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quarta-feira, 17 de julho de 2013

EVO MORALES CHUTA A BUNDA DO GOVERNO(?) BRASILEIRO

16/07/2013
 às 19:19 \ Política & Cia

É INACREDITÁVEL, E É OFICIAL: Bolívia humilhou o governo brasileiro, vistoriando avião da FAB

Morales: seu governo violou soberania do Brasil vistoriando ilegalmente avião da FAB, sem autorização do ministro da Defesa, Celso Amorim
Morales: seu governo violou soberania do Brasil vistoriando ilegalmente avião da FAB, sem autorização do ministro da Defesa, Celso Amorim (Fotos: AP :: ABr)
O Ministério da Defesa negou hoje nota publicada pelo colunista Cláudio Humberto que o blog reproduziu sobre violação da soberania de um avião da Força Aérea Brasileira no final de 2012, mas informou que, no final do ano anterior, o governo de Evo Morales uma vez mais passou uma rasteira no Brasil — como fizera com o envio de tropas para instalações da Petrobras — fazendo exatamente isso: vistoriando um  avião da FAB, a gloriosa FAB que teve participação heroica na II Guerra Mundial e que, pelos serviços prestados à população desde que existe, é um orgulho dos brasileiros.
O ato de hostilidade dos bolivianos foi feito sem autorização do ministro da Defesa, Celso Amorim, mas, como reação, tudo o que o governo brasileiro fez foi encaminhar uma tímida e pusilânime “nota de reclamação” ao governo de Evo Morales.
Alguém aí se lembra de essa “nota de reclamação” ter sido pelo menos divulgada a nós, brasileiros?
O Brasil se curva aos governos bolivarianos, e em troca obtém esse tipo de atitude. Vejam esse texto da oficial Agência Brasil:
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Marcelo Brandão
Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Ministério da Defesa divulgou hoje (16) nota negando que uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) tenha sido revistada no ano passado na Bolívia. Na mesma nota, no entanto, o ministério admite que, no final de outubro de 2011, houve violação de imunidade de um avião da FAB na Bolívia.
À época, autoridades bolivianas, sem autorização do ministro da Defesa, Celso Amorim, vistoriaram o avião usado por ele em compromisso oficial na cidade de La Paz.
A assessoria do ministério não soube informar o motivo da ação do governo boliviano na ocasião, mas explicou que uma nota de reclamação foi encaminhada àquele país. “No documento, a embaixada informou que a repetição de tais procedimentos abusivos levaria à aplicação, pelo Brasil, do princípio da reciprocidade”.
Ainda de acordo com o ministério, não houve registro de violações semelhantes após o ocorrido em 2011.
Quanto à possível revista de um avião da FAB em Santa Cruz de la Sierra, em outubro do ano passado, o ministério diz que a informação é improcedente. “Não procede a informação de que o avião da FAB utilizado nesta viagem oficial, no dia 3 de outubro de 2012, foi vistoriado por autoridades bolivianas no aeroporto de Santa Cruz de La Sierra”, diz a nota.
Segundo notícia publicada pelo jornal Valor Econômico, o governo boliviano teria retido e revistado o avião usado pelo ministro Celso Amorim, que voltava da cidade de Santa Cruz de la Sierra. De acordo com a reportagem, o motivo da revista foi a suspeita de que o senador boliviano Roger Pinto, opositor do presidente Evo Morales, estava a bordo.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

EX-CATADORA DE PAPEL E LATINHAS CHEGA À PRESIDÊNCIA DA PETROBRAS




La Nación
RIO DE JANEIRO.- La plana mayor del gobierno en Brasilia llegó ayer a Río para la toma de posesión de la nuevapresidenta de Petrobras, Graça Foster, la primera mujer que dirigirá al gigante estatal, donde comenzó su carrera como pasante, después de haber trabajado juntando cartones y latas para sobrevivir en una favela carioca.
"Hace más de 30 años que andamos juntas, mi credencial y yo. Aquí todos los días, registro un capítulo más de mi historia. Una historia que ya cuenta con más de diez mil capítulos", señaló Foster, aferrada a su tarjeta de identificación de la empresa, en la que ingresó en 1981, mientras desde la primera fila era aplaudida por la presidenta Dilma Rousseff, sus ministros de Economía y Energía, el presidente de la Cámara de Diputados, varios gobernadores y un numeroso grupo de empresarios.
Rousseff, amiga personal de Foster, resaltó que su nombramiento para suceder a José Sergio Gabrielli fue por "absoluto merecimiento". La nueva presidenta de Petrobras conoce como la palma de su mano la compañía, en la que ha pasado por varios cargos en una trayectoria marcada por la rigidez, la eficiencia y la rendición de cuentas.
Conocida hoy como "la dama de hierro del petróleo", María das Graças Silva Foster, de 58 años, se ganó temprano su fama de trabajadora. Nació en un hogar muy pobre en Caratinga, Minas Gerais, pero, cuando tenía dos años, su madre, Terezinha, cansada de ser golpeada por su marido, se mudó a Río de Janeiro con ella y su hermana, Rita, para rehacer su vida. Se establecieron en el morro do Adeus, que hoy integra el grupo de favelas del Complexo do Alemão, y Graça -como le gusta que la llamen- pasó su infancia recogiendo cartones y latas para ayudar a su madre a pagar los útiles escolares.

