Após prestar esclarecimentos, o ex-segurança saiu da delegacia com o rosto coberto e desde então é considerado pela Polícia Civil como foragido.

terça-feira, 14 de junho de 2011

SERÁ??? NOIVA DE BRUNO ACUSA JUÍZA DE TENTATIVA DE EXTORSÃO


Ingrid Calheiros Oliveira também acusa um advogado de pedir R$ 1,5 milhão para libertar goleiro

14 de junho de 2011 | 18h 16

Eduardo Kattah e Marcelo Portela - O Estado de S. Paulo
BELO HORIZONTE - Em depoimento a representantes do Ministério Público Estadual (MPE), da seção mineira da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MG), da Ouvidoria de Polícia e das comissões de Direitos Humanos e de Segurança Pública da Assembleia Legislativa do Estado, a dentista Ingrid Calheiros Oliveira, noiva de Bruno Fernandes, acusou uma juíza e um advogado de tentativa de extorsão para colocar o goleiro em liberdade. Bruno está preso desde julho do ano passado, acusado do sequestro e assassinato de sua ex-amante, Eliza Samudio, de 25 anos.
Conforme a acusação, a juíza Maria José Starling, da comarca de Esmeraldas, na região metropolitana de Belo Horizonte, e o advogado Robson Martins Pinheiro teriam pedido R$ 1,5 milhão para conseguir a libertação do jogador. No seu depoimento, Ingrid afirmou que foi procurada no fim do ano passado pelo advogado por indicação da juíza - que em outubro de 2010, durante uma audiência do caso, defendeu publicamente a libertação de Bruno.
Pelas investigações da Polícia Civil mineira, a morte de Eliza completou um ano no último dia 10. Desde então, Bruno e outros oito acusados do crime tiveram 59 habeas corpus negados pelo Tribunal de Justiça de Minas (TJ-MG), além de outros recursos recusados também pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Um contrato ao qual o Estado teve acesso estabelecia que Bruno faria o pagamento até 48 horas após ser solto.
Em seu depoimento, Ingrid afirma que o advogado depois mudou o acordo e exigiu que o valor fosse pago uma semana antes de o pedido de habeas corpus ser impetrado em diversas instâncias judiciais. Um e-mail em poder da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia, que teria sido enviado pela juíza à dentista, ainda pedia que Ingrid não atendesse "nenhum telefone de Brasília" e informava o telefone pessoal da magistrada. Em outra correspondência - que teria sido enviada por Ingrid a Bruno por meio do atual advogado do goleiro, Cláudio Dalledone Júnior - a dentista diz que "a conversa mudou", em referência ao acerto com Pinheiro, e que havia desistido de fazer o pagamento antecipado porque, caso a artimanha não tivesse efeito, não teriam "como provar" o acordo e o respectivo pagamento.
Ela alegou ainda que após desistir do negócio foi abordada por um policial armado que se identificou apenas como "Leandro". O suposto policial pediu que ela "pensasse com carinho" em manter o contrato com Pinheiro, informando que a juíza é uma pessoa "muito influente". "Ela (Ingrid) resolveu depor porque ficou com medo", afirmou o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia de Minas, deputado estadual Durval Ângelo (PT). No fim da tarde desta terça-feira, 14, o parlamentar preparava ofício para encaminhar a denúncia ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Outro lado. O advogado Getúlio Barbosa de Queiroz, que representa a juíza de Esmeraldas, atribuiu a denúncia de Ingrid a uma "represália" do deputado, a quem atribui "acusações levianas". Ele destacou que a magistrada não tem competência funcional para decidir pela soltura de Bruno. "Ela não condição nenhuma de colocar esse pessoal em liberdade", afirmou. "Essa amante do Bruno não está preparada para esse jogo de interesse. Se tem algum advogado no meio disso que contratou com ela, a responsabilidade é entre ela e o advogado. A juíza não pode indicar advogado para ninguém."
Pinheiro afirmou em nota que "os serviços profissionais por ele prestados sempre obedeceram às normas éticas, legais e contratuais". "Os honorários foram contratados de comum acordo entre as partes, tendo um valor fixo e outro a depender do êxito da causa, e tiveram em conta, entre outros aspectos, a complexidade da demanda e a condição econômica do cliente", destacou.
O advogado disse que trabalhou para Bruno de dezembro de 2010 a fevereiro deste ano. Ele afirmou que causou surpresa "as falsas suposições levantadas" e que desconhece "as razões para comportamento tão desrespeitoso e leviano". O TJ-MG informou que não foi comunicado oficialmente e não iria se posicionar sobre o assunto. Dalledone não foi localizado hoje.