domingo, 27 de fevereiro de 2011

VÍDEO MOSTRA ATROPELAMENTO INTENCIONAL DE CICILISTAS

PIADAS COM O SAUDOSO ESPANTA. EXCELENTES!!!




TV Diário / Portal Verdes Mares -
24/11/2006 - 19:39

Humorista Espanta morre em acidente de carro.





Reprodução/TVM


David Alves Cunha de Araújo, é o humorista conhecido como "Espanta"


O humorista potiguar David Alves, conhecido como "Espanta", faleceu após traumatismo crânio-encefálico ocasionado por afundamento de crânio no final da tarde desta sexta-feira (24). "Espanta" sofreu um acidente na BR-304 km 92, município de Açu, Rio Grande do Norte.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal do Rio Grande do Norte, o Astra do humorista a caminho de Mossoró capotou várias vezes após derrapar em algumas pedras de britas soltas na pista.

VÍDEO EXCLUSIVO: confira as primeiras imagens do acidente.


David Alves Cunha de Araújo, o "Espanta", viajava com filho Walter Kelson de Araújo, de 20 anos, que sofreu apenas lesões leves. Até as 19h, o corpo do humorista ainda estava no local do acidente preso às ferragens.

Espanta, como era conhecido pelo público, completou 49 anos na semana passada. Ele começou a carreira artística em 1991, no Rio Grande do Norte. Em 1997, se mudou para o Ceará. Com 15 anos de carreira, o humorista fazia apresentações em casas de shows, teatros e programas de TV de todo o Brasil.



LUKASZ MERDA VIRÁ JOGAR NO BRASIL. EM QUAL TIME???

O jogador do Cracóvia, Lukasz Merda está sendo sondado para vir jogar no Brasil., qual time irá contratá-lo ou já o contratou?
( ) Corinthians
( ) São Paulo
( ) Palmeiras
( ) Fluminense
( ) Flamengo



ASSUNTOS MILITARES = A ENGESA E OS ÁRABES

http://www.defesanet.com.br/rv/engesa/export.htm

Revista Virtual

Defesanet 11 Março 2003

Defesa @ Net




PRODUTOS "MADE IN BRAZIL"

AS EXPORTAÇÕES DA ENGESA E SEUS REFLEXOS NA ATUALIDADE

Expedito Carlos Stephani Bastos,
Pesquisador de Assuntos Militares da UFJF.



Nas décadas de 70 e 80 o Brasil possuía uma Indústria de Material de Defesa com grande capacidade produtiva e acreditava-se que ela teria um belo futuro.

Com diversas empresas desenvolvendo e produzindo materiais voltados para a atividade militar, desde uniformes a carros de combate, de diversos tipos e modelos, concebidos em sua grande maioria dentro de unidades militares voltadas para o estudo de projetos até a fase de concepção dos protótipos, que em muito beneficiou as empresas privadas brasileiras.

Sem dúvida a de maior êxito foi a ENGESA – Engenheiros Especializados S/A, ela foi capaz de absorver todo o estudo vindo da área militar e criar o maior de todos os mitos, ou seja, ela foi a criadora dos principais produtos militares exportados, de caminhões a blindados sobre rodas como o EE-9 Cascavel e EE-11 Urutu. (foto 1 e foto2)

É curioso vermos que existia toda uma estratégica para transformar a Engesa numa das maiores produtoras, principalmente, de veículos sobre rodas, com uma equipe muito boa na área de propaganda e marketing, com publicações de material informativo não só no Brasil como também no exterior. (foto 3)

A verdade é que a Engesa vendeu seus produtos a 18 países além do Brasil, e toda a sua produção incluindo todos os modelos, desde jeep, caminhões e blindados sobre rodas o total produzido alcança 6818 unidades, muito inferior ao que era divulgado na época.