MADRUGADORA

Estudió ingeniería química en la Universidad Federal Fluminense, en Niteroi, mientras tomaba clases de teatro, y no bien se recibió obtuvo una pasantía en Petrobras. La actuación, ha dicho, la ayudó a forjarse un temperamento fuerte en un ambiente dominado por hombres.
No son pocos los directores de Petrobras que todavía temen cuando ella los manda llamar a su oficina del piso 23, donde tiene colgado un gran calendario con fechas de entrega de obras y plazos para la presentación de informes que exige cumplir sin excusas. Incansable y disciplinada, llega a las 7.30 al trabajo y suele salir después de las 8 de la noche.
Fue una de las primeras mujeres en trabajar en una plataforma petrolífera en Brasil, y desde 2007 era directora de la división de Gas y Energía, donde desarrolló combustibles de biodiésel y promovió la construcción de plantas de energía a gas. Bajo su gestión, la división pasó de tener un déficit de 760 millones de dólares en 2007 a ganar 1700 millones de dólares el año pasado.
Foster conoció a Rousseff en la década del 90, cuando la hoy mandataria era secretaria de Minas, Energía y Comunicaciones del Estado de Rio Grande do Sul. Ambas de perfil técnico, se entendían muy bien y profundizaron su amistad cuando, en 2003, el ex presidente Lula nombró a Rousseff su ministra de Minas y Energía; Rousseff, a su vez, designó a Foster secretaria ejecutiva del ministerio. "Sin sombra de duda, con Graça en la presidencia, Petrobras estará en buenas manos. Conozco bien la capacidad de trabajo, la competencia y la seriedad con se dedica no sólo a esta empresa sino a todo lo que hace en su vida profesional. Sabrá dar continuidad y ampliar las conquistas de Petrobras", afirmó Rousseff.
Foster asumirá después de resultados financieros decepcionantes: Petrobras pasó de ser en 2010 la tercera petrolera del mundo en valor de mercado (US$ 228.000 millones) a la quinta el año pasado (US$ 156.000 millones), con la producción en baja. Su gran reto será revertir esa tendencia y administrar las inversiones de US$ 225.000 millones que, hasta 2015, la empresa pretende invertir en los enormes yacimientos descubiertos en las costas de Brasil.
Considerada por el diario británico Financial Times una de las 50 mujeres de negocios más importantes del mundo, tiene una hija médica de su primer matrimonio y un hijo periodista de su actual marido, el empresario Colin Foster. Es, además, abuela de una adolescente que suele acompañarla a la oficina, orgullosa de su abuela.

PERFIL

MARÍA DAS GRAÇAS SILVA FOSTER
Presidenta de Petrobras
  • Profesión : ingeniera química
  • Edad : 58 años
  • Origen : Caratinga, Minas Gerais
  • Nacida en un hogar humilde, se mudó a los 2 años a Río de Janeiro con su madre, que tomó la decisión porque el marido le pegaba. Se instalaron en el morro do Adeus, que integra el grupo de favelas del Complexo do Alemão, donde Graças juntaba latas y cartones para pagarse los útiles escolares. Fue una de las primeras mujeres en trabajar en una plataforma petrolífera y logró revertir el déficit del área de Gas y Energía de Petrobras.


terça-feira, 24 de janeiro de 2012

QUAL O SEGREDO DA PETROBRÁS QUE O POVO NÃO SABE?

