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terça-feira, 4 de junho de 2013

DR. ALEXANDRE PEÇANHA GADDY, SERÁ SEPULTADO NO CEMITÉRIO GETHSEMANI NO MORUMBI











Alexandre Gaddy, 41, morreu nessa segunda (3) depois de uma semana internado em estado grave


Corpo de dentista queimado por criminosos em SP será enterrado no cemitério do Morumbi
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Do UOL, em São Paulo


Onda de crimes no Estado de São Paulo200 fotos

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4.jun.2013 - Jorge Augusto, primo do dentista Alexandre Peçanha Gaddy, conversa com a imprensa ao chegar no IML (Instituto Médico Legal), no Brooklin, zona sul de São Paulo, para liberar o corpo de Peçanha, que foi queimado dentro de seu consultório no último dia 27, em São José dos Campos, a 97 km de São Paulo. Alexandre não resistiu às queimaduras e morreu na madrugada desta segunda-feira (4) no Hospital Albert Einstein. O corpo será enterrado às 16h no Cemitério Gethsemani, zona oeste de São Paulo Diogo Moreira/Frame/Estadão Conteúdo
Será enterrado às 16h desta terça-feira (4) no cemitério Gethsêmani, no Morumbi (zona oeste de São Paulo), o corpo do dentista Alexandre Peçanha Gaddy, 41, queimado por criminosos durante suposta tentativa de assalto no consultório dele, em São José dos Campos (a 97 km de SP), no último dia 27.

De acordo com o chefe da Delegacia Seccional da cidade, Leon Nascimento Ribeiro, "nenhum suspeito ainda foi identificado e nenhuma hipótese foi descartada" nas investigações, ainda que a linha principal apure tentativa de assalto.
"Não temos suspeitos, mas continuamos os trabalhos de investigação da mesma forma e eles não são feitos de forma afobada. Queremos descobrir o que aconteceu, e o ideal, agora, é não termos pressa", disse o delegado. Conforme Ribeiro, ao longo desta semana prosseguem os depoimentos de familiares e pessoas que tinham convívio próximo com a vítima.

Outro caso

No fim de abril, outra dentista foi queimada por criminosos dentro de seu consultório em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo.
De acordo com a polícia, criminosos invadiram a clínica odontológica de Cinthya Magaly Moutinho de Souza, 46, e dois deles roubaram o cartão de crédito da vítima para fazer um saque em um caixa eletrônico. Após constatarem que a dentista só tinha R$ 30 na conta, eles voltaram ao consultório, atearam fogo em seu corpo e fugiram.
Em 15 de maio, a Justiça decretou a prisão preventiva de três acusados de roubar e matar a dentista. Victor Miguel Souza Silva, 24, Jonatas Cassiano Araújo, 21, e Thiago de Jesus Pereira, 25, deverão responder pelos crimes de latrocínio, sequestro relâmpago, quadrilha armada e roubo qualificado. Além deles, um adolescente também é suspeito do crime.
A SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo) informou que Jonatas e Thiago estão presos na Cadeia Pública de São Caetano do Sul, e Victor está no 3º DP de Diadema, na Grande São Paulo. Já o adolescente apreendido foi encaminhado à Fundação Casa.


http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2013/06/04/corpo-de-dentista-queimado-por-criminosos-em-sp-sera-enterrado-no-cemiterio-do-morumbi.htm

DR. ALEXANDRE PEÇANHA GADDY, MORREU!

04/06/2013 00h53 - Atualizado em 04/06/2013 07h15

Morre dentista queimado dentro do consultório no interior de São Paulo

Ele teve queimaduras em mais de 50% do corpo, a maioria de terceiro grau.
Alexandre Peçanha Gaddy estava internado no hospital Albert Einstein.

Do G1, em São Paulo

Morreu às 22h30 desta segunda-feira (3) o dentista Alexandre Peçanha Gaddy, de 41 anos, queimado durante assalto em seu consultório no dia 27 de maio em São José dos Campos. As informações são do Hospital Albert Einstein.
Segundo o hospital, Alexandre teve mais de 50% do corpo queimado. A maioria das queimaduras era de terceiro grau. Entre as regiões mais afetadas estavam abdômen, rosto, braços e um pouco da coxa.
"Ele lutou com todas as forças até o último momento, foi muito guerreiro", disse Mariane Peçanha Gaddy, 36, irmã do dentista.
"A família esteve o tempo todo concentrada na recuperação dele, mas acho que a sociedade deve cobrar uma resolução desde caso para que outras pessoas não tenham que passar por isso. Esperamos que a polícia investigue e resolva essa brutalidade", falou ao G1.
O crime
Na noite de segunda-feira (27), uma dupla encapuzada entrou no consultório do dentista, localizado em Vila Tatetuba, em São José dos Campos, no interior de São Paulo, e anunciou o assalto. O dentista estava sozinho no local.
O dentista foi resgatado ainda lúcido e contou para duas testemunhas que os criminosos não encontraram dinheiro no local e por isso decidiram atear fogo nele. Ele foi  transferido da Santa Casa de São José dos Campos para o Hospital Albert Einstein, em São Paulo, na quinta-feira (31).
Polícia investiga crime na zona leste de São José dos Campos; dentista queimado está em estado grave na Santa Casa da cidade. (Foto: Carlos Santos/G1)Polícia investiga crime na zona leste de São José
dos Campos. (Foto: Carlos Santos/G1)
Investigações
Fragmentos de digitais encontradas no consultório do dentista podem ajudar a polícia a esclarecer o crime. O material foi colhido pela polícia durante o feriado e ainda será enviado para ser analisado.
De acordo com o delegado Osmar Henrique de Oliveira, responsável pelas investigações, as digitais colhidas estavam em um aparelho que teria sido supostamente separado para o roubo pelos criminosos. “Descobrimos esses fragmentos, mas ainda vamos avaliar para saber de quem é. Pode ser do dentista, da secretária dele ou de uma terceira pessoa”, explicou ao G1.
Os materiais devem ser enviados em caráter de urgência ao Instituto de Identificação Ricardo Glumberton Daunt (IIRGD) para que sejam feitas as análises e comparações com as digitais do dentista e da secretária dele.

A polícia colheu  depoimentos e deve continuar ouvindo pessoas ligadas ao dentista para saber a rotina dele. Até agora, foram ouvidos dois policiais militares que atenderam a ocorrência, duas pessoas que ajudaram a socorrer a vítima, a atual e a ex-esposa dele e a secretária do consultório.
A polícia também pede mais imagens de circuitos de segurança de locais próximos ao consultório da vítima, já que as câmeras do Centro de Operações Integradas (COI) e a imagem de um estabelecimento vizinho pouco ajudaram nas investigações.

"O trabalho está concentrado basicamente em três pontos: nas lesões sofridas pelo dentista, pelos objetos não levados pelos criminosos e pela cena do crime, o consultório da vítima. Mantenho a investigação em roubo, mas de repente pode mudar", disse o delegado
.