Destes o produto mais produzido e exportado foi o Caminhão EE-25 que alcançou 2416 unidades, sendo que o maior comprador foi Angola que adquiriu 1377, vindo a seguir Bolívia com 597 e o Brasil com 254 além da Colômbia (17), Equador (35), Gabão (7), Guiné (36), Iraque (2), Paraguai (5), Suriname (32) e Venezuela (54). (foto 4)

Na área de blindados sobre rodas o maior sucesso de vendas foi o EE-9 Cascavel, desenvolvido inicialmente no Parque Regional de Motomecanização da 2ª Região Militar - PqRMM/2, em São Paulo (artigo http://www.defesanet.com.br/rv/vtrbld1/vtrbld.htm), cuja produção total, incluindo todas as suas versões alcançou a cifra de 1738 unidades, das quais o maior comprador foi o Exército Brasileiro com 409 adquiridos, seguido da Líbia (400), do Iraque (364), Colômbia (128), Chipre (124), Chile (106), Zimbabwe (90), Equador (32), Paraguai (28), Bolívia (24), Uruguai (15), Gabão (12) e Suriname (6). (foto 5)

Ele foi seguido pelo EE-11 Urutu, cuja produção total de todas a versões alcançou a cifra de 888 unidades, destas 223 coube ao Brasil (Exército e Marinha), 148 ao Iraque, 132 ao Dubai, 82 a Jordânia seguidos de Colômbia (56), Líbia (40), Venezuela (38), Chile (37), Equador (32), Angola (24), Tunísia (18) Suriname (16), Bolívia e Paraguai (12 cada), Gabão (11) e Zimbabwe (7). (foto 6)

Estes três itens representam a quase totalidade dos oito produtos militares Engesa, produzidos em série, pois totalizam 5042, ficando o restante para Caminhões EE-15, EE-34, EE-50, Jeep EE-12 e Blindado 4x4 sobre rodas EE-3 Jararaca, único blindado de série, não usado pelo Exército Brasileiro.

Com a falência da Engesa nos anos 90 e os novos rumos tomados pelo mundo no pós-guerra fria (1989) e pós-guerra do golfo (1991), e o grande declínio da Indústria de Defesa nos principais países produtores e exportadores os produtos brasileiros ficaram difíceis de serem manutenidos, principalmente no exterior.

Alguns países sofrem embargo das Nações Unidas, como Iraque e a Líbia, os dois maiores compradores dos blindados sobre rodas brasileiros.

Os blindados do Chipre estão operacionais, assim como os da Bolívia, Colômbia, Paraguai, Equador, Uruguai, Gabão, Jordânia, Dubai, Suriname, Tunísia, Venezuela, Zimbabwe, podendo adquirir peças no mercado brasileiro sem qualquer restrições.

Parte do material Líbio, provavelmente a metade ainda encontra-se em condições de operação, estando estocados, muito embora a maioria tenha sido espalhada para países amigos, como o material entregue ao Togo, do qual o EE-9 Cascavel do Museu de Blindados de Saumur, na França é um deles, capturado por tropas francesas que lá combaterem, onde vários foram destruídos ou capturados, o mesmo ocorrendo quando da invasão do Chade, pela Líbia na segunda metade dos anos 70, onde 79 EE-9 Cascavel foram capturados, estando na atualidade estocados numa área a céu aberto, em condições precárias, muitos depenados e outros já mais completos, mas sem condições de uso. O curioso é que existem blindados das duas versões vendidas aos Líbios, os modelos MK II com torre e canhão franceses de 90mm, cujos carros foram enviados à França onde receberam as respectivas torres e canhões e de lá foram para a Líbia, e o modelo MK III de torre Engesa com canhão Cockerill de 90mm belga produzidos sob licença, no Brasil, pela Engex, sua subsidiária. (foto 7 e foto 8)

Já o material Iraquiano, em sua maioria, devem estar sem condições operacionais, em razão do embargo que vem sofrendo desde 1991, muito embora boa parte dele foi capturado pelo Irã, na guerra Iraque-Irã, entre 1980 a 1988, quando aproximadamente 150 EE-9 Cascavel passaram a fazer parte do Exército Iraquiano, e empregados contra o Iraque. Alguns ainda foram capturados pelos Curdos no norte do Iraque, em quantidade pequena, visto aparecerem em noticiários recentes mostrando a preparação destes para a terceira guerra do golfo prestes a ocorrer, muito embora o Irã não esteja sob embargo. (foto 9)