Mudanças na Petrobrás

23 de janeiro de 2012 | 19h45
Celso Ming
A troca na direção da Petrobrás está sendo vendida ao distinto público como manobra do atual presidente, José Sérgio Gabrielli, de modo a melhor se posicionar para concorrer ao posto de governador do Estado da Bahia. Para isso, ele assumirá, avisam, importante secretaria do governo baiano, conduzido hoje por Jaques Wagner.
Se fosse para atender aos objetivos políticos de Gabrielli, seria uma substituição prematura e equivocada. As eleições dos governadores só acontecerão em outubro de 2014 e, se sua saída da Petrobrás fosse para cacifar essa candidatura, Gabrielli perderia notoriedade – o que é essencial para um futuro candidato a cargo de governador. Teria mais exposição pública enquanto presidente da Petrobrás do que à frente de qualquer secretaria do governo da Bahia.
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Maria das Graças. O dedo de Dilma (FOTO: WILTON JUNIOR/AE)
A substituição de Gabrielli pela atual diretora de Gás e Energia da Petrobrás, Maria das Graças Silva Foster, é decisão da presidente Dilma Rousseff. O que ainda não está claro é o plano inteiro do qual essa mudança faz parte.
Aparentemente, a presidente Dilma não está satisfeita nem com as escolhas da atual administração da Petrobrás nem com seus resultados. Em maio, seu governo rejeitara duas vezes o Plano de Negócios 2011-2015 da Petrobrás, alegadamente porque suas metas “não eram realistas”.
Os projetos de investimento da Petrobrás estão atrasados e são raros os cronogramas que vêm sendo cumpridos. Em parte, isso está acontecendo porque a empresa não consegue coordenar eficientemente sua cada vez maior rede de fornecedores, hoje defendidos pelas exigências de conteúdo local – cláusula que eleva custos e prejudica o andamento dos investimentos.
Está cada vez mais difícil separar o que é tarefa grande demais – até mesmo para uma empresa do tamanho da Petrobrás – e o que pura e simplesmente resulta da baixa eficiência de uma pesada administração estatal, loteada entre próceres da base política do governo Dilma.
As decisões do novo marco regulatório do petróleo exigem que a Petrobrás integre os consórcios de todas as novas licitações do pré-sal com participação mínima de 30% e que ela seja a empresa operadora em todas elas. Isso significa que todo o programa de licitações tem de esperar até que a Petrobrás esteja em condições de assumir novos contratos de exploração.
Além disso, desde a administração Lula, o governo federal tem exigido que a Petrobrás participe intensamente do setor de geração de energia elétrica; que lidere o segmento produtor de etanol; que execute políticas de boa vizinhança de alto custo com Bolívia, Argentina e Venezuela; e que concorra com seu caixa para a política anti-inflacionária interna, não importando o impacto de todo esse jogo no seu faturamento e na sua capacidade de investir. Enfim, é areia demais para o caminhãozinho da Petrobrás.
Mas não está claro o que a presidente Dilma Rousseff quer mudar em toda essa carga e que poderes terá a nova presidente da Petrobrás, Maria das Graças, para formatá-la a esses planos.

sábado, 9 de julho de 2011

EUNÍCIO OLIVEIRA, O SENADOR BRASILEIRO FRAUDADOR






Empresa de senador do PMDB fraudou licitação de R$ 300 mi na Petrobrás

Manchester Serviços Ltda., da qual Eunício Oliveira é dono, soube com antecedência, de dentro da estatal, quais eram seus concorrentes e os procurou em busca de acordo para vencer disputa por um contrato de consultoria e gestão empresarial

09 de julho de 2011 | 18h 18'
O Estado de S. Paulo





Beto Barata/AE
Beto Barata/AE
Os senadores Eunício Oliveira (frente) e Humberto Costa durante sessão da CCJ do Senado
MACAÉ - Documentos e imagens obtidos peloEstado revelam que a Petrobrás e uma empresa do senador e tesoureiro do PMDB, Eunício Oliveira (CE), fraudaram este ano uma licitação de R$ 300 milhões na bacia de Campos, região de exploração do pré-sal no Rio de Janeiro. A Manchester Serviços Ltda., da qual Eunício é dono, soube com antecedência, de dentro da Petrobrás, da relação de seus concorrentes na disputa por um contrato na área de consultorias e gestão empresarial. De posse dessas informações, procurou empresas para fazer acordo e ganhar o contrato.
Houve reuniões entre concorrentes durante o mês de março, inclusive no dia anterior à abertura das propostas. A reportagem teve acesso ao processo de licitação e a detalhes da manobra por parte da Manchester para sagrar-se vencedora no convite n.º 0903283118. Às 18h34 de 29 de abril, a Petrobrás divulgou internamente o relatório em que classifica a oferta da Manchester em primeiro lugar na concorrência com preço R$ 64 milhões maior que a proposta de outra empresa.
O contrato, ainda não assinado, será de dois anos, prorrogáveis por mais dois. Sete empresas convidadas pela Petrobrás participaram da disputa, a maioria sem estrutura para a empreitada. Os convites e o processo de licitação são eletrônicos e as empresas não deveriam saber com quem estavam disputando.
Foto
Em 30 de março, um dia antes da abertura das propostas, o diretor comercial da Manchester, José Wilson de Lima, reuniu-se duas vezes, por mais de três horas, em São Paulo com uma das empresas convidadas pela Petrobrás, a Seebla Engenharia, segundo registros de segurança do prédio onde funciona essa empresa. Uma foto dele ficou registrada nos arquivos do condomínio. O objetivo da visita era exigir da Seebla que aceitasse um acordo.
A Seebla confirmou o encontro e, questionada, disse que isso também ocorrera em dias anteriores. A empresa afirmou que não fez acerto. No dia seguinte à reunião, ofereceu na licitação o preço de R$ 235 milhões, bem abaixo dos R$ 299 milhões apresentados pela empresa do senador. Mesmo assim, foi desclassificada pela Petrobrás.
Um diretor de outra empresa envolvida, que pediu para não ser identificado por questão de segurança, contou que diretores da Manchester usaram o nome de Eunício para oferecer R$ 6 milhões em dinheiro vivo em troca de uma "cobertura"na licitação - ou seja apresentar proposta com valor que serve apenas para simular concorrência e ajudar uma parceira a ganhar a licitação.
"Tentaram nos comprar", disse ao Estado o diretor da empresa. Em troca, a Manchester faria o mesmo em outra licitação.