O Batismo de Fogo

Estes veículos cumpriram bem suas missões, tanto que o seu primeiro batismo de fogo se dá na Líbia no final dos anos 70 e início dos 80, quando tropas Egípcias aerotransportadas invadem o território Líbio em incursões relâmpagos e pela primeira vez é feito um contra ataque usando os EE-9 Cascavel recém adquiridos, os quais destroem por completo as forças invasoras, despertando desta maneira grande interesse dos Líbios e dos Iraquianos nestes veículos, motivo que nos leva a fornecê-los em grande quantidade ao Exército de Sadann Hussein, então vistos com bons olhos, principalmente pelo Ocidente.

No Iraque terão seu batismo de fogo em plena guerra contra o Irã (primeira Guerra do Golfo), onde foram empregados com relativo sucesso, devido a forma de utilização, pois o Exército Iraquiano nunca foi bom em guerra de movimento, usando os EE-9 Cascavel de três formas, como proteção de flancos das unidades blindadas, como veículos de reconhecimento, razão principal de sua existência e como artilharia enterrados no chão. Na segunda guerra do golfo (1991) vários deles foram destruídos por mísseis disparados de helicópteros norte-americanos, e todas as fotos os mostram enterrados. (foto 10)

Na atualidade, o maior usuário destes veículos blindados é o Exército Brasileiro, tanto que empreendeu um grande programa de repotenciamento, que está sendo realizado no Arsenal de Guerra de São Paulo (AGSP) com grande sucesso e economizando divisas para o país. (ver artigo http://www.defesanet.com.br/rv/vtrbld1/vtrbld.htm ).

Este programa só se tornou possível em razão do produto ser totalmente brasileiro, e o que ajudou em muito foi o fato de que a empresa Universal, Importação, Exportação e Comércio Ltda do Rio de Janeiro, que dele participa, comprou de "porteira fechada" a falida Engesa, sendo a detentora na atualidade de todo o estoque de peças de reposição, desenhos, codificação de peças, partes inacabadas dos veículos que se encontravam na linha de produção, maquinário, e possuindo capacidade de produzir boa parte dos componentes necessários à manutenção de todos os veículos Engesa produzidos em série. (foto 11 e foto12)

Esta empresa ainda possui seis Urutu MK IV, última versão de série, zero quilômetros, na versão porta-morteiro, que nem o Exército possui, aliás uma ótima oportunidade para o EB ter e empregar seus morteiros de 120mm raiados, fabricados no Brasil, num veículo blindado confiável e nacional, bastando apenas adquiri-los antes que outros o façam. (foto 13)

Outra empresa que possui capacidade para atender os produtos Engesa é a Columbus Comercial, Importadora e Exportadora Ltda, de São Paulo, que em conjunto com a CEPPE Equipamentos Industriais Ltda, que recontratou parte da mão de obra da extinta Engesa, estão em conjunto com o AGSP, realizando todo o trabalho para a modernização e recuperação de aproximadamente 500 viaturas EE-9 e EE-11 do Exército Brasileiro, tornando-os operacionais até 2017, quando provavelmente a Nova Família de Blindados Sobre Rodas já estará disponível para substituí-los de vez. (foto 14)

Diversos países que operam os veículos Engesa estão sendo atendidos por estas Empresas, sendo que no momento a Colômbia, que tem empregado com grande sucesso o EE-9 Cascavel na luta contra as FARC está repotenciando seus blindados, prolongando desta maneira sua vida útil, o mesmo ocorrendo em outros países sul-americanos como Uruguai, Equador, etc. (foto 15)

O Exército Brasileiro empregou com sucesso em Missão de Paz (Tropas da ONU) em Angola (UNAVEM III) e Moçambique (ONUMOZ) nos anos 1995/1997 vários blindados sobre rodas EE-9 Cascavel e EE-11 Urutu, numa situação real em um conflito de longa duração, onde se familiarizaram com uma logística importante para o aprimoramento da tropa e analisando o desempenho do material. (foto 16)

Outra prova importante de que os blindados sobre rodas da Engesa ainda podem representar algum valor é o fato recente da empresa Israelense NIMDA CORPORATION LTD, uma empresa privada com 100 empregados e que realiza projetos de modernização, integração e refabricação de veículos militares de procedência britânica, francesa, russa e agora brasileira, cujos principais projetos foram a modernização de carros de combate Sherman, T-72, M-60, T-55, M-41 além de veículos transporte de tropas, veículos blindados anfíbios e caminhões, ter adquirido do Exército Chileno 70 EE-9 Cascavel MK II e 34 EE-11 Urutu. (foto 17)

Empresas Brasileiras participarão em conjunto com a NIMDA na recuperação destes veículos, para torná-los operacionais e dar-lhes um destino, o mesmo irá ocorrer em outras partes do mundo, é só aguardar...

A Engesa estava no caminho certo, tinha problemas sérios de administração e gerenciamento, que poderiam ter sido sanados, mas o nosso maior erro foi a falta de visão estratégica que permitiu que ela desaparecesse por completo, tendo sua falência sido decretada em 1993 e boa parte do conhecimento ali desenvolvido foi perdido de vez, inviabilizado no momento atual, sem volta. Muitos projetos poderiam ter continuado, outros cancelados de vez, e hoje estaríamos substituindo o nosso maior e melhor projeto de concepção nacional que foi o EE-9 Cascavel por um outro produto melhor concebido e desenvolvido por brasileiros, gerando empregos e divisas para o país e até quem sabe exportando-os.

Os reflexos daquela realidade podem ser vistos a olho nu na atualidade, bastando apenas ver o enorme interesse que temos despertado no exterior para com a Nova Família de Blindados sobre Rodas que nem oficialmente foi aberta concorrência.

Precisamos ter o máximo de cuidado para não repetirmos os erros do passado e novamente cairmos na dependência externa e vermos de vez o fim de nossa Indústria de Material de Defesa, pois temos apenas alguns sobreviventes...

Nota Editor- O autor e Defesanet foram contatados por representante da empresa israelense NIMDA solicitando a correção da grafia do nome, ao invés do anteriormente apresentado.

TREM BALA É UMA LOUCURA

"O trem bala é uma loucura", diz senador Aloysio Nunes


Congressista defende implantação de trens regionais como alternativa ao TAV

26/02/2011 - 19:13

EPTV


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Durante visita à Campinas neste sábado (26), o senador Aloysio Nunes criticou o projeto do Trem de Alta Velocidade (TAV), que vai ligar as cidades de Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro. "O trem bala é uma loucura", disse. Usando tecnologia de ponta, o trem bala - como é popularmente conhecido - é capaz de atingir 350 km/h.


O senador defende que o Brasil dobre a sua malha ferroviária e volte a ter trens regionais como no passado. "O Brasil precisa de um trem convecional, que atinge a velocidade de até 150 km/h, como os utilizados nos Estados Unidos e na Europa. Além de ser mais barato em relação ao TAV, ele atenderia melhor as necessidades dos brasileiros", explicou Aluysio Nunes.

O argumento de que o TAV será uma alternativa para o transporte de turistas que visitarão o Brasil em 2014, durante a Copa do Mundo de 2014, e em 2016, nos Jogos Olímpicos, não é suficiente segundo o senador. "Temos que pensar em um país da vida cotidiana, e não dos eventos". Ele sugere a ligação de Campinas a São José dos Campos por um trem convencional. O projeto custaria em torno de R$ 350 milhões, ao invés dos R$ 12 bilhões previstos para a execução das obras do trem bala.


A licitação para as empresas interessadas em financiar o projeto do TAV foi aberta em dezembro de 2010, mas em seguida foi suspensa porque apenas uma empresa apresentou proposta. De acordo com o senador Aluysio Nunes, ainda não se sabe se a demanda vai cobrir os investimentos que serão necessários para a execução do projeto. Ele diz que a maior parte do dinheiro que será investido terá como fonte os cofres públicos, e que por isso a verba poderia ser investida em outros setores, como reformas em aeroportos ou em trens regionais. A EPTV tentou contato com o Ministério dos Transportes para comentar as críticas, mas não conseguiu. 


Polícia Civil encontra corpos de casal sequestrado em Piracicaba

Empresários Claudio Meneghetti e Lilian Simioni estavam desaparecidos há 11 dias





26/02/2011 - 14:32

EPTV

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Atualizada às 21h29

A Polícia Civil de Piracicaba encontrou neste sábado (26) os corpos do casal Claudio Meneghetti e Lilian Simioni, levados há 11 dias na casa onde moravam por criminosos. Os investigadores chegaram a um canavial da cidade após uma denúncia anônima feita à Polícia Militar. Os corpos foram levados para o Instituto Médico Legal (IML) para a identificação, que só foi confirmada no início da tarde pelo irmão de Cláudio Meneghetti, Reynaldo Meneghetti. A família fez o reconhecimento pelas roupas usadas pelas vítimas e objetos pessoais. Um exame da arcada dentária do casal deve ficar pronto na próxima segunda-feira (28).


Veja as fotos da cobertura do caso

Claudio e Lilian estavam com os pés e as pernas amarrados e com sinais de violência. Os corpos já estavam em processo de decomposição. O casal foi sepultado neste sábado no Cemitério da Saudade, em Piracicaba. Os parentes não quiseram comentar o caso.

Os empresários foram levados no dia 15 de fevereiro por criminosos que invadiram a casa da família, na Vila Rezende. Eles mataram a empregada e fugiram levando o computador, onde estavam as imagens da câmera de segurança. O casal foi levado no carro do empresário, uma caminhonete S10, encontrada no dia 17 de fevereiro, a cem metros da residência das vítimas.


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Desde o primeiro dia do caso, a família não recebeu nenhum pedido de resgate. A filha do casal, Laís Meneghetti, de 23 anos, concedeu entrevista exclusiva à EPTV na sexta-feira (25) e fez um apelo para que as pessoas ajudassem a esclarecer o seqüestro dos pais (assista ao vídeo). A universitária, que estava na Irlanda em um intercâmbio de férias, desembarcou no Brasil dois dias após o desaparecimento dos pais. Emocionada, a universitária disse que não havia perdido a esperança de que reencontraria os pais vivos. Laís foi informada do desaparecimento quando retornou a Piracicaba. Ela ressaltou que sente uma grande falta dos pais e que só tem a eles. A jovem tinha somente um irmão, que morreu há alguns anos.


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Dois dias antes da entrevista de Laís, o irmão do empresário, Reynaldo Meneguetti, também fez um apelo à população para a divulgação de qualquer informação que possa ajudar nas investigações. Ele também tinha esperanças de encontrar o casal vivo, apesas da preocupação em relação às condições de saúde dos parentes, já que o empresário Cláudio Meneguetti era hipertenso e diabético, e Lilian Simioni tomava remédios contra um câncer, que só podem ser obtidos com receita médica em hospitais.


Os retratos falados dos suspeitos do envolvimento no sequestro do casal de empresários foram divulgados. Os desenhos foram feitos a partir do relato de três testemunhas que procuraram a polícia para ajudar na descrição dos criminosos. Veja as imagens abaixo:

Os retratos falados foram feitos pela Unidade de Inteligência da Policia Civil de São Paulo. O primeiro é moreno claro, tem cabelo encaracolado, castanho escuro, olhos da mesma cor, aparenta ter aproximadamente 28 anos e 1,85m de altura.O outro suspeito é branco, tem cabelo castanho escuro e liso, aparenta ter 25 anos, 1,75m e olhos castanhos.


Segundo o delegado João Batista Vieira de Camargo, as imagens das câmeras de segurança do Banco Santander, em que foram feitos dois saques da conta dos empresários pelos suspeitos, não contribuíram com as construções dos retratos.

O irmão do empresário Claudio Menegueti, José Reynaldo Meneguetti, que teve acesso aos retratos e prestou depoimento no dia da divulgação, disse desconhecer as pessoas descritas e que elas não seriam nenhuma pessoa da família. “Não tenho a menor ideia de quem seja”, disse.


A população pode colaborar ligando para a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Piracicaba, pelo telefone (19) 3421-9997.